Edit Content
Search

Março Vermelho: a importância do diagnóstico precoce do câncer de rim

Você esta em:

  1. Home
  2. »
  3. Blog
  4. »
  5. Março Vermelho: a importância do diagnóstico precoce do câncer de rim

Indice

Mais comum em pessoas de 50 a 70 anos, em especial no público masculino. Tabagismo, obesidade, hemodiálise de longa duração e hipertensão são considerados fatores de risco para o desenvolvimento deste câncer

Os rins são responsáveis por excretar substâncias tóxicas e atuam como reguladores para manter o equilíbrio de elementos, a exemplo da água e dos sais minerais presentes no sangue. Eles também desempenham outras funções, como controlar a pressão arterial e produzir o hormônio eritropoietina, que estimula a produção de hemácias. Uma campanha muito importante de conscientização sobre a saúde renal é o Março Vermelho, que tem como
objetivo chamar atenção para o câncer de rim ou neoplasia renal.

 

A doença não costuma apresentar sinais, sobretudo no início, mas em algumas pessoas o tumor pode causar dor na parte lateral da barriga e nas costas, perda de peso acentuada e sem explicação aparente, inchaço abdominal e sangue na urina. O diagnóstico precoce é um fator chave para mudar o curso da doença, já que os sintomas surgem apenas em casos mais avançados.

O Instituto Oncoguia, ONG destinada à área oncológica, aponta que câncer de rim é mais comum em homens que em mulheres, sendo mais frequente em pessoas de 50 a 70 anos. Outros motivadores do desenvolvimento do quadro de neoplasia renal são: hábito de fumar, obesidade, hemodiálise de longa duração, exposição a substâncias como cádmio, derivados de petróleo e asbesto, além de histórico familiar e hipertensão.

A importância de ter uma rotina saudável, como alimentação adequada, prática de exercícios físicos e a ingestão de um volume adequado de água por dia, são medidas essenciais para o bom funcionamento do sistema renal. É importante tomar pelo menos 2 litros de líquido por dia, se não tiver nenhuma condição médica que contraindique esse volume e sempre conversar com seu médico de confiança.

Se precisar, o Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH) está à disposição!