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A quimioterapia consiste no emprego de medicamentos, chamados quimioterápicos, para combater células doentes (cancerígenas), destruindo e/ou controlando seu desenvolvimento. O tratamento com medicamentos anticâncer é um dos quatro métodos de se atacar o câncer. Pode ser utilizada com qualquer um dos outros métodos: radioterapia, imunoterapia e cirurgia, dependendo de fatores como tipo de tumor, localização e estágio da doença. Alguns dos medicamentos já estão amplamente testados e são encontrados no comércio. Outros, entretanto, ainda são drogas em investigação, estão sendo extensivamente pesquisadas e não estão disponíveis para todos.

Podem ser ministradas isoladamente (monoquimioterapia) ou combinadas (poliquimioterapia). Sendo esta última a que apresenta resultados mais eficazes, pois consegue maior resposta a cada aplicação, diminui o risco de resistência às drogas e consegue atingir as células em diferentes fases do seu ciclo.

O INGOH está preparado para administrar seu tratamento quimioterápico. Uma equipe experiente sempre comprometida com o seu bem-estar permanece ao seu lado em cada fase do tratamento.

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Rastreamento do Câncer Colorretal - INGOH - Instituto Goiano de Oncologia e HematologiaINGOH - Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia
Quimioterapia Unidades

Rastreamento do Câncer Colorretal

Texto do Dr. Leandro Gonçalves Oliveira, Oncologista Clínico

Médico do corpo clínico do INGOH

Exames de screening ou rastreamento são aqueles realizados em indivíduos assintomáticos com o objetivo de detectar lesões pré-malignas e câncer em estágio precoce. O câncer de intestino é o terceiro câncer mais comum no Brasil em homens e mulheres. Na maioria dos casos, a doença se desenvolve a partir de lesões chamadas adenomas, de forma lenta, indolor e silenciosa. Todo indivíduo adulto deve ser avaliado e classificado quanto ao risco de desenvolver câncer colorretal:

Risco moderado:

- Idade > 50 anos (cerca de 90% dos casos acometem indivíduos >50 anos)

Risco elevado:

- História familiar positiva de câncer colorretal ou adenomas

- Doença inflamatória intestinal (retocolite ulcerativa e doença de Chron)

- História pessoal prévia de adenomas ou câncer colorretal.

Risco muito elevado:

- Síndromes genéticas familiares de câncer colorretal como Polipose Adenomatosa Familiar e Síndrome de Lynch.

Os exames de rastreamento são classificados como testes capazes de detectar lesões pré-malignas (pólipos), como a colonoscopia, e testes que detectam câncer em fase inicial, a partir da pesquisa de sangue oculto nas fezes, por exemplo.

O Ministério da Saúde recomenda, para a população de risco moderado, assintomática, o início do rastreamento aos 50 anos com a pesquisa de sangue oculto nas fezes, repetido anualmente. Caso o exame seja positivo, deve ser realizada uma colonoscopia.

Diversas sociedades médicas consideram a colonoscopia como método preferido para screening uma vez que visualiza todo o intestino grosso e é capaz de detectar tanto lesões pré-malignas quanto lesões malignas em estádio inicial. A recomendação para indivíduos de risco moderado é realizar o primeiro exame aos 50 anos e repetir após 10 anos caso o exame seja normal.

Pacientes que apresentam sintomas de alarme para câncer, como dor abdominal, emagrecimento e principalmente sangue vivo nas fezes, devem ser submetidos à colonoscopia, e não à pesquisa de sangue oculto nas fezes.

Outros exames também aceitos para rastreamento (a partir dos 50 anos), porém utilizados com menor frequência são: retossigmoidoscopia , enema opaco e “colonoscopia virtual” por tomografia.

Indivíduos com fatores de risco elevado ou muito elevado de câncer de intestino são aconselhados a acompanhar com um especialista devido à necessidade de início dos exames mais precocemente, isto é, antes dos 50 anos de idade, e de forma mais frequente.

Converse com seu médico. Faça sua parte na luta contra o câncer: previna-se!