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Testes sorológicos anti-HIV

Testes sorológicos anti-HIV  

Todas as vezes que nosso organismo é contaminado por algum vírus, produz partículas de defesa, os ANTICORPOS. O mesmo acontece quando o vírus da Aids entra em nosso corpo: o organismo, durante semanas e até meses depois da contaminação, produz os anticorpos do HIV. É a presença ou não desses anticorpos que o teste vai revelar.

Antes de realizar o teste é necessário estar bem informado das suas vantagens e desvantagens devido às conseqüências emocionais que ele pode provocar. O teste só pode ser feito com o consentimento da pessoa.

Resultado positivo

O resultado positivo significa que anticorpos para o HIV, foram encontrados no sangue. O teste nada indica sobre o desenvolvimento futuro da infecção pelo HIV e se a pessoa tem ou terá Aids.

As técnicas de exame geralmente realizados são: Elisa, Western Blot e Imunoflorescência. Os dois últimos são também chamados testes confirmatórios. Quando uma pessoa tem o resultado do teste positivo, e tendo sido feito apenas o teste Elisa, deve exigir a realização de um dos testes confirmatórios.

Resultado negativo

Significa que, neste momento, nenhum anticorpo para o HIV foi identificado. Há duas interpretações para esse resultado:

1. A pessoa não foi infectada. Deve continuar exercitando todas as precauções necessárias para evitar futura exposição ao HIV.

2. A pessoa foi infectada, mas o corpo ainda não produziu os anticorpos que podem ser detectados pelo teste.

A maioria das pessoas que se tornam infectadas produzem anticorpos de 2 a 8 semanas após o momento do contato de risco, podendo esse tempo se estender até 6 meses.

Tipos de teste

As técnicas rotineiramente utilizadas para o diagnóstico da infecção pelo HIV são baseadas na detecção de anticorpos contra o vírus. Estas técnicas apresentam excelentes resultados e são menos dispendiosas, sendo de escolha para toda e qualquer triagem inicial. Porém detectam a resposta do hospedeiro contra o vírus, e não o próprio vírus diretamente. As outras três técnicas detectam diretamente o vírus ou suas partículas. São menos utilizadas rotineiramente, sendo aplicadas em situações específicas, tais como: exames sorológicos indeterminados ou duvidosos, acompanhamento laboratorial de pacientes, mensuração da carga viral para controle de tratamento, etc.