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A quimioterapia consiste no emprego de medicamentos, chamados quimioterápicos, para combater células doentes (cancerígenas), destruindo e/ou controlando seu desenvolvimento. O tratamento com medicamentos anticâncer é um dos quatro métodos de se atacar o câncer. Pode ser utilizada com qualquer um dos outros métodos: radioterapia, imunoterapia e cirurgia, dependendo de fatores como tipo de tumor, localização e estágio da doença. Alguns dos medicamentos já estão amplamente testados e são encontrados no comércio. Outros, entretanto, ainda são drogas em investigação, estão sendo extensivamente pesquisadas e não estão disponíveis para todos.

Podem ser ministradas isoladamente (monoquimioterapia) ou combinadas (poliquimioterapia). Sendo esta última a que apresenta resultados mais eficazes, pois consegue maior resposta a cada aplicação, diminui o risco de resistência às drogas e consegue atingir as células em diferentes fases do seu ciclo.

O INGOH está preparado para administrar seu tratamento quimioterápico. Uma equipe experiente sempre comprometida com o seu bem-estar permanece ao seu lado em cada fase do tratamento.

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Câncer de colo de útero - INGOH - Instituto Goiano de Oncologia e HematologiaINGOH - Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia
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Câncer de colo de útero

É o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres. No Brasil, para 2010, são esperados 18.430 casos, com um risco estimado de 18 casos a cada 100 mil mulheres.

O surgimento do câncer do colo do útero está associado à infecção por alguns tipos de HPV, que podem ser transmitidos, por exemplo, pelo contato sexual. A maioria das infecções é transitória, sendo combatida espontaneamente pelo sistema imune; mas uma pequena fração (3% a 10%) das mulheres infectadas desenvolverá câncer do colo do útero.

Células infectadas pelo vírus HPV

A multiplicidade de parceiros sexuais e a iniciação sexual precoce são considerados fatores de risco. Como o uso de preservativo diminuiu o risco de transmissão do HPV, ele é uma forma de prevenção. A vacinação contra o vírus HPV, para prevenção de câncer de colo uterino, é recomendável para meninas entre 11 e 12 anos e mulheres entre 13 e 26 anos, que não receberam a vacina anteriormente.

Outros fatores de risco são o tabagismo, a baixa ingestão de vitaminas e o uso de contraceptivos orais.

A principal forma de prevenção é o teste colpocitológico, conhecido como Papanicolau, que reduz em cerca de 80% a mortalidade por este câncer, a partir do rastreamento de mulheres na faixa etária de 25 a 65 anos, e tratamento das lesões precursoras com alto potencial de malignidade ou carcinoma "in situ". Recomenda-se, no entanto, que o exame colpocitológico deva ser iniciado antes dos 21 anos, independente do início ou não da vida sexual. Após o início do rastreamento, o intervalo do exame deve ser anual.

Fontes: Instituto Nacional do Câncer (INCA)

Manual de Oncologia do Instituto Sírio Libanês