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TV Anhanguera mostra ação Correio do Afeto do INGOH

Pacientes que necessitam de sangue durante tratamento escrevem cartinhas de agradecimento para doadores. Recados emocionam destinatários

No dia 26 de agosto, os doadores de sangue do INGOH foram surpreendidos com cartinhas de agradecimento. Elas foram escritas por pacientes assistidos na unidade de saúde e necessitam de sangue durante o tratamento. A ação foi divulgada pela TV Anhanguera, conforme exibe o vídeo abaixo, por mesclar a relevância pública do assunto e a humanização da assistência, práticas que fazem parte da rotina do INGOH.  Importante ressaltar que o sigilo entre doador e receptor foi mantido, pois os pacientes fizeram uso de sangue doado em outra ocasião.

Estreitar o elo existente entre doador e receptor é uma forma de demonstrar na prática a importância da doação de sangue. Pensando nisso, o INGOH idealizou o Correio do Afeto, prática que possibilita aproximar as duas partes desse processo. Os recadinhos emocionaram os destinatários, que seguravam nas mãos uma prova do quanto a atitude voluntária da doação de sangue é essencial para salvar a vida de alguém.

“Quero agradecer pelo recadinho. Fiquei muito emocionado! Eu sou doador de plaquetas aqui no INGOH há 10 anos, desde que meu filho precisou da doação de alguém. Depois disso, nunca mais parei”, conta Leandro Barbosa. Ele, em mais um dia convencional de doação, foi surpreendido com um recado emocionado de uma paciente que preferiu se identificar apenas por Cristiane. “Quanto mais doador no mundo, mais amor distribuído!”, enfatiza Barbosa.

Na outra ponta, Sofia Marques, de 5 anos, faz acompanhamento para controle de anemia falciforme, no INGOH, cujo tratamento precisa de transfusão sanguínea. Além do Correio do Afeto oficial, ela fez questão de produzir uma linda pintura: uma menina rodeada por corações. “Fiz esse desenho porque eu quero espalhar amor no mundo e agradecer por tudo”, conta a pequena. Renato Costa, que estava na unidade doando plasma de convalescente ficou emocionado ao receber os recados de Sofia. “Eu nunca imaginei uma surpresa dessas! Torço para que a Sofia e tantas outras pessoas que precisam de sangue sejam curadas e desejo, também, que a população tome consciência do quanto é importante a doação”, observa Costa.

Confira o vídeo na íntegra e se emocione com esses depoimentos:

Assessoria de Imprensa | INGOH

Histórias de força

Seja individual ou em grupo, situações de superação e amor ao próximo fazem parte da rotina do Banco de Sangue do INGOH, onde a equipe está sempre a postos para auxiliar e compartilhar esses momentos com seus personagens

O Banco de Sangue do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH), naturalmente, é um setor que coleciona diversas histórias bonitas. E, durante esse tempo de pandemia provocada pelo novo Coronavírus, esses episódios têm se intensificado ainda mais. Durante a mesma semana, entre os dias 20 e 24 de julho, os colaboradores presenciaram duas belas histórias. A primeira é protagonizada por Bruno Inácio, um empresário que tem trauma de agulha e mesmo assim quis doar plasma convalescente; enquanto a outra, mostra a força feminina na política e também na causa social.

Após se curar da Covid-19 e ter consciência de que poderia ajudar outras pessoas em estado grave, Bruno procurou o Banco de Sangue do INGOH para doar plasma convalescente. “Eu tenho muito medo de agulha e não me envergonho de revelar essa fragilidade. Apesar disso e de enfrentar uma crise de ansiedade durante o processo de coleta, fui muito bem acolhido e cuidado aqui. Só consegui me acalmar e finalizar a doação por causa dessas ‘anjas’ que me assistiram!”, compartilha. As ‘anjas’ a quem Bruno se refere são a técnica Deborah Gonçalves e as enfermeiras Nayara Akamatsu e Lorena Alves.

Como gratidão pelo amparo e pela felicidade em ter enfrentado um medo que já o acompanha há algum tempo, Bruno presenteou a equipe com uma deliciosa torta sabor dois amores, que mescla brigadeiro de chocolate com brigadeiro de leite em pó. “É o mínimo, depois do que elas fizeram por mim. Semana que vem estarei aqui para doar novamente, podem me esperar!”, celebra Bruno.

Ainda no sentido de demonstrar força, mas, dessa vez ligada ao poder da união, um grupo de mulheres se mobilizou para ajudar o próximo, ainda que em tempos de pandemia. Elas, que integram o partido Avante, em Goiânia, decidiram se unir para doar sangue no INGOH e levaram mais de 20 pessoas para a unidade, ao longo da referida semana. Na sexta-feira (24), representadas na figura da cientista política Ludmila Rosa, as mulheres demonstraram o poder da união feminina.

“Foi muito bacana a receptividade que o INGOH teve conosco! Nós estamos à disposição para auxiliar, principalmente porque, em ações como essa, conseguimos transmitir a mensagem de solidariedade para com o próximo e também a força da mulher”, relata Ludmila. Assim como Bruno Inácio e Ludmila Rosa, o INGOH reforça que segue de braços abertos para receber pessoas que queiram fazer o bem e, para isso, trabalha incansavelmente para entregar um atendimento acolhedor e seguro para todos.

Assessoria de Comunicação | INGOH

Sobre doação de sangue

Sangue é uma substância nobre, responsável pelo transporte do principal combustível de nosso organismo, o oxigênio. Apesar das inúmeras tentativas de se criar um substituto, ainda não pode ser produzido industrialmente. Diariamente, milhares de pessoas precisam de sangue. Sem sangue, a saúde entra em colapso. Não é tarefa fácil manter os estoques. Por isso, cabe a cada um de nós pensar de que maneira um gesto espontâneo como esse pode mudar para sempre a vida de alguém.

Pessoas saudáveis podem e devem doar. Lembre-se: pode ser que um dia alguma pessoa de quem você goste muito (parente, amigo) venha a precisar de sangue. Inclusive você mesmo!

Sobre doação de plaquetas

Plaquetas são fragmentos de células, presentes habitualmente no sangue, e muito importantes para a coagulação! São produzidas pela medula óssea e podem ser armazenadas no baço. Quando um vaso ou órgão é lesado, as plaquetas se prendem ao local formando uma barreira que evita o sangramento.

O processo de doação de plaquetas denomina-se de Plaquetaférese, e a técnica utilizada chama-se aférese, que significa “separar” ou “retirar”. Aférese é um procedimento realizado em um equipamento próprio, onde se retira do sangue um de seus componentes, com devolução dos outros componentes ao doador.

Para doação por aférese é necessária a punção de duas veias, de modo que o sangue que sai da veia, passa pelo equipamento onde fica retida a quantidade de plaquetas permitida para cada doação e o restante do sangue é devolvido, sem nenhum dano. As plaquetas retidas na máquina são automaticamente transferidas para uma bolsa coletora, a qual irá para o banco de sangue. O doador permanece em ambiente fresco e confortável e a coleta dura aproximadamente uma hora.

Vantagens:

1. Possibilidade de selecionar apenas o que deseja coletar, sem a necessidade de extrair uma porção completa (cerca de 450ml em doação convencional) de sangue do doador. Dessa forma, o doador pode doar novamente dentro de 48h.

2. Maior segurança para quem recebe esta doação. Um adulto geralmente necessita de 1UI de plaquetas convencional para cada 10Kg de peso, ou seja, um adulto de 80Kg necessitará de 8UI de plaquetas obtidas do processamento do sangue de 08 doadores convencionais. Se for utilizada plaquetas por aférese, será necessário, apenas 1UI. Uma unidade de plaquetas por aférese é proveniente de um único doador e corresponde a sete a dez unidades de plaquetas provenientes de doações convencionais, o seja, de vários diferentes doadores, com diferentes origens e hábitos de vida. O paciente recupera-se mais rapidamente, tem menos chances de ter reações transfusionais e de adquirir infecções

Tire suas dúvidas
QUEM PODE SER UM DOADOR DE PLAQUETAS?

Pessoa saudável com ótimas veias;

Idade entre 16 e 69 anos (16 a 17 anos necessário a autorização do responsável legal);

Peso igual ou maior que 50 kg;

Facilidade de localização quando houver necessidade de doação.

COMO É FEITO O PROCEDIMENTO (AFÉRESE)?

O profissional técnico qualificado conecta o doador a um equipamento sofisticado, através de punção venosa. Por centrifugação o equipamento separa o sangue do doador e retira somente as plaquetas, devolvendo o restante do sangue (plasma, células brancas e vermelhas) ao doador. O sangue não entra em contato com a máquina e sim, com um material descartável, estéril e de uso único que se chama Kit de Aférese. O procedimento dura em torno de 1 hora.

O PROCEDIMENTO É DOLOROSO?

Poderá haver algum desconforto no momento das punções venosas, semelhantes a da doação tradicional, uma em cada braço. Durante o procedimento, o doador não sente nenhuma dor, ficará sentado confortavelmente na poltrona de doação, podendo ficar conversando, ouvindo músicas ou assistindo televisão.

EU CORRO RISCO DE CONTAMINAÇÃO AO DOAR PLAQUETAS?

De forma nenhuma. Durante todo o processo somente são utilizados materiais estéreis de uso único (descartáveis) em sistema fechado de forma que o sangue do doador nunca entra em contato direto com o equipamento.

EU PRECISO USAR ALGUM MEDICAMENTO?

Não. Normalmente um pouco de soro fisiológico é acrescido ao circuito para completá-lo. Durante o procedimento uma pequena quantidade de anticoagulante circulará por seu sangue para evitar que este coagule no circuito (Kit), mas a quantidade é mínima e não lhe prejudicará em nada.

EU POSSO SENTIR ALGUM EFEITO ADVERSO?

Raramente. Alguns doadores podem experimentar sensação de frio, tremor ou hipotensão devido ao anticoagulante ou à ansiedade. Caso isso aconteça, o que é muito difícil, o doador está amparado por uma equipe, com médicos especialistas, enfermeiros capacitados e auxiliares de saúde altamente competentes.

QUEM SE BENEFICIA DA MINHA DOAÇÃO DE AFÉRESE?

Pacientes com risco de sangramento devido à baixa contagem de plaquetas por causa de leucemias, aplasia de medula óssea, quimioterapia, radioterapia, dentre outras causas.

EM TODAS AS DOAÇÕES DE PLAQUETAFÉRESE SÃO REALIZADOS TESTES SOROLÓGICOS E IMUNOHEMATOLÓGICOS?

Os exames devem ser renovados a cada doação. Este procedimento visa aumentar a segurança transfusional, já que existe um período entre a contaminação do indivíduo e a demonstração disto em resultados laboratoriais.

COMO A AFÉRESE AJUDA OS PACIENTES?

Uma doação por aférese contém 08 vezes mais plaquetas do que uma doação tradicional. Então, em vez do paciente ser transfundido com plaquetas de 08 doadores; através da aférese, é necessário somente um doador. Esse tipo de doação diminui o risco de o paciente ter reações transfusionais e também de se tornar refratário à transfusão de plaquetas.

QUAL TIPO DE SANGUE É O IDEAL?

Todos os tipos de sangue são ideais e necessários! Porém, damos preferência ao doador com ABO compatível ao paciente.

ESTAS PLAQUETAS NÃO ME FARÃO FALTA?

Não. Cerca de 30% das suas plaquetas serão doadas, destas, 10% você recupera em 1 hora e o restante em cerca de 24 horas após a doação. Doações por aférese podem ser repetidas a cada 48 horas sem prejuízo ao doador!

 

Texto elaborado e revisado por
Ana Paula A. Parente
Biomédica do INGOH
Texto revisado em outubro de 2021.

 

É permitida a reprodução parcial 
ou total desta obra, desde que 
citada a fonte e que não seja para 
venda ou qualquer fim comercial.

Sobre doação de medula

O Transplante de Medula (TMO) é um tipo de tratamento que consiste na transferência de uma medula óssea normal para um paciente com uma doença que afeta a produção das células do sangue, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula.

Caso um paciente necessite de um TMO, procura-se inicialmente um doador na família do paciente (geralmente um irmão), este doador é chamado de doador aparentado. Se não houver um doador aparentado, a solução é procurar um doador compatível semelhante, ou seja, doador não aparentado. Busca-se, então um doador cadastrado que seja compatível. O Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME) está instalado no Instituto Nacional de Câncer (INCA) no Rio de Janeiro e foi criado para reunir informações de doadores voluntários de medula.

Caso deseje se tornar um doador, procure o Hemocentro mais próximo da sua casa. Você fará uma entrevista para esclarecer suas dúvidas e colher uma amostra de sangue (para exame genético, HLA, que verifica a compatibilidade entre doadores). Os dados do doador são inseridos no cadastro e a compatibilidade é verificada. Se confirmada, o doador é consultado para decidir se irá doar ou não. Sempre que surge um novo paciente, a compatibilidade é verificada com todos os doadores cadastrados. Para participar basta ter entre 16 e 69 anos e estar bem de saúde, menores de 18 anos (entre 16 a 17 anos) apenas com autorização por escrito do responsável legal.

Hemocentro em Goiás – Centro de Hemoterapia e Hematologia de Goiás – HEMOG
Av. Anhanguera, 5195 – Setor Coimbra – Goiânia – CEP: 74.535-010. Telefone: (62) 3201-4570 / 3201-4574

Sangria terapêutica

A Sangria ou Flebotomia Terapêutica é um método paliativo simples, que consiste na retirada de uma quantidade de sangue, com a finalidade de aliviar ou evitar alguns sinais e sintomas. O principal objetivo é controlar o aumento da viscosidade sangüínea nas eritrocitoses (aumento das células vermelhas do sangue) e reduzir o conteúdo total de ferrro nas situações de acúmulo de ferro hereditário (Hemocromatose). O sangue retirado não será utilizado em transfusões, mesmo que o paciente atenda os outros requisitos para ser doador.

É um procedimento simples e seguro, mas eventualmente o paciente pode manifestar reações adversas devido à redução transitória de seu volume sangüíneo ou de origem psicológica, que podem ser: palidez, sudorese, náusea, desmaio, dentre outros.

Pode ser realizada regularmente (diária, semanal, mensalmente) ou de forma esporádica. A indicação, volume a ser retirado e a frequência são definidos pelo médico assistente (em geral pneumologista ou nefrologista) em conjunto com o hematologista-hemoterapeuta, sempre considerando o diagnóstico, os testes laboratoriais, os sintomas e eventuais reações adversas em sangrias anteriores.

Leia mais sobre Hemocromatose.

O caminho do sangue

A Hemoterapia é a especialidade médica responsável pelas atividades do banco de sangue, onde o sangue é coletado, triado, armazenado e, quando necessário, administrado aos pacientes que necessitam.

A doação pode salvar a vida de várias pessoas que perderam sangue devido a acidentes e cirurgias, assim como pessoas que se tornaram anêmicas ou tenham uma contagem de plaquetas perigosamente baixa devido a determinadas doenças e/ou tratamentos. O sangue é essencial para o transporte de oxigênio, nutrientes e outras substâncias pelo corpo.

As seguintes fases fazem parte do fluxo do sangue entre o doador e o receptor:

O INGOH Banco de Sangue tem compromisso responsável com todas essas etapas, contribuindo para que os estoques de sangue nas cidades goianas atendidas consigam suprir às necessidades emergenciais. Apesar de ser um banco de sangue privado, o INGOH Banco de Sangue também atende um grande número de hospitais que atendem pacientes pelo SUS.

O êxito de nosso trabalho depende também da sua doação espontânea e do empenho diário que nos move: salvar vidas.

Para ler mais sobre o assunto, clique nos links abaixo:

Portaria do Ministério da Saúde nº 158, de 04 de fevereiro de 2016  (Redefine o regulamento técnico de procedimentos hemoterápicos)

Resolução – RDC n° 34, de 11 de junho de 2014  (Dispõe sobre as Boas Práticas no Ciclo do Sangue)

Resolução – RDC nº 75 de 02 de maio de 2016 (Altera a Resolução da Diretoria Colegiada – RDC N° 34, de 11 de junho de 2014, que dispõe sobre as Boas Práticas no Ciclo do Sangue)

BRASIL. Ministério da Saúde. Sangue (página do MS que disponibiliza material de consulta em hemoterapia)

Doadores Saudáveis

Retirado do Texto do Profº Dr. Pedro Enrique Luiz Dorlhiac Llacer – Diretor Técnico Científico da Fundação Pró-Sangue.

A quantidade total de doadores de sangue no Brasil corresponde, a cada ano, a menos de 1% da população. A grande maioria dos doadores doam menos de uma vez ao ano para repor o sangue utilizado em parente ou amigo, a diferença do que ocorre em países europeus, onde existe um pool (grupo) de indivíduos que doa sangue regularmente de 3 a 4 vezes por ano.

Quando se pergunta ao brasileiro por que ele não doa sangue, os dois grandes motivos invocados são:

– O medo de adquirir uma doença pelo ato de doação (principalmente AIDS);

– O medo da picada da agulha.

Sem dúvida, os motivos apontados pela grande maioria da população não explicam totalmente o fato da não-doação. O hábito de doar sangue é obviamente adquirido, peculiar e digno. Não devemos esquecer que a omissão pessoal em relação à doação de sangue cria um conflito que gera a falta de sangue e conseqüentemente conduz a grandiosa dificuldade para salvar vidas.

Por este motivo, esclarecemos ao doador que o ato de doação de sangue é absolutamente seguro, destacando a importância de um pool (grupo) estável de doadores. A qualidade do sangue a ser transfundido depende de importantes fatores a serem observados rigorosamente:

– Da população de onde provém o sangue doado. Quanto mais saudável esta população melhor a qualidade do sangue a ser utilizado nos pacientes;

– Da adequada triagem clínica a que todo doador é submetido com o intuito de assegurar a saúde, tanto de quem doa como de quem recebe sangue;

– Da triagem sorológica, que tem como objetivo evitar a transmissão de doenças pelo sangue, visando proteger quem recebe a transfusão sangüínea.

Como vemos, ao se ter um pool (grupo) estável de indivíduos que doam sangue de forma regular teremos no decurso de poucos anos uma população conhecida de doadores saudáveis, da qual foram retirados todos os candidatos à doação que apresentavam problemas de saúde. O pool estável de doadores altruístas não só garante a qualidade do Sangue como também evita o desperdício de recursos que poderiam ser poupados.

Como exigir, em uma emergência, a quantidade de sangue necessária para salvar a vida de um de nossos filhos ou a nossa própria, se nunca doamos sangue? Não devemos nunca esquecer que o doador de hoje é o receptor de amanhã, e que interessa a cada um de nós garantir sangue em quantidade e qualidade adequadas em nossas comunidades.

Contamos com você para participar do nosso pool estável de doadores de sangue, doando de 3 a 4 vezes por ano voluntariamente.