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INGOH marca presença no maio evento de câncer de mama da América Latina

BBCS foi realizado, em Brasília, entre 16 e 18 de maio. Médicos da instituição participaram como ouvintes e palestrantes

A 13ª edição do Brazilian Breast Cancer Symposium (BBCS) foi realizada, em Brasília, entre os dias 16 e 18 de maio com mais de 600 inscritos e participantes de diversos países. Ao longo desses anos, o evento se tornou o principal congresso de pesquisa em câncer de mama da América Latina e, obviamente, o INGOH já é parceiro do BBCS há vários deles.

Em 2024, a instituição marcou presença como patrocinador, uma vez que a nossa missão é valorizar a vida. Nada mais justo, então, que apoiar a Ciência, que muda rotinas de tratamento e, consequentemente, oferece mais qualidade de vida para as pacientes diagnosticadas com câncer de mama.

Além de patrocinador, o INGOH contou com vários de seus médicos no evento. Tanto como ouvintes, quanto como palestrantes. Oncologistas, mastologistas e patologistas estiveram presentes e, com certeza, saíram ainda mais capacitados para lidar com as pacientes do INGOH.

A exemplo, Alexandre Marchiori, membro do corpo clínico da unidade e atual presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia – regional Goiás, coordenou a 1ª Jornada Centro-Oeste sobre Mastologia. A sala teve grande interesse do público e abordou técnicas cirúrgicas, atualizações práticas e discussões que interferem diretamente no dia a dia das pacientes.

Em outra sala de discussões, Leandro Oliveira, oncologista membro do corpo clínico do INGOH, palestrou na Preceptoria de Câncer de Mama e participou de duas mesas como debatedor. Além disso, apresentou um pôster com a experiência do INGOH sobre câncer de mama e mutação patogênica nos genes BRCA 1 e 2.

“O BBCS acrescentou na rotina a discussão de casos clínicos com colegas de vários serviços do Brasil. Destaco a honra de ser selecionado para uma participação ativa em meio a renomados especialistas em câncer de mama do Brasil e speakers internacionais”, ressalta.

Para complementar, uma paciente do INGOH foi palestrante no BBCS 2024, edição essa que inovou ao abrir espaço para a fala dos mais interessados no aprimoramento da Ciência: os pacientes diagnosticados com câncer de mama. A filósofa Ana Kelly Souto (foto destaque) abordou de forma emocionante, as perspectivas e reflexões de quem está do outro lado da mesa.

No INGOH, você conta com uma equipe técnica capacitada e empenhada para lhe oferecer tratamentos atuais e individualizados para cada tipo de caso. Se precisar, conte conosco!

Farmácia do INGOH é a única com selo de acreditação ONA em Goiás

Certificação foi concedida após instituição ter atendido critérios de segurança, estrutura e gestão

A farmácia do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH), localizada na nossa matriz, em Goiânia, obteve um reconhecimento que nos enche de orgulho. No mês de junho, a farmácia garantiu a recertificação do selo de qualificação concedida pela ONA – Organização Nacional de Acreditação – reforçando o compromisso do Instituto em levar atendimento de qualidade e humanizado aos pacientes.

O selo foi possível graças ao empenho dos colaboradores e na excelência dos serviços prestados. A qualificação foi concedida pela primeira vez em junho de 2021 e, anualmente, os critérios de segurança, estrutura e gestão são verificados para a manutenção do selo, No ano passado, a farmácia manteve o reconhecimento e, em junho de 2023, a recertificação foi concedida, uma vez que a manipulação e atenção farmacêutica seguiram conforme os requisitos do manual.

Farmácia INGOH – Pioneirismo e excelência

O INGOH é a primeira e única instituição do Estado de Goiás a ser reconhecida com o selo de Serviço de Manipulação e Atenção Farmacêutica.

A gestora sênior da oncologia do INGOH, a farmacêutica Maysa Auxiliadora Dias Gomes, explica que o selo mostra que a instituição é séria, tem credibilidade e busca sempre a capacitação dos profissionais. “Os pacientes também são beneficiados, pois os processos estão sempre em dia e os serviços padronizados”, pontua.

Seis funcionários trabalham diretamente no espaço. A certificação engloba a farmácia de manipulação e a clínica. Reconhecimento que chama a atenção do mercado e da própria indústria farmacêutica pela qualidade dos serviços prestados.

Amamentação acolhedora para mamães e bebês

Mulher amamentando bebê

Leite materno contém nutrientes necessários para desenvolvimento e saúde da criança. Cuidados nesse período auxiliam a evitar infecção mamária

Mulher amamentando bebê
Foto: EBC

Agosto é o mês de uma campanha mundial que busca conscientizar sobre a importância da amamentação para a saúde e o bem-estar dos bebês e suas mães. A ação é conhecida como “Agosto Dourado” devido à cor associada ao leite materno, que é o alimento essencial e valioso para os recém-nascidos.

O alimento é amplamente reconhecido como a melhor fonte nutricional para os bebês nos primeiros meses de vida. Ele contém todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento e saúde da criança, além de oferecer proteção contra doenças. A amamentação também proporciona sentimentos emocionais, estreitando o vínculo entre mãe e filho.

O que algumas pessoas não sabem é que os cuidados com a amamentação devem começar ainda durante a gestação, como explica o mastologista Alexandre Marchiori. “Hoje, o que temos de evidência científica, realmente, é a utilização de luz solar por cerca de 15 minutos no início da manhã e no final do dia. Essa ação ajuda a deixar a pele um pouco mais forte”, ressalta.

Outro ponto destacado pelo mastologista, que é membro do corpo clínico do INGOH e atual presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia – regional Goiás, são as alterações naturais que algumas mulheres apresentam nas mamas, durante a gestação e o pós-parto.

“As mamas enchem, crescem, as veias ficam mais saltadas, a pele pode se tornar mais escura e perder o contorno bem definido da aréola. Mas é importante saber que isso tudo é um preparo para a amamentação. Essas são alterações morfológicas nas mamas no período de gestação e lactação”, explica o médico.

Amamentação – Prevenção à Mastite

Segundo Marchiori a preocupação deve ser com a mastite, que é uma infecção. “Geralmente, acontece por uma fissura que surge devido a pega incorreta e tende a fazer um machucado que é a porta de entrada para bactérias na mama. Se não tratada no início, pode evoluir para um abscesso”.

O acompanhamento com um médico é essencial para a amamentação correta e o mais confortável possível para a mãe e para o bebê. “Quando a criança nascer, essa paciente precisa ter bastante orientação quanto a técnica de amamentação correta. Por exemplo, os bebês não devem sugar o mamilo e sim a aréola e para ter essas instruções é muito importante as visitas ao especialista.”, finaliza.

O INGOH incentiva a prática da amamentação como um ato de cuidado, amor e saúde para os pequenos, para a construção de uma sociedade mais saudável e consciente.

 

Agosto Branco – Se é fumante, tem que rastrear

Dr. André Luiz Carneiro, Cirurgião Torácico do INGOH.

Câncer de pulmão é a neoplasia que mais mata no mundo. Tabagistas devem se submeter a uma tomografia de tórax por ano para descobrir doença em estágio inicial

Dr. André Luiz Carneiro, Cirurgião Torácico do INGOH.

O câncer de pulmão é atualmente a doença que mais mata no mundo, se considerarmos a origem de fatores evitáveis. Em escala global, estima-se que, em 2023, serão registrados mais de 2,2 milhões de novos casos. Desses, 32 mil são no Brasil. Diante de dados tão assombrosos, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) criou a Campanha Agosto Branco. O objetivo é levar informação sobre a doença para que as pessoas possam se prevenir e procurar ajuda médica o mais cedo possível.

“O tratamento do câncer de pulmão depende do estágio de descoberta. No início da doença, o câncer de pulmão pode ser tratado com cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. Nos estágios mais avançados da doença, o tratamento tende a ser paliativo, com o objetivo de aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente”, explica o cirurgião torácico do INGOH, André Luiz Carneiro.

Agosto Branco – Tratamento e Descoberta do Câncer de Pulmão

Tão importante quanto falar de tratamento, é também alertar sobre a descoberta, uma vez que ela interfere no sucesso do tratamento. “O rastreamento do câncer de pulmão é feito com uma tomografia computadorizada de baixa dose de radiação. Ele é recomendado para pessoas com mais de 55 anos que fumam ou fumaram pelo menos 15 maços por ano, mas, na prática, recomendamos que todos os tabagistas busquem o rastreio anualmente, independentemente da idade e da quantidade de cigarro fumado”, esclarece Dr André Carneiro.

O cigarro (eletrônico ou não) corresponde a cerca de 85% dos diagnósticos de câncer de pulmão e, por ser uma doença silenciosa, quando o paciente apresenta sintomas como rouquidão, fadiga, tosse persistente, dificuldade pra respirar e outros, “já temos casos avançados. Por isso é tão importante fazer o rastreio”, reforça o cirurgião torácico.

Dessa forma, se você apresentar algum desses sintomas, é importante procurar um médico o mais rápido possível. No INGOH, temos equipe especializada para isso. Agende sua consulta e cuide de você – seja para tratamento ou prevenção!

Confira entrevistas que o Dr André Luiz Carneiro concedeu à CBN Goiânia e à Rádio Bandeirantes (a partir de 1h11 de programa) sobre o tema Agosto Branco.

 

Câncer de mama em mulheres jovens: raridade e problema de saúde pública

Falta de estudos em população com menos de 40 anos dificulta conhecer comportamento da doença. Simpósio goiano, patrocinado pelo INGOH, tem objetivo de contribuir para a discussão

A segunda edição do Simpósio Goiano de Câncer de Mama em Jovens, cujo patrocínio principal é do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH), será realizada no próximo dia 5 de agosto. O evento foi idealizado pelo oncologista Leandro Gonçalves, membro do corpo clínico da unidade, e conta com o apoio integral da Sociedade Brasileira de Mastologia – regional Goiás (SBM-GO), a qual conta com a presidência do mastologista Alexandre Marchiori, que também integra o corpo do INGOH.

O Simpósio aborda o câncer de mama – e seus subtipos – em mulheres com menos de 40 anos, uma vez que elas também estão sujeitas à neoplasia, mas ficam de fora das recomendações oficiais de acompanhamento anual. “Apesar de ser rara em pacientes jovens, a doença representa um importante problema de saúde pública devido ao impacto social, pessoal e econômico do diagnóstico em mulheres com menos de 40 anos” explica o oncologista, ao justifica a importância de debater a temática.

“Além disso, estudos para este grupo são escassos e, no Brasil, não se sabe se há particularidades clínico-patológicas. Existe um apelo por parte dos pacientes e familiares para melhor entendimento da doença e há um sentimento global de aumento de casos para esta faixa etária”, reforça Gonçalves.

Questões relacionadas ao maior risco de predisposição genética ao câncer, menopausa prematura, perda de fertilidade, ganho de peso, problemas sexuais e interrupção muitas vezes definitiva de projetos profissionais são outros pontos importantes dentro desta seara. Isso porque eles podem contribuir para que mulheres mais jovens com câncer de mama experimentem níveis mais elevados de estresse psicológico, quando comparadas às pacientes mais velhas.

Presidente da SBM-GO, Marchiori ressalta que “o câncer de mama assusta muitas pacientes e, quando estamos falando de mulheres mais jovens, devemos lembrar que várias delas nem concluíram sua programação de formação familiar”. O que, de acordo com o médico, engrandece ainda mais o simpósio.

“Essa faixa etária não tem preconização de rastreamento anual, a não ser uma subpopulação específica, como aquelas pacientes que já têm casos de câncer de mama diagnosticados em familiares de primeiro grau. Então, se a realidade está mudando, precisamos debater e estudar o assunto para que possamos propor políticas públicas de tratamento, se for necessário. Por isso, a SBM-GO apoia o evento e atua de forma efetiva para que ele seja um sucesso”, pontua Marchiori.

O Simpósio é voltado para médicos que atuam no tratamento de câncer de mama e será realizado no dia 5 de agosto, no Castro’s Park Hotel, das 8 às 14 horas. As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas. Inscreva-se!

 

Dia Internacional da Amizade: importância do amigo no tratamento oncológico

Rede de apoio emocional faz com que pacientes oncológicos recebam acolhimento e validação

Hoje, 20 de julho, celebramos a importância dos amigos! Essa data reforça a reflexão sobre o quanto eles são fundamentais na vida do paciente oncológico, especialmente durante o tratamento – seja ele cirúrgico ou clínico. A jornada contra o câncer é um caminho desafiador e se cercar de pessoas que espalham o bem, o amor e o apoio emocional é importante para o processo.

Ter uma rede de apoio ajuda a dividir as dores e multiplicar as alegrias ao concluir cada etapa do tratamento. Para a psicóloga do INGOH, Wanessa Marsal, a relação de cuidado e troca é um dos momentos mais importantes que o paciente vivencia durante o tratamento.

“O amigo tem esse papel de cuidar e proteger! O paciente oncológico precisa sentir que pode contar com essa pessoa, falar o que está sentindo, ser acolhido e validado. Hoje, nós temos muitos pacientes que escolhem fazer o tratamento acompanhado de um amigo – e não um familiar, como era de costume”, pontua a psicóloga.

Wanessa ressalta ainda que um amigo pode ser considerando um integrante da família do paciente, mesmo sem laços sanguíneos. Ter esse apoio pode gerar um novo ânimo para superar a doença.

“A amizade vai muito além do título, inclusive, é bíblico, pois ‘existem amigos que são mais chegados que irmãos’. Isso acontece devido a essa proximidade, a preocupação e ao olhar de cuidado que os amigos possuem um com o outro. Quem encontra um amigo encontra um tesouro”, ressalta.

Portanto, neste Dia do Amigo e Internacional da Amizade, o INGOH agradece a todos aqueles que são pilares e parceiros de caminhada. E para aqueles que estão passando por um tratamento oncológico, lembrem-se que não estão sozinhos: aqui no INGOH, temos o serviço de psicologia que atende a todos os pacientes da unidade. Você pode e deve solicitar ajuda e, então, compartilhar preocupações, emoções e vitórias. Receba o amor e o apoio daqueles que estão ali por você. Juntos, somos mais fortes!

Julho roxo: mês de conscientização do câncer de bexiga

Neoplasia é uma das mais comuns no trato urinário e é associada ao tabagismo

Sangue na urina, dor ao urinar, necessidade frequente de micção ou sensação de bexiga cheia são sintomas comuns de infecções urinárias. Mas é preciso tomar cuidado e procurar um urologista, pois estes sinais também podem ser indícios de câncer de bexiga. Números do Instituto Nacional de Câncer (Inca) revelaram que, no ano passado, o Brasil registrou 11.370 casos da doença, sendo 7.870 em homens e 3.500 em mulheres. Pelo menos 4.595 pessoas morreram, sendo 3.097 vítimas do sexo masculino e 1.498 do sexo feminino.

A doença é mais comum em homens brancos e de idade avançada, em especial após 55 anos de idade. O risco é ainda maior se a pessoa for tabagista. De acordo com o Inca, as chances de o paciente tabagista desenvolver a doença são três vezes maiores do que um não fumante. Além disso, trabalhadores que lidam diretamente com produtos químicos, como defensivos agrícolas, mineração e maquinistas podem apresentar risco aumentado de desenvolver a doença.

O médico urologista do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia, Leandro Ferra, reforça as medidas de prevenção. “A primeira delas, e não poderia deixar de ser, é não fumar. Uma alimentação balanceada e prática de exercícios físicos também ajudam a evitar a doença”, reforça o doutor.

O diagnóstico precoce auxilia na realização de tratamentos adequados e cirurgias conservadoras. Uma das técnicas utilizada é a cirurgia robótica. Segundo o doutor Leandro Ferro, a utilização do robô neste tipo de procedimento contribui com a preservação da bexiga e com a recuperação do paciente. “A cirurgia robótica tem sido utilizada em tratamentos no trato urinário e possuem respostas positivas ao paciente Em estágio inicial e com a doença superficial na bexiga, o tratamento endoscópico é o método de escolha. A cirurgia robótica é ainda uma boa opção quando a doença apresenta progressão”, conclui.

 

Diabetes: mais de 530 milhões de pessoas convivem com a doença, no mundo

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia trabalha com a estimativa de que número salte para 783 milhões, em 2045. Hábitos de vida contribuem para estatística

O diabetes é caracterizado pela “deficiência de produção e/ou de ação da insulina”, segundo definição da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). A entidade ainda ressalta que a doença é caracterizada em duas linhas diferentes, popularmente chamadas de diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2.

A primeira diz respeito a destruição autoimune das células que produzem a insulina, hormônio responsável por reduzir a glicemia do nosso sangue, ao promover a entrada de glicose nas células. Por se tratar de uma enfermidade em que o próprio corpo destrói seus componentes saudáveis, esse tipo de diagnóstico, normalmente, é feito em pessoas mais jovens – crianças e adolescentes, por exemplo. Apesar disso, ela pode se desenvolver em outras faixas etárias também.

Já o diabetes tipo 2 é mais propenso de ocorrer em pessoas com mais de 40 anos, com aumento de peso e sedentárias, uma vez que há a produção de insulina pelo pâncreas, mas as células musculares e adiposas têm dificuldades de absorver tal hormônio. Nesse tipo de diagnóstico, hábitos de vida não saudáveis estão diretamente associados à condição, por isso, alimentação balanceada e prática regular de atividades físicas contribuem para evitar a doença.

O INGOH ressalta a importância de falar sobre esse assunto, uma vez que a SBEM estima que, em 2030, 578 milhões de pessoas no mundo sejam acometidas pelo diabetes. Número que deve saltar para 700 milhões, em 2045. Apesar de ser uma enfermidade crônica, o paciente com diabetes controlado tem uma boa qualidade de vida; em contrapartida, quando não tratada, a doença pode levar sérios riscos à pessoa.

E justamente por isso, o diabetes está entre as 10 principais causas de morte, no mundo todo, conforme dados do Atlas de diabetes, da Federação Internacional do Diabetes (IDF). Dados divulgados pelo Ministério da Saúde, por meio da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças por Inquérito Telefônico (Vigitel), apontam que, no Brasil, dos 27 mil brasileiros entrevistados para compor o Vigitel 2021, quase 10% confirmaram diagnóstico de diabetes.

Portanto, cuide-se e faça exames regularmente, pois muitos brasileiros são pacientes com diabetes. No INGOH, há um time de endocrinologistas capacitado para lhe atender da melhor forma. Agende uma consulta e priorize a sua saúde.

 

Estoque reforçado, esperança renovada

Campanha do Dia Mundial do Doador de Sangue leva dezenas de doadores ao INGOH

No mês de junho, tem muito a ser comemorada no Banco de Sangue do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH). Durante as ações do Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado no dia 14, 182 voluntários se uniram e foram ao local em nome da solidariedade. O número é quatro vezes maior que nos dias comuns e ajudou a reforçar o estoque de bolsas da unidade.

O coordenador do Banco de Sangue do INGOH, Humberto Dantas, comemora o saldo positivo.

“Tivemos muitos doadores que não conheciam nossa instituição e foram doar no INGOH pela primeira vez graças à campanha”, explica.

Com essa boa ação, o estoque de bolsas será destinado a unidades públicas e particulares do estado, contribuindo com a recuperação de centenas de pacientes, uma vez que uma única bolsa é capaz de salvar até quatro vidas.

Por ser um dia especial, os agrados aos voluntários também foram pensados com muito carinho. Os doadores ganharam um milkshake bem saboroso e um brinde personalizado. Contudo, o maior foi, sem dúvida, ajudar quem tanto precisa.

Confira como foi o Dia Mundial do Doador de Sangue no INGOH.

Se você não participou da Campanha do Dia Mundial do Doador de Sangue, não se preocupe. As doações seguem normalmente no Banco de Sangue da matriz em Goiânia, de segunda a sexta-feira, das 07h às 17h e aos sábados, das 08h às 12h.

Hipertensão e o tratamento de quimioterapia

Em quadros oncológicos, cerca de 26% dos pacientes apresentam hipertensão antes da quimioterapia, estimativa semelhante à da população em geral, segundo dados do Ministério da Saúde a partir de análises do Vigitel. Já no caso de pacientes em tratamento de câncer, a taxa sobe para 33% e é aí que está a necessidade dos cuidados especiais nesses casos.

O Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH) conversou sobre o assunto com a médica cardiologista especialista em cardio-oncologia Dra. Letticya Pereira. Acompanhe.

O que é hipertensão?

A hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, se caracteriza pela presença de vasos sanguíneos que possuem pressão elevada de forma persistente, agravando os riscos do aparecimento de doenças cardíacas, renais, cerebrais e outras.

O sangue é bombeado com maior pressão pelo coração e empurra as paredes dos vasos sanguíneos, passando pelo corpo com maior dificuldade. Dra. Letticya explica: “É uma doença crônica e silenciosa, que na maioria das vezes não irá causar nenhum sintoma.”

 Você pode ler mais sobre hipertensão no contexto da Covid-19 em: Hipertensão e Covid-19.

Hipertensão e tratamento oncológico

A maioria dos tratamentos de câncer podem elevar a pressão arterial, gerando o quadro de hipertensão, que se manifesta como um dos efeitos adversos das terapias oncológicas. Sobre esse tema, a Dra. Letticya fala diretamente com os pacientes oncológicos os quais têm maior chance de desenvolver a hipertensão arterial durante o tratamento quando comparados à população em geral:

“Muitos podem se perguntar: será que o tratamento oncológico pode alterar a minha pressão arterial? A resposta é sim. Alguns quimioterápicos podem agravar e também induzir o aumento da pressão arterial. Isso é frequente devido à toxicidade direta no sistema cardiovascular durante o uso da quimioterapia. Entre os fatores que podem agravar essa pressão arterial estão: doença cardiovascular, o tipo de tumor, a medicação e a dose prescrita.”

 A maior predisposição em desenvolver a hipertensão está em tumores que se desenvolvem no ovário, mama, cólon, tireoide, sarcoma, células renais, testículos, bexiga, entre outros.

Paciente hipertenso com câncer: cuidados especiais

Já possui o diagnóstico prévio de hipertensão? Confira os cuidados necessários: mantenha um acompanhamento com o seu cardiologista e solicite um relatório com o seu oncologista para que, caso haja qualquer alteração na pressão arterial, o seu cardiologista esteja ciente de todas as medicações que estão sendo utilizadas.

O alerta vale também para pacientes oncológicos que ainda não são hipertensos, mas que podem vir a desenvolver o quadro, que pode aparecer até um ano após a conclusão do tratamento. Por isso, é fundamental seguir com o acompanhamento com o cardio-oncologista durante o tratamento e também após o término.

O controle da pressão arterial será fundamental para evitar infarto, derrame cerebral, alterações renais e, especialmente, para finalizar o tratamento oncológico com segurança. A regularização da pressão será feita de acordo com o ciclo dos quimioterápicos que estão sendo utilizados. No início, o risco de desenvolver oscilações na pressão é maior, logo, a aferição deverá ser semanal. Após esse período crítico, o acompanhamento será personalizado.

INGOH: sempre com você

Seja qual for o seu estágio oncológico, além da necessidade do acompanhamento com o

cardio-oncologista, aqui no INGOH você encontra a equipe médica especializada para um tratamento personalizado e efetivo. Estamos prontos para te receber. Agende a sua consulta clicando aqui.

Logo abaixo você confere na íntegra o vídeo da Dra. Letticya Pereira. E para mais conteúdoscomo este, siga o INGOH nas redes sociais. Lá você também encontra dicas, notícias e muito mais. Acesse nosso Instagram e Facebook.