Anticoagulantes orais – orientações de segurança

Orientação para pacientes em uso de anticoagulantes orais inibidores da vitamina K, como a varfarina (Marevan®) .

Para que serve este medicamento?

Este medicamento é usado para evitar que o sangue forme coágulos dentro dos vasos, situação em que são chamados de trombos.

Como funciona?

A capacidade do corpo de manter o sangue dentro do vaso é chamado de hemostasia. Esses medicamentos interfere neste sistema, mais especificamente no sistema de coagulação, fatores solúveis no plasma que apresentam capacidade de induzir a formação de coágulos. Muitas pessoas dizem que esses medicamentos afinam o sangue. No entanto, eles não tornam o sangue menos espesso, apenas menos propenso a coagular.

O mecanismo de coagulação normal é um processo complexo, que envolve várias substâncias, dentre elas as plaquetas, fatores de coagulação, anticoagulantes e fibrinolíticos. Os fatores de coagulação são produzidos pelo fígado e trabalham em sequência para formar o coágulo de sangue. Para que o fígado produza fatores de coagulação, quantidades adequadas de vitamina K devem estar disponíveis. Anticoagulantes orais bloqueiam a disponibilidade de vitamina K e limitam, dentre outras ações,  a produção de fatores específicos da coagulação (fatores II, VII, IX e X). Como resultado, o mecanismo de coagulação é alterado e o indivíduo leva mais tempo para o sangue coagular.

Por que preciso tomar anticoagulante oral?

Varfarina, Marevan®, Marcoumar®, dentre outros, são medicamentos prescritos para os pacientes que estão em maior risco para o desenvolvimento de coágulos de sangue, em termos médicos, dizemos que o paciente tem maior risco de trombose. Isto inclui pessoas com maior risco de trombose por outras condições (como os que tem válvula metálica ou um ritmo irregular no coração, chamada fibrilação atrial) e aqueles que desenvolveram coágulos  (trombo) anteriormente, como as pessoas que tiveram derrame, ataque cardíaco, trombose venosa profunda (TVP, trombo em veia profunda, em geral na perna) e embolia pulmonar (TEP, onde o coágulo das pernas, chamado de êmbolo, se desloca para o pulmão).

É também utilizado em pessoas que desenvolveram coágulos prejudiciais anteriormente, incluindo os que tiveram derrame, ataque cardíaco, trombose venosa profunda ou TVP (trombo em veia profunda, em geral na perna) e embolia pulmonar (onde o coágulo das pernas, chamado de êmbolo, se desloca para o pulmão).

Além disso, pode ser usada para impedir que um coágulo existente apresente crescimento maior do que o já apresentado.

Monitorização da anticoagulação

O objetivo do tratamento é diminuir a tendência de coagulação do sangue sem evitar a coagulação completamente. Até bem pouco tempo, por questões referentes à farmacocinética e farmacodinâmica do medicamento, a capacidade do sangue coagular em uso de anticoagulante necessitava ser cuidadosamente monitorada. Quando usando varfarina (Marevan®) ou femprocumona (Marcoumar®), a dose é ajustada individualmente, com base nos resultados do tempo de protrombina (também chamado TAP ou TP). O TAP mede o tempo que leva para que o mecanismo de coagulação se complete e é particularmente sensível aos fatores de coagulação afetados pela varfarina e femprocumona. O RNI (ou índice de normatização internacional ou INR) é uma forma de expressar o TAP de maneira padronizada, isso garante que os resultados obtidos pelos diferentes laboratórios, possam ser comparados com confiabilidade. Nesses casos, quanto mais tempo o sangue leva para coagular, maior o TAP e RNI. O valor alvo do RNI depende da situação clínica, e é chamado de faixa terapêutica. Na maioria dos casos será 2 a 3, embora outros intervalos possam ser escolhidos em circunstâncias especiais. Se o RNI está abaixo da faixa terapêutica, há risco de trombose. Se, por outro lado, o RNI estiver acima do intervalo, há risco aumentado de sangramento.

No entanto, os novos anticoagulantes e as heparinas de baixo peso molecular (HBPM) são medicamentos mais modernos, mais estáveis e que sofrem menos interferência de outros medicamentos e dieta, dentre vários fatores. Estes medicamentos não necessitam de monitorização nem de ajuste de dose.

Dose

A dose do anticoagulante oral, do tipo varfarina ou femprocumona, é ajustada individualmente, para que o RNI esteja sempre no intervalo terapêutico. O TAP e RNI devem ser monitorizados frequentemente até que a dose apropriada seja determinada. Uma vez que o paciente está em uma dose estável, o RNI é monitorizado menos frequentemente, geralmente a cada 4 semanas. Muitos grupos internacionais entendem que deve existir um registro da dose utilizada e resultado de RNI para que a monitorização seja otimizada.

A dose do medicamento pode necessitar de ajuste periodicamente por diversos motivos, como:

  • alterações na dieta;
  • aderência ao medicamento, ou seja, a capacidade de tomar a medicação de forma regular e da exata forma como foi prescrita;
  • introdução, retirada ou mudança na dose de outros medicamentos em uso concomitantemente;
  • alterações individuais do metabolismo que podem ocorrer por inúmeros motivos, como alterações cardíacas, renais e hepáticas;
  • estados hipercatabólicos, como quando se está com infecção e após grandes traumas;
  • diarreia por qualquer causa;
  • variações genéticas;
  • consumo de álcool e tabaco.

Efeitos Colaterais

A maior complicação associada aos anticoagulantes é o sangramento consequente à anticoagulação excessiva. Sangramento excessivo, ou hemorragia, podem ocorrer em qualquer parte do corpo. O paciente deve avisar sempre que houver quedas, acidentes, assim como “manchas rochas” (equimoses) em grande quantidade ou de grande tamanho, sangramentos na boca (gengivorragia) e narinas (epistaxe). Em locais com clima mais seco, a epistaxe leve é comum e melhora com aplicação de soro fisiológico nasal, que umidifica as narinas, mas se não houver melhora dentro de 30 minutos, procure assistência médica. Sangue na urina, fezes com sangue ou enegrecidas (cor de borra de café), vômitos com sangue também devem ser informados ao médico imediatamente. Quando a medicação utilizada é a varfarina ou femprocumona, o RNI deve ser determinado naquele momento e ajustes devem ser feitos, caso seu valor esteja acima da faixa terapêutica.

A varfarina pode também causar necrose de pele ou gangrena, que pode levar ao aparecimento de áreas vermelho-escuras ou pretas na pele. Esta complicação é rara e costuma ocorrer nos primeiros dias de tratamento.

Quando procurar assistência médica?

Se há sinais óbvios ou súbitos de sangramento, incluindo os abaixo relacionados, o paciente deve procurar seu médico ou assistência em um pronto socorro imediatamente.

Sangramento nas fezes ou fezes enegrecidas;

  • Urina vermelha ou marrom;
  • Náusea persistente e vômitos com sangue ou qualquer material que se pareça com borra de café;
  • Após queda ou trauma na cabeça, mesmo se não houver nenhum sintoma;
  • Sangramento nasal (epistaxe) se não houver melhora após 30 minutos de gelo local (sempre proteger a pele, para evitar queimaduras pelo gelo). Se houver melhora, avise seu médico assim que possível;
  • Dor de cabeça súbita, vertigem ou fraqueza súbitos.

O paciente também deve procurar assistência se ocorrer:

  • Sangramento gengival após escovar os dentes. A manutenção da higiene das gengivas é fundamental para se evitar sangramentos. Caso apresente sangramento, bocheche com água gelada e, se não houver melhora após 30 minutos, procure assistência médica;
  • Inchaço ou dor em locais de injeções. Recomenda-se evitar injeções intramusculares devido ao risco de hematoma local;
  • Sangramento menstrual excessivo ou sangramento entre os dias habituais de fluxo menstrual;
  • Diarreia, vômito ou incapacidade de se alimentar por mais de 24h.

É importante lembrar que o medicamento é utilizado para reduzir o risco de formação de trombo (coágulo dentro do vaso), como trombose venosa de membros inferiores e embolia pulmonar. Quando o RNI está abaixo da faixa terapêutica, existe risco de novo episódio trombótico. Se algum sintoma relacionado a estas condições aparecer, deve-se procurar seu médico imediatamente. Este risco é menor em pacientes usando novos anticoagulantes, já que a anticoagulação é eficaz e não há necessidade de monitorização. Porém, ainda existe um risco pequeno. Na dúvida, procure o médico.

Gravidez

Anticoagulantes orais antivitamina K (AVK) e os novos anticoagulantes não são recomendados durante a gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre, devido a risco aumentado de abortamento e malformações. Uma mulher que fica grávida ou planeja ficar grávida durante a terapia, deve notificar seu médico imediatamente. Outro anticoagulante (p.ex., heparina, que é injetável) geralmente é recomendado.

Amamentação

A varfarina é considerada seguro para uso em mulheres que amamentam. Embora não passe para o leite materno, uma mulher que deseja amamentar, enquanto estiver tomando estes anticoagulantes, deve consultar seu médico. Já os novos anticoagulantes ainda não foram devidamente testados para situações de amamentação.

OUTRAS RECOMENDAÇÕES

– Varfarina e alimentos

Alguns alimentos e suplementos podem interferir na eficácia da varfarina. Depois de se ter estabelecido a dose estável de warfarina, deve-se consultar um médico antes de fazer grandes mudanças na dieta (por exemplo, começar uma dieta para perder peso, começar um suplemento alimentar ou vitamina).

Vitamina K

Mantenha a ingestão de vitamina K similar todos os dias, evitando alimentos ricos em vitamina K, presente em grande quantidade em folhas e em órgãos como o fígado e miúdos de frango. Comer uma quantidade maior de alimentos ricos em vitamina K pode reduzir o RNI, tornando menos eficaz o tratamento e aumentando o risco de formação de coágulos sanguíneos.

  • Evite folhas verdes (couve, brócolis, espinafre, alface, couve de bruxelas, repolho), chá verde, fígado, miúdos de frango (fígado, moela, coração) e alguns óleos vegetais.
  • Consuma derivados da soja com cautela.
  • Evite molhos prontos, sopas de pacote, temperos concentrados em tabletes.

Caso não deseje deixar de comer estes alimentos, deverá ingerir uma quantidade relativamente similar em uma base regular, ou seja, comer todos os dias as mesmas porções dos alimentos escolhidos. Comer uma grande porção ocasionalmente pode ser muito prejudicial.

Sempre converse com seu médico sobre a sua dieta e eventuais alterações na sua rotina.

– Álcool

O abuso crônico de álcool afeta a capacidade do organismo para lidar com os anticoagulantes orais (AVK e novos anticoagulantes). Pacientes em tratamento devem evitar beber álcool diariamente. O álcool deve ser limitado a um máximo de 1-2 porções ocasionalmente. Além disso, a ingestão excessiva de álcool pode aumentar o risco de lesões gástricas e, portanto, de sangramento.

Os novos anticoagulantes não necessitam de dieta.

– Medicamentos

Alguns medicamentos podem interferir de duas formas:

  • Os anti-inflamatórios não hormonais como diclofenaco (Voltaren®), piroxican (Feldene®), nimesulide, naproxeno (Naprosyn ®), dentre outros, alteram a agregação plaquetária e podem aumentar o risco de sangramento sem provocar qualquer alteração no RNI. O principal medicamento a ser evitado é o ácido acetil-salicílico, que está presente em inúmeras formas comerciais (AAS, Aspirina, Melhoral, Sonrisal, Doril, Migraine, por exemplo). Esta recomendação permanece para os novos anticoagulantes.
  • Uma série de medicamentos, ervas e vitaminas podem interagir com a varfarina e similares. Esta interação pode afetar a ação da varfarina ou a de outros medicamentos. Se a varfarina é afetada, a dose poderá ter de ser ajustada (para cima ou para baixo) para manter um efeito de coagulação ótimo. Os doentes que tomam varfarina devem consultar seu médico antes de tomar qualquer nova medicação, principalmente medicamentos fitoterápicos e vitaminas. Algums medicamentos comuns aumentam os efeitos anticoagulantes da varfarina. Uma das vantagens dos novos anticoagulantes é sofrer menor interferência de outras medicações, mas fique atento quando necessitar usar um antifúngico.

– Utilize uma agenda para anotar a sua dose de varfarina (Marevan®) 

O medicamento deve ser tomado exatamente como orientado pelo seu médico. Não aumentar, diminuir ou alterar a dose a menos que seu médico tenha lhe orientado. Se uma dose for perdida ou esquecida, converse com seu médico, para que ele decida o que deve ser feito. Em geral, as diferentes doses têm diferentes cores e a quantidade (mg) está impressa de forma bem visível no comprimido, fique atento!

– Reduza o risco de hemorragia

Mudanças simples nos hábitos de vida podem diminuir o risco de sangramento:

  • Usar escova de dentes com cerdas macias
  • Usar fio dental com fio encerado
  • Fazer a barba com um barbeador elétrico, em vez de utilizar lâmina
  • Tomar cuidado ao usar objetos cortantes, como facas e tesouras
  • Evitar atividades que têm um risco de queda ou lesão (por exemplo, esportes de grupo como futebol)
  • No caso de ter de realizar qualquer procedimento, seja dentário, uma biópsia ou uma cirurgia, converse com o médico que controla seu RNI, previamente, para que seja preparado e o procedimento seja mais seguro.
  • Cair pode aumentar significativamente o risco de hemorragia, as seguintes medidas ajudam a evitar quedas e são recomendadas:
  • Retire tapetes soltos e fios elétricos ou quaisquer outros itens soltos na casa, que poderia levar a tropeços, escorregões e quedas.
  • Certifique-se de que há iluminação adequada em todas as áreas dentro e ao redor da casa, incluindo escadas e entradas.
  • Evite andar sobre superfícies, potencialmente escorregadias, como gelo e chão molhado ou polido.
  • Evite andar em áreas desconhecidas.

– Use uma identificação de que faz uso de anticoagulante oral

Escreva em um papel, e guarde em sua carteira, a lista dos principais problemas médicos e a razão pela qual se está utilizando a varfarina (por exemplo, fibrilação atrial, válvula metálica, TVP), bem como o nome e número de telefone de um contato de emergência. Se ocorrer um acidente, e a pessoa está muito doente para explicar sua condição, isso vai ajudar na prestação de cuidados adequados.

Novos anticoagulantes estão disponíveis no mercado. Tais medicamentos não atuam na via da vitamina K e, portanto, não necessitam de dieta específica. No entanto, estes medicamentos só foram testados em algumas situações, não sendo possível utilizá-los para todos os casos.

 

Texto elaborado e revisado por
Dra. Mireille Guimarães Vaz de Campos  
Médica  do corpo clínico do INGOH
Especialista em Hematologia – Hemoterapia
CRM-GO 12.406/RQE 22965.
Texto revisado em Junho de 2021.
Mostrando 82 comentários
  • KELLY NOGUEIRA
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    Gostei do post. Perder peso na quarentena é complicadinho

    • INGOH
      Responder

      Bom dia, Kelly! Agradecemos por seu comentário, continue nos acompanhando para mais conteúdos de qualidade.

  • Vitoria Roberta
    Responder

    gostei muito do artigo. acho q necessito uma orientação medica para resolver meu problema de obesidade

    • INGOH
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      Olá, Vitória. Agende uma consulta com um de nossos nutricionistas através da Central de Atendimento: (62)3226-0200. Aguardamos seu contato!

  • Ana Nana Felipe
    Responder

    Achei muito bom. parabens pelo artigo.

    • INGOH
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      Bom dia, Ana! Agradecemos por seu comentário, continue nos acompanhando para mais conteúdos de qualidade.

  • Mariana Toledo
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    Eu sempre pensei que só medicamentos resolvem de fato mas não é sempre assim. Bom texto.

    • INGOH
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      Bom dia, Mariana! Agradecemos por seu comentário, continue nos acompanhando para mais conteúdos de qualidade.

  • Stephanie Monaco
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    Adorei. Espero atingir minha meta em breve. Fechar a boca e exercicios

    • INGOH
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      Bom dia, Stephanie! Que bom que gostou da matéria, continue nos acompanhando para mais conteúdos na área da saúde.

  • Denise Leite
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    Nossa tem coisas que a gente nao imagina o mal que faz e emagrecer é muito dificil

    • INGOH
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      Bom dia, Denise! Com certeza, por isso é tão importante estarmos atentos ao que ingerimos.

  • Daniela Paternoster
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    Interessante. Gostei. Preciso emagrecer urgente pois quero ter filho tenho muita vontade.

    • INGOH
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      Oi, Daniela. Agradecemos sua interação e esperamos que a publicação tenha sido de grande ajuda!

  • Pedro coqueiro
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    Externamente técnico e muito esclarecedor

    • INGOH
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      Oi, Pedro! Agradecemos sua interação e esperamos que a publicação tenha sido de grande ajuda.

  • Termo Fit Matcha
    Responder

    Excelente dicas contida no seu site, obrigado pelas orientações.

    • maria das gracas magalhaes sampaio
      Responder

      boa tarde,troquei minha valvula mitral a mais de 6 anos e tenho marca passo a mais de 3 anos.Tomo marevan desde a troca da válvula,mas e muito difícil acertar a dose terapêutica.Fiz o exame ontem deu 1,48, a 15 duas atras estava. 1.65.

      • INGOH
        Responder

        Olá, Maria! Para que a dose seja ajustada corretamente é importante realizar exames de sangue periodicamente baseados nos resultados de TP/RNI, orientada por seu médico.

    • INGOH
      Responder

      Agradecemos sua interação e esperamos que a publicação tenha sido de grande ajuda!

  • Jobson Cunha
    Responder

    Excelente artigo , bastante esclarecedor e uma didática de fácil compreensão, parabéns pelo compromisso profissional e ético nas devidas esplanações.

    • José
      Responder

      Estou tomando anticoagulante a uns dias porque fiz angioplastia tive dois infarto mais depois de 20 dias meus braços está com dores muito fortes oque posso fazer?

      • INGOH
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        Olá, José! O ideal é realizar uma consulta com seu médico, pra que ele avalie a intensidade e características da dor, junto ao exame físico. Assim você terá o melhor resultado.

    • INGOH
      Responder

      Que bom que gostou, Jobson! Agradecemos o carinho e esperamos que a publicação tenha sido de grande ajuda.

  • FPaula
    Responder

    Uso marevan tem 14 anos, tive 3 tromboses…gostei muito da matéria.

    • INGOH
      Responder

      Bom dia! Que bom que gostou, esperamos que a matéria tenha sido de grande ajuda.

  • Jairo Alves
    Responder

    Artigo muito bom, precisamos de mais publicações como esta. Parabéns.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Jairo! Que bom que gostou, esperamos que a matéria tenha sido de grande ajuda.

  • Curso De Segurança Bancária
    Responder

    Sou Fátima Da Silva, gostei muito do seu artigo seu conteúdo vem me ajudando bastante, muito obrigada.

    • Rogério dos santos
      Responder

      Excelente artigo gostaria de saber mais

      • INGOH
        Responder

        Olá, Rogério. Que bom que gostou, esperamos que a matéria tenha sido de grande ajuda. Caso tenha outras dúvidas, nos envie aqui nos comentários, ficaremos contentes em respondê-lo!

    • INGOH
      Responder

      Olá, Fátima. Ficamos contentes que nossa matéria te ajudou, continue nos acompanhando para mais conteúdos sobre a área da saúde!

  • Fábio José B Neves
    Responder

    Excelente orientação.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Fábio! Que bom que gostou, esperamos que a matéria tenha sido de grande ajuda.

  • FRANCISCO ISAIAS SOBRINHO
    Responder

    Gostei dos esclarecimento.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Francisco! Que bom que gostou, esperamos que a matéria tenha sido de grande ajuda.

  • Rosemary Barbosa Rossini
    Responder

    Boa noite, excelente artigo. Faço uso do anticoagulante Marevan. Tenho prótese metálica mitral.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Rosemary! Que bom que gostou, esperamos que a matéria tenha sido de grande ajuda.

  • Suelen
    Responder

    Com 18 dias de uso minha mãe teve hemorragia interna. Nasal. E gengival. Porém não fomos informadas que isso poderia acontecer e que teriamos qu estar atenta.. hoje faz 7 dias q minha mãe se encontra internada em estado grave com falhas nos rins. Além de ja ter pressão alta tbm..e várias esquemias…
    Falaram pra mim que minha mãe tinha q fazer exame de sangue 1 vez na semana…porem a medica que passou o medicamento Marevan não informou nada. E hoje minha mae se encontra entre a vida e a Morte.
    Não recomendo esse Marevan.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Suelen. Sentimos muito e esperamos que sua mãe esteja bem. Realmente são muito importantes as orientações sobre o uso do medicamento!

  • Maria Isabel Pinto da silva
    Responder

    Minha mãe é hipertensa, colesterol alto e tem 5 stentis e está com arritmia, tem 81 anos e é lúcida e ativa. Está tomando eliquis junto c/atenolol há 3 meses, e losartana 50mg. Mas, sente mal estar, tontura e moleza. A pressão está baixa 9×5. É normal esses sintomas? Antes do Elequis e atenolol a pressão dela era 15, 16 e as vezes 17x 8 ou x 9.

    • Sueli Almeida Santos
      Responder

      Amei a orientação, tem muita coisa implícita no cuidado em casos de trombose por exemplo, evitar comer miúdos de frango que tanto gosto e agora vou evitar mais . Nas consultas médicas normalmente não dá tempo do médico passar tanta coisa importante. Obrigada e parabéns!!!

      • João Batista de Almeida
        Responder

        Faço uso de marevan tenho valvula.metálica. a 14 anos. Gostei muito dessa matéria

        • INGOH
          Responder

          Olá, João! Ficamos contentes que gostou e esperamos que a publicação tenha sido de grande ajuda.

      • INGOH
        Responder

        Olá, Sueli. Ficamos contentes que gostou da publicação, continue nos acompanhando para mais matérias e dicas de saúde!

    • Creuza Silva
      Responder

      Muito bom o conteúdo da matéria nos ajuda bastante nas dúvidas que pairam no ar

      • INGOH
        Responder

        Olá, Creuza! Ficamos contentes que gostou e esperamos que a publicação tenha sido de grande ajuda.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Maria. Tudo bem? A queda da pressão arterial é um dos efeitos colaterais das medicações Eliquis e Losartana. Mas, de qualquer forma, é importante realizar acompanhamento periódico com o médico que prescreveu o medicamento, assim ele estará ciente dos efeitos e poderá verificar se há necessidade de interromper o uso.

  • Rogério Vieira Maciel
    Responder

    O artigo é muito bom e me ajudou a entender muitas dúvidas que tinha, pois faço uso de Marevan a muitos anos.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Rogério! Que bom que te ajudamos, continue nos acompanhando para mais matérias assim.

  • Valdomiro Gomes da Rocha
    Responder

    Parabéns pelo artigo, muito esclarecedor

    • maria das gracas magalhaes sampaio
      Responder

      exelente artigo me wsckareceu em muito..

      • INGOH
        Responder

        Olá, Maria. Ficamos contentes com seu comentário, continue nos acompanhando para mais matérias e dicas de saúde!

    • Carlos vitorio
      Responder

      Como fazer para obter respostas para tirar duvidas

      • INGOH
        Responder

        Bom dia, Carlos. Nos envie sua dúvida aqui nos comentários, ficaremos felizes em respondê-lo! Você também pode entrar em contato conosco através de nossa Central de Atendimento: (62)3226-0200, por ligação ou WhatsApp.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Valdomiro! Ficamos contentes que gostou da matéria, continue nos acompanhando para mais dicas de saúde.

  • Hermes Dagoberto
    Responder

    Gostei do assunto de sua divulgação, gostaria de ver se é pertinente para meu site.

    Sds.

    • Noeme Silva
      Responder

      Muito bom o artigo, conteúdo bastante esclarecedor, de fácil compreensão, abrange todos os aspetos envolvidos do tema muito agradecida.

      • INGOH
        Responder

        Que bom que gostou, Noeme! Agradecemos o carinho e esperamos que a publicação tenha sido de grande ajuda.

    • Márcia Diolinda Coppo
      Responder

      Ótimo artigo!

      • INGOH
        Responder

        Olá, Márcia! Que bom que gostou, esperamos que a publicação tenha sido de grande ajuda.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Hermes! Que bom que gostou, continue nos acompanhando para mais matérias e dicas de saúde.

  • Maura
    Responder

    Muito bom. Tomo varfarina e hoje tive um sangramento nazal e durou 30 minutos. Fiquei muito apreensiva. Fiz compresa com gelo e água gelada e parou. Att. Maura
    O

    • Nayara Carvalho
      Responder

      Conteúdo de excelente didática e completo. Obrigada pelas informações .

      • INGOH
        Responder

        Olá, Nayara! Que bom que gostou, esperamos que a matéria tenha sido de grande ajuda.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Maura! Realmente é preocupante, mas que ótimo que houve melhora com a compressa de gelo. Caso ocorram sangramentos, não deixe de procurar seu médico ou assistência em um pronto socorro.

  • altíture gomes araujo
    Responder

    Gostei muito. Muito didático e comunicativo. Ajudou-se bastante no entendimento do assunto, no caso os anticoagulantes. Parabéns.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Altíture! Que bom que gostou, continue nos acompanhando para mais matérias e dicas de saúde.

  • Jerusa Ramos
    Responder

    Boa tarde ! Meu pai toma warfarina há 7 meses juntamente com atelenol e diltiazem ,AAS depois que teve um início de uma trombose , ultimamente tem tomado antiflamatorios e começo u aparecer una roxos na Palma da mão no braço e abaixo da costela, será que preciso suspender o warfarina???

    • INGOH
      Responder

      Olá, Jerusa! O ideal é que seu pai realize uma consulta com médica para que os hematomas sejam avaliados, assim vocês terão o melhor diagnóstico.

  • Camila Da Silva
    Responder

    Sou a Camila da Silva, e quero parabenizar você pelo seu artigo escrito, muito bom vou acompanhar o seus artigos.

    • INGOH
      Responder

      Que bom que gostou, Camila! Agradecemos o carinho e esperamos que a publicação tenha sido de grande ajuda.

  • Elenice Ferreira de Souza
    Responder

    adorei a explicacão e pude perceber que os anticoagulantes são bem perigosos pois se ocorrer qualquer tipo de sangramento o paciente poderá perder muito sangue. Quando fui acometida de AVC e ANEURISMA tive que tomar coagulante por ordem médica. PARABÉNS PARA O INSTITUTO GOIANO DE ANCOLOGIA E HEMATOLOGIA. Me chamo Elenice e o meu E-mail é elenice.adv@gmail.com QUE DEUS ABENCOE A TODOS.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Elenice! Ficamos contentes que gostou, agradecemos pelo carinho e esperamos que a publicação tenha sido de grande ajuda.

  • Claudinéia dadona
    Responder

    Uso marevam faz 2 anos já mas já usei a 13 anis atrás por conta de uma trombose venosa na perna e não tinha problema nenhum não sentia nada mas a hora a 2 anos tive trombose. Os braços e voltei a tomar o.marevam e agora vainsee para sempre pois. Fiz exame deu heterozigoto e aí tenho que tomar o resto da vida anticoagulante mas o marevam desta vez me faz muito mal o interfone fica certinho entre 2 e 3 mas me.sinto muito mal as vezes parece que vou morrer de tão fraca e normal não estou mais com a trombose e ainda assim passo muito mal nenhum queria voltar a tomar ele

    • INGOH
      Responder

      Olá, Claudinéia. Fraqueza não é um dos efeitos colaterais do Marevam®, portanto, é importante que faça uma avaliação médica especializada com brevidade. Desejamos-lhe uma ótima semana e muita saúde!

  • Aloizio
    Responder

    Boa noite eu sofri um Estiramento da Panturrilha mas apresenta sintomas de trombose minha dúvida é: Posso aplicar Cataflam Gel no local da lesão independente de ser somente um Estiramento ou Trombose?

    • INGOH
      Responder

      Bom dia, Aloizio! Sempre que existe suspeita de trombose deve-se ir ao hospital para identificar o problema e iniciar o tratamento adequado, antes de fazer o uso de qualquer medicação.

  • Cicero s de lima
    Responder

    Uso anticoagulante MAREVAM desde 1987 quando recebi o diagnóstico que tinha FEBRE REUMÁTICA e e já tinha afetado a minha valvula cardíaca desde então tomo BENZATACIL fiquei com seqüela no braço e perna esquerda e por isso faço esporte adaptado faço parte do CPB (comitê paralimpico brasileiro) e a pratica de esportes mudou a minha vida. VOCÊ QUE É JOVEM SEQUELADO OU TEM ALGUMA OUTRA DEFICIÊNCIA PROCURE UMA ASSOCIAÇÃO.ONG. ALGUMA FACULDADE ISSO VAI MUDAR A SUA VIDA

    • INGOH
      Responder

      Olá, Cicero! Muito legal o seu relato. A prática de esportes contribui para a construção de bem-estar psicológico, além de prevenir doenças como hipertensão, diabetes, alterações do colesterol e triglicérides, infarto, osteoporose, entre outras doenças. Realmente é muito importante incentivarmos a realização de exercícios físicos!

  • IZIS Mello
    Responder

    Gostei muito, estou mais informada e procurarei outro médico para trocar meus remédios.

    • INGOH
      Responder

      Olá, Izis! Ficamos contentes que gostou da matéria, obrigado por nos acompanhar!

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