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O INGOH é uma empresa goiana que se orgulha de estar sempre em dia com o que de mais moderno a Ciência oferece. O laboratório oferece diagnóstico preciso, atendimento humanizado, além de dispor de assessoria técnica, caso o médico assistente necessite e solicite.

Colete seus exames nos diversos postos de atendimento ou pelo atendimento móvel. Conte também com nossa equipe em hospitais e UTIs de grande porte. Os resultados estarão disponíveis nas unidades, mas pode-se resgatá-los também pela internet.

“O analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender, e reaprender.”

Alvin Toffler

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Citometria de Fluxo

A citometria de fluxo mede as propriedades de células em suspensão, orientadas num fluxo laminar, interceptadas uma a uma por um feixe de laser e mensuradas por sensores (detectores). A luz é coletada por um sistema óptico que permite identificar as células pelo seu tamanho e granularidade interna; classificando-as em hemácias, plaquetas, linfócitos, monócitos e granulócitos. A grande diferença da citometria em relação ao hemograma comum é a utilização de fluorocromos que marcam antígenos de superfície celulares (conhecidos como CD ou cluster designation). A técnica permite o estudo simultâneo de 2 a 3 antígenos, utilizando-se gráficos produzidos por um software especial. Painéis de anticorpos permitem a caracterização das células quanto à linhagem celular, grau de maturação e anormalidades.

A análise através da citometria de fluxo permite:

- Determinação de linhagem celular. Além de separar nos grandes grupos mielóide e linfóide (células B, T e NK), os painéis permitem:

. A classificação em subgrupos mais específicos principalmente nas leucemias agudas e na crise blástica de síndromes mieloproliferativas crônicas;

. Avaliação da subpopulação de linfócitos T CD4 e CD8 em pacientes portadores do vírus HIV;

- Contribuição na definição diagnóstica de malignidade (identificação da clonalidade), importante em algumas doenças linfoproliferativas crônicas;

- Identificação de populações de células malignas (através de caracterização de heterogeneidade e de aspectos aberrantes), permitindo monitorar a terapia e detectar doença residual mínima.