Síndrome de Prader-Willi

A síndrome de Prader-Willi é uma doença congênita, não hereditária , decorrente de anomalia no cromossomo 15, em  75% dos casos ocorre uma deleção a cópia paterna desse cromossomo.

Síndrome de Prader-Willi – É a causa comum de obesidade de causa genética, tendo uma incidência estimada em um caso para cada grupo de 15 mil recém-nascidos vivos. Ocorre na mesma proporção nos sexos masculino e feminino.

Os sintomas ocorrem devido uma falha no Hipotálamo, região do cérebro responsável pela regulação do sono, saciedade, temperatura corporal e associada ao comportamento sexual e expressão das emoções. O recém nascido geralmente apresenta baixo peso e estatura, discretas anomalias faciais (testa estreita, olhos amendoados e estrabismo), hipotonia e choro fraco.

Pode apresentar dificuldade de sucção e a deglutição, devido a hipotonia, e ocorre atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. A criança demora a engatinhar, andar e falar, e posteriormente sofre com atraso na aprendizagem.

Por volta de 2 anos de idade, apresenta um interesse exagerado por comida, não há sensação de saciedade, levando o paciente a obesidade. Uma outra característica da doença é a diminuição da sensibilidade à dor.

A síndrome não tem cura, porém o diagnóstico precoce leva a diminuição dos sintomas.

Realize acompanhamento médico do seu filho com um médico pediatra, ele é capaz de diagnosticar e tratar a síndrome de Prader-Willi.

 

Texto elaborado e revisado por
Dra. Renatta Egido Volu
Médica do corpo clínico do INGOH
Especialista em Oncologia e Pediatria
CRM-GO 11602 /RQE 6134.
Texto revisado em outubro de 2021.

É permitida a reprodução parcial 
ou total desta obra, desde que 
citada a fonte e que não seja para 
venda ou qualquer fim comercial.

Alergia a metais: Um problema crescente na modernidade

Alergia a metais problema frequente da modernidade

A alergia a metais, especialmente a alergia a níquel e a alergia a cobalto, têm se tornado cada vez mais comuns na vida moderna. Embora muitas vezes subestimadas, essas alergias podem surgir de forma silenciosa, desenvolvendo-se lentamente com o tempo.

 

Neste artigo, explicamos como essas reações alérgicas acontecem, quais são os principais sintomas, os fatores de risco e o que fazer para evitar crises. Continue a leitura!

 

Níquel e cobalto: Os principais vilões na alergia a bijuteria e outros objetos

O níquel é, sem dúvida, o metal mais frequentemente associado às reações alérgicas de contato, isso porque, desde 1950 ele tem sido amplamente incorporado em produtos diversos, especialmente em bijuterias. 

 

No entanto, sua presença não se limita a acessórios decorativos, também encontramos o níquel em zíperes, fivelas de cinto, botões de roupa, relógios, piercings, e até mesmo em itens que não imaginamos, como cosméticos, alimentos, próteses ortopédicas, aparelhos ortodônticos e baterias de celulares. 

 

O cobalto também é um causador importante de dermatite alérgica, embora menos conhecido. Ele está presente em tintas, pigmentos, ligas metálicas e cosméticos. Muitos pacientes são alérgicos a níquel e cobalto ao mesmo tempo, o que dificulta o controle das reações.

 

Principais sintomas da alergia a metais

Os sintomas da alergia a metais geralmente surgem no local do contato direto com o objeto metálico, como brincos, pulseiras, botões ou relógios. As manifestações mais comuns incluem:

  • Vermelhidão: a pele afetada apresenta coloração avermelhada, indicando inflamação local.
  • Coceira: sensação intensa de prurido, que pode levar ao ato de coçar e, consequentemente, agravar a lesão.
  • Bolhas: surgimento de pequenas vesículas ou bolhas cheias de líquido claro, que podem romper e formar crostas.
  • Secreção: em casos mais intensos, há eliminação de líquido seroso ou até pus, quando há infecção secundária.

 

Além desses sinais, é comum ocorrer descamação da pele, ressecamento e até espessamento da área afetada, especialmente quando a exposição ao metal se torna repetitiva. A intensidade dos sintomas varia conforme o grau de sensibilização e o tempo de contato com o agente alérgico.

 

Diagnóstico e manejo da alergia a níquel

A alergia a níquel e outros metais é, na maioria dos casos, uma condição crônica, o que significa que não tem cura definitiva. No entanto, é possível gerenciar seus sintomas e prevenir crises. O método mais eficaz para confirmar o diagnóstico clínico é o teste de contato, também conhecido como patch test

 

Nesse procedimento, pequenas quantidades de substâncias padronizadas, incluindo o níquel e o cobalto, são aplicadas na pele do paciente sob supervisão médica para observar a ocorrência de reações.

 

Uma vez confirmada a alergia a metal, a medida mais crucial é evitar o contato com o alérgeno responsável.

 

Medidas preventivas e ferramentas auxiliares 

Educação do paciente

É um pilar essencial no manejo da alergia a metais. É importante que a pessoa alérgica seja orientada sobre as medidas de prevenção, como evitar o uso de bijuterias que contenham níquel ou cobalto. 

Optar por outros tipos de acessórios

Optar por acessórios feitos de materiais hipoalergênicos, como aço cirúrgico ou titânio, ou bijuterias de boa qualidade que não liberam níquel. A substituição de botões metálicos em roupas por botões de plástico ou outros materiais não metálicos é outra prática recomendada.

 

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