Principais exames preventivos para câncer de mama: quais são, quando fazer e como funcionam

principais exames preventivos para câncer de mama

Em primeiro lugar, os principais exames preventivos para câncer de mama são ferramentas fundamentais na detecção precoce da doença, permitindo que o tratamento seja iniciado rapidamente e com maiores chances de sucesso. 

Neste artigo, abordamos de forma clara e informativa tudo o que você precisa saber sobre os exames de prevenção do câncer de mama. Confira abaixo!

 

A importância da prevenção e do diagnóstico precoce

Acima de tudo, o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres brasileiras, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Quando identificado nos estágios iniciais, as taxas de cura ultrapassam 90%. Por isso, investir em exames preventivos é essencial.

 

A detecção precoce possibilita tratamentos menos invasivos e maior preservação da mama, além de reduzir significativamente o risco de complicações.

Quais são os principais exames preventivos para câncer de mama?

A prevenção e o diagnóstico precoce dependem da combinação de diferentes tipos de exames. Cada um possui uma função específica, alguns ajudam a detectar alterações em estágios iniciais, enquanto outros servem para investigar achados suspeitos.

 

A seguir, listamos os principais exames preventivos para câncer de mama, quando devem ser feitos e como funcionam.

 

Exame clínico das mamas: o primeiro passo

Primeiramente, o exame clínico das mamas é realizado por um profissional de saúde, geralmente durante consultas ginecológicas ou de rotina. O médico faz a observação e a palpação das mamas e das axilas, buscando identificar alterações como nódulos, secreções ou mudanças na pele.

 

  • Quando fazer: recomenda-se fazer o exame clínico das mamas anualmente a partir dos 40 anos, ou antes, se houver histórico familiar da doença.
  • Como funciona: o exame é rápido, indolor e não requer preparo específico. Caso o profissional identifique alguma alteração, ele poderá solicitar exames de imagem complementares.

Mamografia: o exame mais indicado para rastreamento

A mamografia é considerada o principal exame de rastreamento para o câncer de mama, pois permite detectar tumores ainda em fase inicial, antes mesmo de serem palpáveis. Trata-se de um exame de imagem que utiliza baixas doses de raios X para captar imagens detalhadas das mamas.

 

  • Quando fazer: o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Mastologia recomendam que mulheres entre 50 e 69 anos façam a mamografia a cada dois anos. No entanto, mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou outros fatores de risco devem iniciar o exame aos 40 anos ou conforme orientação médica.

 

  • Como funciona: durante o exame, a mama é posicionada entre duas placas que a comprimem levemente para obter imagens mais precisas. Apesar do leve desconforto, o procedimento é rápido e seguro.

 

A mamografia digital e a tomossíntese (mamografia 3D) são tecnologias mais recentes que oferecem imagens de maior qualidade e precisão, especialmente em mamas densas.

 

Ultrassonografia mamária: exame complementar essencial

Do mesmo modo, a ultrassonografia mamária, também chamada de ultrassom de mamas, é um exame complementar à mamografia. Ela utiliza ondas sonoras para gerar imagens detalhadas das mamas, permitindo avaliar nódulos e cistos que nem sempre aparecem com clareza na mamografia.

 

  • Quando fazer: indica-se principalmente para mulheres jovens, com mamas densas, gestantes ou lactantes, e para investigar achados suspeitos em outros exames.

 

  • Como funciona: o exame é simples, não invasivo e indolor. Aplica-se um gel sobre a mama, e o transdutor (aparelho que emite as ondas sonoras) percorre toda a região, captando as imagens em tempo real.

 

O ultrassom das mamas é especialmente útil para diferenciar nódulos sólidos de cistos e para orientar biópsias mamárias quando necessário.

 

Autoexame das mamas: um ato de autoconhecimento

O autoexame das mamas não substitui os exames clínicos e de imagem, mas é uma prática importante de autoconhecimento. Ao realizar o autoexame regularmente, a mulher se familiariza com o aspecto e a textura das próprias mamas, podendo perceber alterações precocemente.

 

  • Quando fazer: deve ser realizado mensalmente, de preferência de 7 a 10 dias após o início da menstruação. Mulheres que já passaram pela menopausa podem escolher um dia fixo do mês.
  • Como funciona: Em frente ao espelho e em diferentes posições (em pé e deitada), a mulher observa as mamas e faz a palpação para identificar possíveis alterações como caroços, retrações, secreções ou mudanças na pele.

 

A importância do acompanhamento médico regular

Mesmo com os avanços tecnológicos, nenhum exame isolado é capaz de garantir o diagnóstico definitivo. Por isso, o acompanhamento regular com um médico mastologista ou ginecologista é essencial. O profissional avaliará o histórico pessoal e familiar, além de indicar os exames mais adequados para cada fase da vida.

 

Investir na prevenção e realizar os principais exames preventivos para câncer de mama é um ato de cuidado e amor próprio. 

 

👉Leia também: HPV e o câncer de colo de útero: Descubra a relação entre o vírus e a doença e saiba como se prevenir

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Sexagem fetal em gravidez de risco – Descubra se pode ser realizada e se tem contraindicações

sexagem fetal em gravidez de risco

Pode fazer sexagem fetal em gravidez de risco? Essa é uma dúvida comum entre muitas gestantes e famílias que estão passando por uma gestação considerada de risco. 

Neste artigo, respondemos às principais perguntas decorrentes desse tema. Continue a leitura!

 

O que é a sexagem fetal?

Antes de tudo, vale entender do que se trata o exame. A sexagem fetal é um teste laboratorial seguro não invasivo que identifica a presença do cromossomo Y no sangue da mãe. Em caso de detecção, o feto é do sexo masculino. Se não identifica-se, muito provavelmente é uma menina.

 

O exame de sexagem fetal pode ser feito a partir da 8ª semana de gestação e não apresenta riscos nem para a mãe, nem para o bebê. É rápido, indolor e tem uma taxa de acerto bastante alta quando feito no tempo certo e em laboratórios de confiança.

 

Apesar de ser mais procurado por quem está ansioso para saber o sexo do bebê, ele também tem aplicações clínicas — como em casos de doenças genéticas ligadas ao sexo, como a hemofilia.

 

Gravidez de risco: o que é e o que muda?

Uma gravidez de risco é aquela em que a gestante, o bebê ou ambos possuem maior chance de desenvolver complicações durante a gestação, no parto ou no pós-parto. Essa classificação pode surgir por diversos fatores, como:

 

  • Idade da mãe (muito jovem ou acima dos 35 anos);
  • Doenças pré-existentes ( diabetes, hipertensão, lúpus, entre outras);
  • Histórico de abortos ou partos prematuros;
  • Gravidez múltipla (gêmeos, trigêmeos ou mais);
  • Problemas detectados na formação do bebê.

 

Nesses casos, o pré-natal costuma ser mais rigoroso, com maior número de exames e consultas, sempre com o objetivo de garantir a saúde e segurança da mãe e do bebê.

 

Pode fazer sexagem fetal em gravidez de risco?

Sim. A sexagem fetal pode ser realizada em gravidez de risco, desde que o exame seja orientado pelo médico obstetra.

O exame em si não oferece risco, já que realiza-se por meio da coleta de sangue da mãe — um exame minimamente invasivo, sem uso de radiação ou qualquer interferência direta no bebê.

Porém, como trata-se de uma gestação que já exige cuidados adicionais, é sempre importante que qualquer exame, mesmo os simples, seja inserido dentro do acompanhamento médico e discutido com o obstetra que conhece o histórico da gestante e é responsável pelo pré-natal.

 

Existe alguma contraindicação?

A sexagem fetal, por ser um exame seguro e minimamente invasivo, não tem contraindicações específicas. No entanto, deve-se considerar-se:

 

  • Gestação muito recente: o exame só é confiável a partir da 8ª semana. Antes disso, há risco de resultados inconclusivos ou errados, pois a quantidade de DNA fetal circulando ainda pode ser muito baixa.
  • Gestação múltipla (gêmeos): nesses casos, o exame pode não ser conclusivo, especialmente se os bebês não compartilham o mesmo material genético (gêmeos bivitelinos).
  • Interpretação isolada: embora tenha alta precisão, a sexagem fetal não substitui exames de imagem, como o ultrassom morfológico, e não deve-se usar sozinha para decisões médicas mais complexas.

 

Importância de realizar o acompanhamento médico

Mesmo sendo um exame simples, a decisão de fazer a sexagem fetal em uma gravidez de risco deve ser feita em conjunto com o obstetra que acompanha a gestação. Cada caso é único e, em alguns contextos, o profissional pode orientar a melhor época para realização do exame ou mesmo sugerir outros exames complementares .

 

Além disso, indica-se o profissional para interpretar os resultados à luz de todo o quadro clínico da mãe e do bebê, para garantir que qualquer decisão seja tomada com base em informações confiáveis e seguras.

 

Perguntas frequentes sobre sexagem fetal em gravidez de risco

  1. A sexagem fetal é segura em gravidez de risco?

Sim. É um exame seguro, feito apenas com coleta de sangue da mãe, sem risco para o bebê.

  1. A partir de quantas semanas posso fazer a sexagem fetal?

O exame é confiável a partir da 8ª semana de gestação. Antes disso, há risco de resultados inconclusivos.

  1. Gestação de gêmeos pode fazer sexagem fetal?

Pode, mas em gestações gemelares o resultado pode não ser conclusivo ou preciso, especialmente quando os bebês não compartilham o mesmo DNA.

  1. Preciso de pedido médico para fazer sexagem fetal?

Não é obrigatório, mas em gravidez de risco sempre é recomendado conversar antes com o obstetra que acompanha seu pré-natal.

  1. O plano de saúde cobre a sexagem fetal?

Na maioria dos casos, não há cobertura pelos convênios, pois o exame é considerado opcional. Verifique com sua operadora.

  1. O resultado da sexagem fetal substitui o ultrassom?

Não. A sexagem fetal ajuda a identificar o sexo do bebê e pode ter valor clínico, mas não substitui exames de imagem do pré-natal.

 

INGOH: Tecnologia e cuidado na realização da sexagem fetal

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O que é câncer de pulmão: Descubra os sintomas, diagnóstico, fatores de risco e tratamento

o que é câncer de pulmão

Você sabe o que é câncer de pulmão? Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse tipo de câncer está entre os que mais causam mortes, tanto em homens quanto em mulheres no Brasil.

 

Neste artigo, abordamos o que é câncer de pulmão, seus sintomas mais comuns, como é feito o diagnóstico, os principais fatores de risco e as opções de tratamento disponíveis. Confira abaixo!

 

O que é o câncer de pulmão?

O câncer de pulmão é uma doença caracterizada pelo crescimento anormal e descontrolado de células nos pulmões. Ele pode se originar nos brônquios (vias aéreas), nos alvéolos (regiões onde ocorre a troca de oxigênio) ou em outras estruturas pulmonares.

 

Existem dois tipos principais de câncer de pulmão:

  • Câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC): representa cerca de 85% dos casos e inclui subtipos como adenocarcinoma, carcinoma de células escamosas e carcinoma de grandes células.
  • Câncer de pulmão de pequenas células (CPPC): mais agressivo e de crescimento rápido, costuma estar associado ao tabagismo.

Quais são os sintomas do câncer de pulmão?

Nos estágios iniciais, os sintomas de câncer de pulmão não são evidentes. Por isso, é comum que a doença seja diagnosticada em fases mais avançadas. No entanto, alguns sinais podem surgir e devem ser observados com atenção:

 

  • Tosse persistente (que não melhora com o tempo)
  • Dor no peito que piora ao respirar profundamente ou tossir
  • Falta de ar
  • Rouquidão
  • Tosse com sangue ou escarro com coloração anormal
  • Perda de peso inexplicada
  • Fadiga constante
  • Infecções pulmonares recorrentes (como pneumonia ou bronquite)

 

Se você apresenta algum desses sintomas, especialmente se for fumante ou ex-fumante, é importante procurar um médico para uma avaliação detalhada.

Como é feito o diagnóstico do câncer de pulmão?

O diagnóstico precoce de câncer de pulmão é essencial para o sucesso do tratamento. Quando há suspeita da doença, o médico pode solicitar uma série de exames, como:

  • Radiografia de tórax: exame inicial que pode indicar alterações nos pulmões.
  • Tomografia computadorizada: fornece imagens mais detalhadas e auxilia na identificação de nódulos ou massas.
  • Broncoscopia: permite visualizar diretamente os brônquios e coletar amostras de tecido.
  • Biópsia pulmonar: coleta de uma amostra do tecido pulmonar para análise laboratorial.
  • Exames de sangue e teste genético: ajudam na identificação de mutações genéticas e na escolha do tratamento mais adequado.

 

A definição do tipo e estágio do câncer é essencial para determinar a melhor estratégia terapêutica.

Quais são os fatores de risco?

Diversos fatores aumentam o risco de desenvolver câncer de pulmão. Entre os principais, destacam-se:

  • Tabagismo: é o principal fator de risco. Cerca de 85% dos casos estão relacionados ao consumo de cigarro.
  • Exposição ao fumo passivo: mesmo quem não fuma, mas convive com fumantes, pode estar em risco.
  • Exposição a substâncias tóxicas: como amianto, arsênio, radônio e outros agentes químicos presentes em ambientes de trabalho.
  • Histórico familiar: pessoas com parentes de primeiro grau que tiveram câncer de pulmão apresentam risco aumentado.
  • Poluição do ar: a exposição prolongada à poluição pode contribuir para o desenvolvimento da doença.
  • Doenças pulmonares pré-existentes: como DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) e fibrose pulmonar.

Quais são as opções de tratamento?

O tratamento do câncer de pulmão depende do tipo de câncer, do estágio da doença, da idade do paciente, do estado geral de saúde e da presença de mutações genéticas específicas. As principais opções incluem:

1. Cirurgia

Indicada principalmente nos estágios iniciais do câncer de pulmão de não pequenas células. Pode envolver a remoção de parte do pulmão (lobectomia) ou do pulmão inteiro (pneumonectomia).

2. Radioterapia

Utiliza radiações ionizantes para destruir as células cancerígenas. Pode ser usada como tratamento principal ou em combinação com cirurgia e/ou quimioterapia.

3. Quimioterapia

Uso de medicamentos que matam as células cancerosas. É frequentemente utilizada em estágios mais avançados ou quando o câncer se espalhou para outras partes do corpo.

4. Terapias-alvo

Medicamentos que atacam mutações genéticas específicas presentes nas células tumorais, com menos efeitos colaterais do que a quimioterapia convencional.

5. Imunoterapia

Estimula o sistema imunológico do paciente a reconhecer e combater as células tumorais. Tem mostrado resultados promissores em diversos casos.

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