Descubra o que são doenças autoimunes e como os exames patológicos ajudam no diagnóstico

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O que são doenças autoimunes? As doenças autoimunes ocorrem quando o sistema imunológico, que normalmente protege o corpo contra vírus e bactérias, passa a atacar tecidos e órgãos saudáveis do próprio organismo. 

 

Neste artigo, abordamos como os exames patológicos podem ajudar no diagnóstico precoce dessas doenças. Continue a leitura!

Como o sistema imunológico funciona

Para entender o que são doenças autoimunes, é importante compreender como funciona o sistema imunológico.

 

O sistema imunológico é como um guarda-costas pessoal: está sempre atento, pronto para agir quando detecta algo perigoso no organismo. Só que, nas doenças autoimunes, esse “guarda-costas” se confunde e começa a atacar as estruturas saudáveis do corpo, acreditando que elas são invasoras.

 

Ainda não se sabe exatamente por que isso acontece. Acredita-se que fatores genéticos, infecções, desequilíbrios hormonais e até o estresse prolongado possam contribuir para essa falha de identificação.

 

A importância dos exames patológicos no diagnóstico

O diagnóstico precoce das doenças autoimunes é essencial para que o paciente tenha qualidade de vida e acesso ao tratamento adequado. Nesse processo, os exames patológicos — também chamados de exames laboratoriais — desempenham um papel fundamental.

 

Esses exames permitem identificar alterações no sangue, urina, fezes e outros fluidos corporais, além de analisar tecidos obtidos por biópsias.

 

A seguir, listamos os principais exames utilizados na investigação de doenças autoimunes:

Hemograma completo [Sangue EDTA]

Ajuda a identificar anemia, alterações em leucócitos e plaquetas — sinais que podem indicar processos autoimunes ou inflamatórios.

Velocidade de Hemossedimentação (VHS) [Sangue EDTA]

Um dos principais marcadores laboratoriais de inflamação, utilizado frequentemente na triagem de doenças inflamatórias crônicas, incluindo as autoimunes.

Proteína C Reativa Quantitativa [Soro]

Outro marcador importante de inflamação sistêmica. Seus níveis se elevam na presença de atividade inflamatória intensa.

Hormônio Tireoestimulante (TSH), Tiroxina Livre (T4 Livre) e Triiodotironina Livre (T3 Livre) [Soro]

Avaliam o funcionamento da tireoide. Alterações nesses hormônios podem indicar doenças autoimunes como a tireoidite de Hashimoto ou a Doença de Graves.

Vitamina D (25-OH) [Soro]

A deficiência de vitamina D é comum em doenças autoimunes. Esse exame ajuda a avaliar os níveis desse nutriente essencial para a modulação do sistema imunológico.

 

Vitamina B12 e Ácido Fólico [Soro]

Importantes para o funcionamento neurológico e hematológico, seus níveis baixos podem estar associados a condições autoimunes, como a anemia perniciosa.

Sintomas que merecem atenção médica

Nem sempre é fácil perceber que há algo errado. Muitos pacientes convivem por anos com sintomas vagos até que conseguem um diagnóstico claro. Por isso, é fundamental prestar atenção ao corpo.

 

Alguns sinais que merecem investigação:

  • Fadiga constante, sem causa aparente;
  • Dores articulares ou musculares;
  • Alterações na pele (vermelhidão, manchas, descamações);
  • Queda excessiva de cabelo;
  • Febre baixa persistente;
  • Problemas gastrointestinais recorrentes;
  • Dificuldade de concentração ou perda de memória recente;
  • Mudanças de humor ou irritabilidade;
  • Alterações menstruais ou infertilidade.

 

Quanto mais cedo esses sinais forem investigados, maiores as chances de iniciar um tratamento adequado e prevenir complicações.

 

Papel do laboratório na jornada do paciente

O laboratório de exames médicos atua como um parceiro essencial no diagnóstico e monitoramento das doenças autoimunes. Com tecnologia avançada e profissionais qualificados, é possível oferecer exames de alta sensibilidade e especificidade, capazes de detectar alterações ainda em estágios iniciais da doença.

 

Além do diagnóstico, os exames laboratoriais são importantes para acompanhar a evolução da doença e a eficácia do tratamento. Como as doenças autoimunes costumam ter fases de remissão e recaída, o monitoramento contínuo é fundamental para o ajuste de medicamentos e estratégias terapêuticas.

 

Educação e conscientização

Nos dias de hoje, uma parte importante do trabalho dos laboratórios, é também a educação e conscientização da população sobre o que são doenças autoimunes. Informar pacientes e familiares sobre os sinais de alerta e a importância da realização de exames preventivos pode acelerar o diagnóstico e evitar complicações.

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