Febre durante a quimioterapia: o que significa e quando procurar atendimento médico?

Febre durante a quimioterapia

A febre durante o tratamento contra o câncer é um sinal de alerta que merece atenção imediata. Embora nem todo episódio febril represente uma complicação grave, é sempre um sinal que precisa de atenção especial. 

Pacientes em quimioterapia podem apresentar diminuição das células de defesa do organismo, o que compromete a imunidade e aumenta o risco de infecções potencialmente graves. Por isso, reconhecer os sinais de alerta e saber como agir é fundamental para a segurança do paciente.

Neste artigo, explicamos por que a febre exige atenção especial durante a quimioterapia, quais sintomas devem ser observados e quando procurar atendimento médico.

 

Por que a quimioterapia pode aumentar o risco de infecções?

A quimioterapia utiliza medicamentos que atuam no combate às células do câncer. Entretanto, alguns desses medicamentos também afetam células saudáveis, incluindo as da medula óssea, responsável pela produção das células sanguíneas.

Entre elas estão os neutrófilos, um tipo de glóbulo branco essencial para a defesa do organismo contra bactérias e outros agentes infecciosos.

Quando a quantidade dessas células diminui, ocorre uma condição chamada neutropenia, que pode comprometer a capacidade do organismo de combater infecções.

A neutropenia pode surgir em diferentes momentos após a administração da quimioterapia, dependendo do medicamento utilizado, do esquema terapêutico e das características de cada paciente.

Em algumas situações, a infecção pode evoluir rapidamente, e os sinais habituais de inflamação podem ser discretos. Por isso, a ausência de outros sintomas, principalmente nas fases iniciais, não exclui a possibilidade de uma infecção potencialmente grave. 

 

O que é neutropenia febril?

A neutropenia febril é uma emergência oncológica caracterizada pela associação entre febre e redução dos neutrófilos no sangue.

Na prática, a definição convencional de febre utilizada nesse contexto inclui temperatura igual ou superior a 38,3 °C em uma única aferição, ou igual ou superior a 38,0 °C mantida por pelo menos uma hora. 

A neutropenia é geralmente diagnosticada através de um exame de hemograma com uma contagem absoluta de neutrófilos inferior a 500 células/mm³, ou com previsão de queda para esse nível nas próximas 48 horas.

Esses critérios auxiliam a equipe médica na avaliação e no diagnóstico. O paciente, entretanto, não deve esperar atingir esses limites para entrar em contato com a equipe oncológica.

A neutropenia febril pode estar associada a infecções bacterianas, fúngicas ou, em alguns casos, virais. Quando há suspeita de infecção com comprometimento sistêmico, existe risco de evolução para sepse ou disfunção orgânica.

Por esse motivo, a avaliação e o tratamento precoces são fundamentais.

 

O que é o nadir após a quimioterapia?

O nadir é o período em que a contagem de células sanguíneas, especialmente dos neutrófilos, atinge seu nível mais baixo após a quimioterapia. É o momento em que a redução de outras células do sangue, como as plaquetas, também pode ser mais acentuada.

Geralmente, ocorre entre 7 e 14 dias após o ciclo, mas esse intervalo varia conforme os medicamentos utilizados, o esquema terapêutico e as características individuais do paciente. Nessa fase, o risco de infecções pode aumentar significativamente. 

Por isso, é fundamental seguir as orientações da equipe oncológica e procurar atendimento imediatamente diante de febre ou sinais de infecção, sem esperar o próximo exame de sangue ou a recuperação dos leucócitos.

 

Quais são os sinais de alerta?

Durante a quimioterapia, a febre não deve ser avaliada isoladamente. Outros sintomas também podem indicar uma infecção ou outra complicação que necessite de atendimento imediato.

Entre os principais sinais de alerta estão:

  • Temperatura igual ou superior a 38 °C, ou o limite indicado pela equipe responsável.
  • Calafrios intensos ou tremores.
  • Fraqueza acentuada, prostração, mal-estar súbito ou piora importante do estado geral.
  • Falta de ar ou respiração acelerada.
  • Confusão mental, tontura, sonolência incomum ou desmaio.
  • Tosse nova ou piora dos sintomas respiratórios.
  • Dor, ardência ou outros sintomas urinários.
  • Diarreia intensa, dor abdominal ou vômitos persistentes.
  • Vermelhidão, dor, secreção ou inchaço em feridas, cateteres e outros locais de acesso venoso.

Atenção: falta de ar, confusão mental, desmaio ou deterioração rápida do estado geral exigem atendimento imediato em serviço de pronto-socorro.

Além disso, pacientes com neutropenia podem apresentar infecção grave sem desenvolver febre evidente. A ausência de febre, ou mesmo uma temperatura abaixo do normal, não deve ser considerada tranquilizadora quando há calafrios, prostração ou outros sinais de deterioração clínica.

 

O que fazer se a febre aparecer durante a quimioterapia?

A conduta mais segura é agir prontamente, sem tentar controlar o quadro em casa antes de procurar orientação.

1. Afira a temperatura corporal

Utilize um termômetro e informe à equipe o valor medido, o horário e, se possível, o método de aferição. Não espere uma segunda medição se já houver sinais de gravidade.

2. Entre em contato imediatamente com a equipe oncológica.

Busque contato com o seu médico (oncologista ou hematologista) ou enfermeiro navegador. Informe a temperatura, os sintomas associados, a data da última quimioterapia e os medicamentos em uso. Diante de sinais de gravidade, não espere o retorno da equipe: procure o serviço de emergência local.

O INGOH e o Hospital Jacob Facuri se uniram para criar um Cancer Center em Goiás, com o propósito de oferecer uma jornada oncológica completa, desde o diagnóstico até as diferentes etapas do tratamento.

3. Não espere a febre baixar espontaneamente.

Mesmo que a temperatura diminua, a possibilidade de uma infecção relevante não está necessariamente afastada. O uso de antitérmico deve acontecer conforme orientado pela equipe de cuidados. Busque atendimento para avaliação e diagnóstico. 

4. Não tome medicamentos por conta própria para adiar a avaliação.

Não inicie antibióticos sem o correto diagnóstico ou orientação médica. A escolha do medicamento depende da avaliação clínica e das características do possível foco de infecção.

5. Informe que está em tratamento oncológico.

Ao chegar ao serviço de emergência, comunique que está realizando quimioterapia e informe a data do último ciclo. Se possível, leve a identificação do esquema terapêutico, a lista de medicamentos e os contatos da equipe responsável.

Essa informação ajuda a equipe assistencial a reconhecer rapidamente o risco de neutropenia febril e a priorizar a avaliação.

 

Como é feita a avaliação médica?

Diante da suspeita de neutropenia febril, a equipe assistencial realiza avaliação clínica imediata, considerando os sintomas, os sinais vitais, o tratamento oncológico e os fatores de risco individuais.

A investigação geralmente inclui:

  • Hemograma completo com contagem diferencial: permite avaliar a quantidade de neutrófilos e outras células sanguíneas.
  • Exames de culturas, quando indicados: podem incluir hemoculturas, uroculturas e amostras de outros locais suspeitos de infecção.
  • Exames laboratoriais complementares: selecionados conforme o quadro clínico e a suspeita diagnóstica.
  • Exames de imagem: solicitados quando necessários para investigar possíveis focos infecciosos.

Nem todos os pacientes precisarão dos mesmos exames. A investigação deve ser direcionada pelos achados clínicos e pela avaliação médica.

Quando há suspeita de neutropenia febril, o tratamento antibiótico empírico é frequentemente iniciado com urgência, após a coleta dos exames de cultura, quando isso é possível sem atrasar o tratamento.

A escolha do antibiótico depende de fatores como gravidade clínica, risco de microrganismos resistentes, histórico de infecções, alergias e protocolos institucionais.

A necessidade de internação é definida de acordo com a avaliação médica e a estratificação de risco (avaliação da chance de complicações em cada caso). Pacientes de maior risco geralmente necessitam de tratamento e vigilância hospitalar, enquanto alguns pacientes cuidadosamente selecionados podem ser tratados em regime ambulatorial, desde que cumpram critérios de segurança e tenham acompanhamento adequado.

 

É possível prevenir a neutropenia febril?

Nem todos os episódios de neutropenia febril podem ser evitados. Entretanto, algumas medidas ajudam a reduzir os riscos e permitem identificar complicações precocemente.

Medidas importantes durante o tratamento

  • Compareça às consultas e realize os exames solicitados. O acompanhamento permite monitorar as células sanguíneas e avaliar a necessidade de ajustes no planejamento terapêutico.
  • Mantenha a higiene das mãos. Lavar as mãos regularmente, especialmente antes das refeições e após utilizar o banheiro, ajuda a reduzir a transmissão de agentes infecciosos.
  • Tenha cuidado com os alimentos. Higienize adequadamente frutas, verduras e utensílios, mantenha os alimentos em condições seguras de conservação e evite alimentos crus ou mal cozidos de maior risco, conforme as orientações da equipe assistencial.
  • Evite contato próximo com pessoas que apresentem infecções transmissíveis, sempre que possível, e mantenha a vacinação atualizada de acordo com a orientação médica. Algumas vacinas, especialmente as de microrganismos vivos, podem ser contraindicadas em determinadas situações de imunossupressão.
  • Siga as orientações sobre cateteres e dispositivos vasculares. A higiene e os cuidados adequados com esses dispositivos são importantes para prevenir infecções relacionadas à assistência.

 

Quando podem ser necessários medicamentos preventivos?

Em determinados esquemas de quimioterapia, o risco de neutropenia febril pode justificar o uso profilático de fatores estimuladores de colônias de granulócitos, conhecidos como G-CSF. Injeções como o filgrastim, pegfilgrastim e lipegfilgrastim podem ser indicadas em alguns protocolos de tratamento oncológico, conforme a orientação de seu médico. 

Esses medicamentos estimulam a produção de neutrófilos e podem reduzir o risco de neutropenia febril em pacientes selecionados.

A indicação depende do risco associado ao esquema de tratamento, das características clínicas do paciente e de fatores adicionais, como idade, comorbidades e histórico de complicações em ciclos anteriores.

Antibióticos preventivos também podem ser considerados em situações específicas, mas não são necessários para todos os pacientes em quimioterapia.

A decisão sobre a necessidade faz parte do plano terapêutico que será definido pela equipe médica de forma individualizada.

 

Toda febre durante a quimioterapia significa uma infecção grave?

Não. A febre pode ter diferentes causas, incluindo infecções, reações a medicamentos, febre tumoral e outras condições clínicas.

A neutropenia febril é uma emergência oncológica porque pode evoluir rapidamente e exige avaliação para identificar a causa, estimar o risco e iniciar o tratamento adequado.

A orientação fundamental é simples: durante a quimioterapia, a febre deve ser tratada como um sinal de alerta até que uma avaliação adequada permita esclarecer sua causa.

 

O cuidado oportuno faz diferença

O reconhecimento precoce da febre e de outros sinais de infecção é parte essencial da segurança do tratamento oncológico.

Saber quando procurar atendimento, manter contato com a equipe assistencial e seguir as orientações individualizadas ajuda a reduzir atrasos no diagnóstico e no tratamento de complicações potencialmente graves.

No INGOH (Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia), a assistência oncológica envolve acompanhamento especializado e orientação ao paciente ao longo de sua jornada de tratamento.

 

Se você está em quimioterapia e apresenta febre ou sinais de possível infecção, entre em contato imediatamente com sua equipe oncológica. Se houver sinais de gravidade ou se não conseguir contato prontamente, procure atendimento de emergência.

Conteúdo redigido pelo INGOH com a assessoria de Dr. Paulo Razia, Diretor Médico do INGOH (CRM-GO 28.422), pós-graduado em Cuidados Paliativos pelo Albert Einstein; MBA em Gestão em Saúde pelo A. C. Camargo Cancer Center.

Câncer de tireoide na família: é hereditário e quem deve investigar?

câncer de tireoide na família

Ter um parente com câncer de tireoide aumenta o risco? Entenda quando o câncer é hereditário, o que muda para irmãos e filhos e quando o exame genético é indicado.
A maioria dos cânceres de tireoide não é hereditária: surge por alterações que as células da tireoide acumulam ao longo da vida. Mesmo assim, ter um parente de primeiro grau (pai, mãe, irmão ou filho) com câncer de tireoide aumenta o risco, sobretudo entre irmãos. Em uma parcela pequena das famílias, existe de fato uma causa genética herdada, e reconhecer esses casos muda a forma de acompanhar os parentes.

Câncer de tireoide é hereditário?

Na maioria das vezes, não. Os tipos mais comuns, o carcinoma papilífero e o folicular (chamados de diferenciados), quase sempre aparecem de forma isolada, sem relação com herança genética.

Ainda assim, estudos populacionais grandes, como os feitos com o registro de câncer da Suécia, mostram que filhos e irmãos de pessoas com câncer de tireoide têm risco algumas vezes maior que a população geral. Parte desse aumento vem de genes compartilhados, e parte de fatores ambientais em comum, como exposição à radiação ou deficiência de iodo na mesma região.

É importante colocar em perspectiva: o câncer de tireoide é relativamente pouco frequente, então mesmo um risco aumentado continua baixo em números absolutos. A grande maioria dos parentes nunca terá a doença.

Quando suspeitar de câncer de tireoide familiar?

Fala-se em câncer de tireoide familiar não medular quando três ou mais parentes de primeiro grau têm câncer diferenciado de tireoide, sem outra síndrome que explique. Ele responde por uma pequena fração dos casos, e os genes responsáveis ainda não são totalmente conhecidos.

Alguns sinais aumentam a suspeita de um componente hereditário:

  • Vários casos na mesma família, especialmente em parentes próximos.
  • Diagnóstico em idade jovem.
  • Tumores em mais de um ponto da tireoide ou nos dois lados.
  • Outras doenças associadas na família, como pólipos múltiplos no intestino, tumores de mama ou útero, ou alterações de pele, que podem indicar síndromes genéticas específicas (por exemplo, síndrome de Cowden e polipose adenomatosa familiar).

    E o carcinoma medular de tireoide?

    O carcinoma medular é um tipo raro, que nasce de células diferentes das que formam os tipos mais comuns (as células C, que produzem calcitonina). Ele merece atenção especial porque cerca de um quarto dos casos é hereditário, ligado a alterações no gene RET.

Nessas famílias, o exame genético é bem estabelecido:

  • Toda pessoa com carcinoma medular deve fazer o teste genético para o gene RET.
  • Se a alteração for encontrada, os parentes de primeiro grau também são testados.
  • Quem herdou a alteração pode ter indicação de retirada preventiva da tireoide, em idade definida conforme o tipo de mutação.

O carcinoma medular hereditário pode fazer parte da neoplasia endócrina múltipla tipo 2 (NEM 2), que também envolve as glândulas paratireoides e as suprarrenais. Por isso, esses pacientes são acompanhados de forma diferente dos demais.

 

Tenho caso na família. O que devo fazer?

  1. Conte o histórico na consulta: quem teve, qual grau de parentesco, com que idade e, se possível, qual o tipo de câncer (está no laudo da cirurgia do parente).
  2. Observe o pescoço: caroço ou nódulo na frente do pescoço, rouquidão que não passa ou dificuldade para engolir merecem avaliação.
  3. Converse sobre ultrassom: para a população em geral, não se recomenda fazer ultrassom de tireoide sem queixas. Em famílias com vários casos, o exame periódico pode ser considerado de forma individualizada.
  4. Se o parente teve carcinoma medular, procure saber se ele fez o teste do gene RET. O resultado dele orienta a investigação de toda a família.

Ter câncer de tireoide na família muda o tratamento?

O tratamento segue os mesmos princípios do câncer de tireoide sem histórico familiar, ajustado à extensão da doença em cada pessoa. O histórico familiar entra como mais um dado na decisão sobre a extensão da cirurgia e o acompanhamento. Saiba mais na página sobre câncer de tireoide e no artigo sobre como se formam os nódulos de tireoide.

Resumo: a maioria dos cânceres de tireoide não é herdada, mas ter um parente de primeiro grau com a doença aumenta o risco. Famílias com vários casos merecem acompanhamento individualizado. No carcinoma medular, que é raro, o teste do gene RET orienta a investigação de toda a família.

Escrito e revisado por Dr. Daniel R. C. Darienzo – MÉDICO – CRM-GO 39548 – Otorrinolaringologia RQE 20988 – Cirurgia de Cabeça e Pescoço RQE 20987, em .

 

Perguntas frequentes

Minha mãe teve câncer de tireoide. Vou ter também?

Não necessariamente. O risco é maior que o da população geral, mas a grande maioria dos parentes de pessoas com câncer de tireoide nunca desenvolve a doença.

Existe exame de sangue que mostra se vou ter câncer de tireoide?

Para a maioria dos casos, não. O exame genético tem papel bem definido no carcinoma medular, em que se pesquisa o gene RET, e em algumas síndromes hereditárias específicas.

Quem tem parente com câncer de tireoide deve fazer ultrassom todo ano?

Não há regra única. A decisão depende de quantos parentes foram afetados, do grau de parentesco, do tipo de câncer e de outros fatores de risco, e deve ser individualizada em consulta.

O câncer de tireoide na família costuma ser mais grave?

Alguns estudos sugerem comportamento um pouco mais agressivo em famílias com vários casos, mas o tratamento segue os mesmos princípios, e o prognóstico da maioria dos casos é favorável.

Conteúdo educativo. Não substitui a consulta médica nem estabelece diagnóstico ou indicação de tratamento.

Outubro Rosa: o que é, origem, objetivos e a importância do diagnóstico precoce

Prédio iluminado de rosa à noite em apoio ao Outubro Rosa

O que é o Outubro Rosa?

O Outubro Rosa é um movimento mundial de conscientização sobre o câncer de mama, realizado todos os anos no mês de outubro. Seu foco é alertar sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença, com ações educativas e de mobilização de instituições de saúde, órgãos públicos e sociedade civil.

Por trás desse movimento estão mulheres que amamos: mães, filhas, irmãs e amigas. Depois dos tumores de pele não melanoma, o câncer de mama é o mais frequente entre as brasileiras, e o INCA estima 78.610 casos novos por ano no Brasil entre 2026 e 2028.

Aqui, vamos conversar sobre como o movimento surgiu, quais são seus objetivos, quais sinais merecem atenção e como o INGOH caminha ao lado de cada mulher, da suspeita ao tratamento.

Origem do Outubro Rosa e do laço rosa

O Outubro Rosa nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990, quando diversas entidades passaram a promover atividades ligadas ao câncer de mama e a distribuir o laço rosa.

O símbolo do movimento, o laço cor-de-rosa, ganhou força no início dos anos 1990. Ele foi distribuído aos participantes da Corrida pela Cura, em Nova York, promovida pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. Com o tempo, o laço se tornou um símbolo internacional de apoio e conscientização.

No Brasil, o movimento ganhou visibilidade no início dos anos 2000, com a iluminação de monumentos e prédios na cor rosa. Desde 2010, o INCA participa oficialmente do Outubro Rosa, promovendo debates e divulgando materiais informativos para profissionais de saúde e para a população.

Laço rosa, símbolo do Outubro Rosa e da conscientização sobre o câncer de mama

Objetivos do Outubro Rosa

O principal objetivo do Outubro Rosa é que cada mulher tenha informação para cuidar de si e identificar o câncer de mama o quanto antes. Na prática, o movimento busca:

  • Conscientizar sobre fatores de risco e de proteção relacionados ao câncer de mama.
  • Estimular a detecção precoce, por meio da atenção aos sinais do corpo e do acesso aos exames recomendados.
  • Combater mitos sobre a doença e sobre as formas de reduzir o risco.
  • Incentivar o cuidado contínuo, já que o INCA reforça a necessidade de ações ao longo de todo o ano, e não apenas em outubro.
Encontro Papo Rosa com mulheres com câncer de mama no INGOH
Foto: Encontro de mulheres com câncer de mama no INGOH – Papo Rosa com Dr. Leandro Gonçalves.

Câncer de mama em números: Brasil e Goiás

Os números ajudam a entender por que esse cuidado é tão importante. O câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente e a primeira causa de morte por câncer entre as mulheres no Brasil. Veja os dados oficiais mais recentes:

Indicador Número Fonte
Casos novos por ano no Brasil (2026 a 2028) 78.610 INCA, Estimativa 2026
Risco estimado no Brasil 71,57 casos a cada 100 mil mulheres INCA, Estimativa 2026
Casos novos estimados em Goiás (2026) 2.150 INCA, Goiás
Casos novos estimados em Goiânia (2026) 620 INCA, Goiânia

Em Goiás, o câncer de mama também é o mais frequente entre as mulheres. Por trás de cada número existe uma mulher, uma família e uma história. Por isso, informação e acesso ao diagnóstico fazem tanta diferença.

Sinais de alerta, fatores de risco e rastreio com mamografia

Sinais que merecem avaliação médica

Segundo o Ministério da Saúde, os principais sinais do câncer de mama são:

  • Nódulo (caroço) na mama, especialmente se for endurecido, fixo ou estiver aumentando;
  • Alterações na pele da mama, como vermelhidão, retração ou aspecto de casca de laranja;
  • Saída espontânea de líquido pelo mamilo;
  • Mudanças no formato ou na posição do mamilo.

Essas alterações precisam ser investigadas, mas nem sempre indicam câncer. Conhecer o próprio corpo ajuda a perceber mudanças cedo.

Fatores de risco

A idade é o principal fator de risco para o câncer de mama feminino. O INCA também cita:

  • Obesidade e sobrepeso após a menopausa;
  • Sedentarismo;
  • Consumo de bebida alcoólica;
  • Primeira menstruação antes dos 12 anos;
  • Histórico familiar de câncer e alterações genéticas, como nos genes BRCA1 e BRCA2.

Ter um ou mais fatores de risco não significa que a mulher terá a doença. Significa apenas que vale ter um olhar mais atento e manter o acompanhamento médico em dia.

Mamografia: o que diz a recomendação atual

A mamografia é o principal exame de rastreamento do câncer de mama. A recomendação da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica – SBOC é:

População Recomendação SBOC
Mulheres 40–74 anos Mamografia anual, preferencialmente digital
≥75 anos Avaliação individualizada, considerando saúde global e expectativa de vida
Mulheres assintomáticas Mamografia como método de rastreamento
Ultrassonografia isolada Não substitui a mamografia de rastreamento
Autoexame das mamas Não é método de rastreamento com benefício comprovado em mortalidade e não substitui a mamografia

Mulheres com sinais suspeitos ou risco elevado devem buscar avaliação médica, independentemente da idade.

Por que o diagnóstico precoce faz diferença

O diagnóstico precoce aumenta significativamente a efetividade do tratamento do câncer de mama. Segundo o INCA, detectar os sinais em fase inicial traz melhores resultados no tratamento e ajuda a reduzir a mortalidade.

O tratamento é definido de forma individual, conforme o tipo e o estágio do tumor. Entre as possibilidades estão cirurgia, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia, terapia-alvo e hormonioterapia.

Por isso, o caminho entre a suspeita, a biópsia, o diagnóstico e o início do tratamento precisa ser ágil, bem organizado e acolhedor. Cada etapa conta, e nenhuma mulher deveria percorrer esse caminho sozinha.

Para mais informações sobre o tratamento oncológico, basta clicar aqui.

INGOH: referência no cuidado do câncer de mama em Goiás

O INGOH, Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia, diagnostica e trata mais da metade dos casos novos de câncer de mama atendidos por planos de saúde em Goiás. Essa experiência se traduz em um cuidado completo, humano e integrado, da suspeita ao acompanhamento.

Nossos médicos atuam na investigação e no diagnóstico e fazem os encaminhamentos necessários, como exames de imagem e radioterapia, quando indicados.

Linha Rosa INGOH: você não precisa passar por esse caminho sozinha

A Linha Rosa é a linha de cuidado do INGOH para mulheres com suspeita ou diagnóstico de câncer de mama ou ginecológico. Ela nasceu de uma ideia simples: diante do diagnóstico, tudo parece desconectado, como retalhos espalhados sobre a mesa. A Linha Rosa costura esses pedaços em um caminho organizado, com acolhimento em cada etapa.

Os objetivos da Linha Rosa são:

  • agilidade na avaliação médica e no diagnóstico;
  • atendimento humano e integrado;
  • equipe multidisciplinar especializada;
  • acompanhamento contínuo;
  • estrutura dedicada ao tratamento da mulher.

Serviços que fazem parte da Linha Rosa

  1. Oncologia: especialistas em câncer que acompanham a paciente em todas as etapas, com tratamentos modernos como quimioterapia, imunoterapia, terapia-alvo e hormonioterapia.
  2. Cuidado multidisciplinar: oncologia clínica e cirúrgica, mastologia, ginecologia, hematologia, oncogeriatria e outras especialidades trabalhando juntas.
  3. Exames laboratoriais: laboratório completo, com metodologias modernas para diagnóstico e acompanhamento.
  4. Laboratório de patologia: análise de biópsias, anatomopatológico e imuno-histoquímica, essenciais para entender a lesão e definir o melhor plano de tratamento.
Análise de amostra ao microscópio no laboratório de patologia do INGOH
  1. Navegação oncológica (INGOH Navega): navegadores que orientam a paciente, organizam as etapas do tratamento e facilitam o acesso aos profissionais e serviços.
  2. Espaço da mulher (Mama & Amor): espaço exclusivo na matriz do INGOH em Goiânia, preparado para receber cada paciente durante a permanência no instituto. Inclui a crioterapia capilar com touca PAXMAN, que ajuda a preservar o cabelo em determinados protocolos de quimioterapia.
Espaço Mama & Amor do INGOH com poltronas e equipamentos de crioterapia capilar

Qualidade certificada

O INGOH possui certificações que atestam a segurança e a qualidade dos seus processos:

Certificação Áreas
ONA 2 – Acreditado pleno Serviço de oncologia do INGOH
PPCQ-SBP – Sociedade Brasileira de Patologia Programa de Proficiência e Controle da Qualidade em imunohistoquímica de mama
Selo de Qualificação ONA para farmácia oncológica Serviço de Manipulação e Atenção Farmacêutica
ISO 9001 Padronização de processos e gestão de riscos
DICQ-SBP Análises clínicas e patologia

Receber uma suspeita ou um diagnóstico de câncer de mama pode trazer medo e muitas dúvidas. Neste Outubro Rosa, queremos lembrar que nenhuma mulher precisa enfrentar esse caminho sozinha. No INGOH, cada paciente é acolhida por uma equipe preparada para cuidar com técnica, carinho e atenção, do primeiro atendimento ao acompanhamento contínuo, porque cuidar do câncer é também cuidar da mulher por inteiro.

Perguntas frequentes sobre o Outubro Rosa

O que significa o Outubro Rosa?

É o mês de conscientização sobre o câncer de mama. O objetivo é informar sobre fatores de risco, proteção e detecção precoce da doença.

Como surgiu o Outubro Rosa?

O movimento surgiu nos Estados Unidos, na década de 1990. No Brasil, o INCA participa desde 2010.

O que significa o laço rosa?

É o símbolo internacional da luta contra o câncer de mama. Ele representa apoio às mulheres e incentivo à prevenção e ao diagnóstico precoce.

A partir de que idade devo fazer mamografia?

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) recomenda mamografia anual para mulheres de 40 a 74 anos. A partir dos 75 anos, a avaliação deve ser individualizada.

Todo caroço na mama é câncer?

Não. Alterações na mama precisam ser investigadas, mas muitas não são câncer. Só a avaliação médica define o diagnóstico.

Homens podem ter câncer de mama?

Sim, mas é raro.

Câncer de mama tem cura?

O diagnóstico precoce aumenta significativamente a efetividade do tratamento. Detectar a doença cedo traz melhores resultados e ajuda a reduzir a mortalidade.

O INGOH atende planos de saúde?

Sim, atendemos os principais convênios no INGOH: Ipasgo, Unimed, Cassi, Bradesco Saúde, Sul América, Mais Saúde, Vivacom, Geap, Affego, Assefaz, Saúde Caixa e vários outros planos de saúde.

O que é a Linha Rosa INGOH?

É a linha de cuidado do INGOH para mulheres com suspeita ou diagnóstico de câncer de mama ou ginecológico. Reúne oncologia, equipe multidisciplinar, laboratório, patologia, navegação oncológica e o espaço Mama & Amor, para que cada mulher se sinta amparada em todas as etapas.

Neste Outubro Rosa, cuide de você

O Outubro Rosa é um lembrete, mas o cuidado com a saúde das mamas vale o ano inteiro. Compartilhe este conteúdo com as mulheres que você ama: informação também salva vidas.

Se existe uma suspeita ou um diagnóstico de câncer de mama ou ginecológico, conte com a Linha Rosa INGOH.

Fale com o INGOH: telefone e WhatsApp (62) 3226-0200.

Fontes

Como identificar o câncer de mama: Descubra os principais sinais e exames

como identificar o câncer de mama

Como identificar o câncer de mama é uma dúvida comum entre mulheres e homens que desejam entender melhor essa doença e aumentar suas chances de diagnóstico precoce. 

 

Neste artigo, abordamos os sinais do câncer de mama, os fatores de risco e métodos de detecção para aumentar as possibilidades de tratamento eficaz. Continue a leitura!

 

O que é o câncer de mama

O câncer de mama ocorre quando há um crescimento desordenado de células nos tecidos mamários, formando um tumor maligno capaz de invadir estruturas próximas ou mesmo se espalhar para outras partes do corpo. Ele pode surgir tanto em mulheres quanto em homens, embora seja muito mais comum no público feminino devido à maior influência hormonal e à presença de mais tecido mamário.

 

Existem diferentes tipos de câncer de mama, alguns crescem rapidamente, enquanto outros têm evolução mais lenta. Entre os mais comuns estão o carcinoma ductal (que se inicia nos ductos mamários) e o carcinoma lobular (que começa nos lóbulos). A identificação precoce é essencial para direcionar o tratamento adequado e aumentar as taxas de cura.

 

Como identificar os sinais do câncer de mama

Reconhecer os sinais do câncer de mama é um passo essencial para quem deseja saber como identificar o câncer de mama com mais segurança. 

 

Embora nem todo sintoma signifique câncer, é importante estar atento a qualquer mudança incomum na região mamária.

 

Os principais sinais incluem:

Nódulo ou caroço no seio

É o sintoma mais conhecido. Geralmente, apresenta textura endurecida, forma irregular e não causa dor, embora alguns nódulos doloridos também possam ser suspeitos.

 

Alterações na pele da mama

Modificações como pele enrugada, retraída, avermelhada ou com aparência semelhante a “casca de laranja” podem indicar alterações no tecido mamário.

 

Mudanças no mamilo

Incluem inversão súbita (quando o mamilo “entra”), sensibilidade incomum ou alterações no formato.

 

Secreção pelo mamilo

Principalmente quando é espontânea, transparente, com sangue ou ocorre apenas em uma das mamas.

 

Dor persistente

Embora raramente o câncer cause dor intensa, dores contínuas e localizadas devem ser investigadas.

 

Inchaço e assimetria

Aumento anormal de volume ou diferenças marcantes entre as mamas merecem atenção.

 

Ínguas na axila

Gânglios linfáticos aumentados podem indicar que o organismo está reagindo a um processo inflamatório ou tumoral.

 

Ao perceber qualquer uma dessas alterações, é essencial procurar atendimento médico o quanto antes. O autoexame não substitui exames profissionais, mas ajuda na percepção das mudanças.

 

Exames indicados para diagnóstico

O diagnóstico do câncer de mama é feito por meio de exames de imagem e laboratoriais. Cada um tem uma função específica, e a combinação deles permite uma avaliação completa.

 

Mamografia

É o principal exame de rastreamento e o mais eficaz para detectar alterações antes mesmo de serem palpáveis. Recomenda-se que mulheres entre 50 e 69 anos realizem o exame a cada dois anos, mas aquelas com maior risco devem iniciar mais cedo, conforme orientação médica.

 

Ultrassonografia das mamas

Complementa a mamografia, especialmente em mulheres jovens, gestantes ou com mamas densas. Ajuda a diferenciar nódulos sólidos de cistos.

 

Ressonância magnética das mamas

Utilizada em casos de alto risco, como mulheres com mutação genética ou histórico familiar significativo. É um exame mais sensível e detalhado.

 

Biópsia

Quando há suspeita, a confirmação é feita pela análise de uma amostra do tecido mamário. Existem diferentes tipos, como biópsia por agulha fina, por agulha grossa e cirúrgica.

 

A combinação desses exames permite identificar precocemente até mesmo tumores muito pequenos, aumentando as chances de cura.

 

Fatores de risco para o câncer de mama

Embora qualquer pessoa possa desenvolver a doença, alguns fatores aumentam o risco:

 

Idade

O risco cresce com o passar dos anos, sendo mais comum após os 40 anos.

 

Histórico familiar

Casos de câncer de mama ou ovário em parentes próximos elevam as chances. Mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 também influenciam.

 

Fatores hormonais

Primeira menstruação precoce, menopausa tardia e uso prolongado de hormônios podem aumentar o risco.

 

Estilo de vida

Sedentarismo, alimentação inadequada, consumo excessivo de álcool e tabagismo estão associados ao aumento de casos.

 

Excesso de peso

A obesidade, especialmente após a menopausa, está ligada a maior produção de estrogênio, hormônio relacionado ao desenvolvimento do câncer de mama.

 

Exposição à radiação

Histórico de tratamentos radioterápicos na região torácica pode elevar o risco futuramente.

 

Conhecer esses fatores ajuda na adoção de medidas preventivas e na busca por acompanhamento médico adequado.

 

Tratamentos disponíveis

Os tratamentos para o câncer de mama evoluíram significativamente nas últimas décadas e hoje são mais precisos, menos invasivos e mais eficazes. A escolha depende do tipo de tumor, estágio da doença, características genéticas e condições gerais da paciente.

 

Abaixo, listamos os principais tratamentos disponíveis:

Cirurgia

Pode incluir retirada parcial (lumpectomia) ou total da mama (mastectomia). Em muitos casos, técnicas de reconstrução imediata devolvem a harmonia estética.

 

Radioterapia

Utilizada após a cirurgia para eliminar células residuais, reduzindo o risco de recidiva.

 

Quimioterapia

Age de forma sistêmica, destruindo células cancerígenas que possam ter se espalhado. Pode ocorrer antes (neoadjuvante) ou depois da cirurgia (adjuvante).

 

Hormonioterapia

Indicado para tumores sensíveis aos hormônios, bloqueando a ação do estrogênio ou da progesterona.

 

Terapias alvo e imunoterapia

Tratamentos modernos que atacam diretamente as células tumorais ou fortalecem o sistema imunológico para combatê-las.

 

👉Leia também: Como funciona a radioterapia: Entenda o tratamento, seus tipos e os cuidados essenciais durante o processo

INGOH: Referência em exames para ajudar como identificar o câncer de mama

O INGOH vai além de um simples laboratório; é um espaço onde cada momento da sua jornada é tratado com atenção. Com tecnologia de ponta, equipe altamente qualificada e um ambiente acolhedor, o INGOH é referência em oncologia, sendo o melhor lugar para realizar exames para ajudar a identificar o câncer de mama.

Se você busca um lugar onde tecnologia e cuidado humano se unem, entre em contato com o INGOH. Estamos aqui para te ajudar com mais acolhimento, inovação e confiança!

Linha Rosa INGOH: cuidado que acompanha a mulher do início ao fim

Linha Rosa INGOH: apoio completo para pacientes com suspeita ou diagnóstico de câncer de mama e ginecológico

Cada mulher é única. Por isso, seu cuidado também precisa ser.

Receber a suspeita ou o diagnóstico de um câncer pode trazer dúvidas, inseguranças e muitas decisões a serem tomadas. Para tornar esse caminho mais acolhedor, seguro e ágil, o Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH) criou a Linha Rosa, uma linha de cuidado para mulheres com suspeita ou confirmação de câncer de mama ou câncer ginecológico.

Assista ao vídeo institucional e conheça a Linha Rosa INGOH:

O que é a Linha Rosa INGOH?

A Linha Rosa é a linha de cuidado do INGOH dedicada à saúde oncológica da mulher. A proposta é acompanhar a paciente desde a investigação até o tratamento, conectando profissionais, informações e serviços para tornar essa jornada mais organizada e previsível.

No INGOH, o cuidado começa diante dos primeiros sinais ou de uma suspeita, com agilidade, segurança e acolhimento. Da prevenção e do diagnóstico ao tratamento e acompanhamento, cada etapa da jornada é conduzida com cuidado humano integrado.

 

Ilustração da Linha Rosa INGOH com paciente e profissional de saúde apresentando a linha de cuidado

Acesso a especialistas em até 24 horas

Diante de uma suspeita de câncer, o tempo é um fator decisivo. A partir do primeiro contato com o INGOH, a paciente recebe orientação e pode ter acesso a profissionais especializados em até 24 horas.

Essa agilidade encurta o intervalo entre a dúvida e a resposta — e é justamente esse intervalo que costuma gerar mais angústia em quem está esperando um diagnóstico.

Diferenciais da Linha Rosa INGOH

  • Agilidade na avaliação médica e diagnóstico
  • Atendimento humano e integrado
  • Equipe multidisciplinar especializada
  • Acompanhamento contínuo
  • Estrutura dedicada ao tratamento da mulher

Costurando caminhos, acolhendo histórias

Selo da Linha Rosa INGOH com o conceito Costurando caminhos, acolhendo histórias

A Linha Rosa é um trabalho artesanal, feito por diferentes profissionais, conhecimentos e formas de cuidar que se conectam para acompanhar cada mulher em sua jornada contra o câncer. É assim que o INGOH coloca em prática sua missão: valorizar a vida, movidos pela arte de cuidar de pessoas em sua jornada contra o câncer.

A Linha Rosa é uma linha de conexão. Ela transforma uma nova jornada, que é muito desafiadora para a mulher, em um caminho previsível, mostrando a trilha a ser percorrida e apoiando essa mulher para que ela tenha mais segurança durante o tratamento.

Dra. Ketlin Vasconcelos Pinheiro, Diretora Geral do INGOH

Falamos um pouco mais sobre a origem da Linha Rosa no vídeo abaixo:

Serviços do INGOH que fazem parte da Linha Rosa

A Linha Rosa conecta diferentes serviços do INGOH, que trabalham de forma integrada para acompanhar cada mulher em todas as etapas do cuidado:

1. Serviço de oncologia

O time de especialistas em câncer do INGOH está aqui para proporcionar um cuidado humano e integrado a pacientes com suspeita ou diagnóstico de câncer. Sempre atentos aos tratamentos mais modernos e eficazes, que podem incluir cirurgia, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia, terapia-alvo ou hormonioterapia. Uma equipe de excelência estará presente em todas as etapas do tratamento.

2. Cuidado multidisciplinar

O INGOH oferece cuidado humano e integrado em diversas especialidades médicas. Oncologia clínica e cirúrgica, ginecologia, mastologia, hematologia, onco-geriatria, cardiologia e vários outros especialistas trabalham de forma integrada para oferecer um cuidado individual e centrado nas necessidades de cada paciente.

3. Exames laboratoriais

O laboratório INGOH é completo e utiliza metodologias modernas e atualizadas para oferecer o melhor diagnóstico em análises clínicas. Exames de alta precisão, segurança e agilidade são essenciais para a prevenção de doenças, o diagnóstico e o acompanhamento de diversas condições de saúde.

4. Laboratório de patologia

É parte fundamental no processo de definição diagnóstica de diversas doenças, especialmente o câncer. A análise de biópsias e materiais corporais em um laboratório confiável proporciona o melhor resultado de anatomopatológico e imuno-histoquímica, essenciais para entender as características da lesão e definir o melhor plano de tratamento. A detecção e genotipagem do HPV já é realidade e está transformando a forma de cuidar do câncer de colo de útero.

5. Navegação oncológica

Orientação, direção e acolhimento. O time de navegadores acompanha a pessoa em sua jornada contra o câncer, ajudando a organizar as várias etapas do tratamento e o acesso aos serviços e profissionais necessários para o seu cuidado. O INGOH Navega traz mais informação, segurança e apoio em cada momento.

6. Espaço Mama & Amor

Nossas mulheres em tratamento contra o câncer têm um cantinho para chamar de seu. O espaço Mama & Amor reúne um time dedicado em um local carinhosamente preparado para receber cada mulher durante a sua permanência no INGOH. A crioterapia com a touca PAXMAN ajuda a preservar o cabelo em determinados protocolos de quimioterapia. Inovação e tecnologia para promover humanização e bem-estar das nossas pacientes.

Um cuidado que vai além do tratamento

Esse cuidado também considera tudo o que existe além do tratamento. A equipe oferece suporte para etapas como agendamento de consultas e exames e organização de documentos e relatórios, além do acompanhamento de profissionais de diferentes áreas. Psicologia, Nutrição, Yogaterapia, Musicoterapia e Odontologia fazem parte dessa proposta de cuidado integral.

Para a Dra. Ketlin, esse suporte tem um significado ainda maior:

A mulher já sustenta vários papéis. Quando está frágil e vulnerável, esse é o momento em que precisa ser cuidada. O INGOH está ali para desempenhar os papéis que podem ser realizados por nós e não sobrecarregá-la com coisas além do essencial.

Dra. Ketlin Vasconcelos Pinheiro, Diretora Geral do INGOH

Na Linha Rosa, a ideia é que a mulher possa reservar sua energia para aquilo que realmente importa naquele momento: cuidar de si.

Quando procurar a Linha Rosa INGOH?

A Linha Rosa é indicada para mulheres que estão em qualquer um destes momentos:

  • Percebeu uma alteração na mama — nódulo, mudança na pele ou no mamilo, secreção — e requer avaliação rápida;
  • Recebeu um exame de imagem com resultado alterado (mamografia, ultrassonografia ou ressonância);
  • Teve um preventivo (Papanicolau) alterado ou exame de HPV positivo;
  • Apresenta sintomas ginecológicos persistentes, como sangramento fora do período menstrual ou após a menopausa;
  • Já tem diagnóstico confirmado de câncer de mama ou ginecológico e busca tratamento, segunda opinião ou acompanhamento;
  • Possui histórico familiar e quer acompanhamento preventivo especializado.

Em todos esses casos, quanto mais cedo a avaliação acontece, maiores são as possibilidades de tratamento.

Perguntas frequentes sobre a Linha Rosa INGOH

Preciso já ter um diagnóstico de câncer para ser atendida?

Não. A Linha Rosa atende mulheres com suspeita ou com diagnóstico confirmado de câncer de mama ou ginecológico. O cuidado começa diante dos primeiros sinais.

Em quanto tempo consigo ser atendida?

A partir do primeiro contato, a paciente recebe orientação e pode ter acesso a profissionais especializados em até 24 horas.

Quais tipos de câncer a Linha Rosa acompanha?

Câncer de mama e cânceres ginecológicos, como colo de útero, endométrio, ovário, vulva e vagina.

O que é a navegação oncológica?

É o acompanhamento feito por uma equipe de navegadores que organiza as etapas do tratamento, orienta a paciente e facilita o acesso aos serviços e profissionais necessários ao longo de toda a jornada.

Fale com a Linha Rosa INGOH

Porque o câncer já traz incertezas demais. O cuidado não precisa trazer mais uma.

Se você ou alguém que você ama está diante de uma suspeita ou de um diagnóstico de câncer de mama ou ginecológico, fale com a nossa equipe. Atendimento em Goiânia (GO).


 

Responsável Técnico: Dr. Edmo Dias Pinheiro — CRM-GO 1498 | RQE 3.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta com um profissional de saúde.

O que perguntar ao oncologista antes de iniciar o tratamento de câncer

o que perguntar ao oncologista

O que perguntar ao oncologista é uma das primeiras dúvidas de quem recebe um diagnóstico de câncer. É um momento que naturalmente gera insegurança, e entender cada etapa do processo ajuda o paciente a se sentir mais preparado.

Neste artigo, reunimos as principais perguntas para levar à consulta: sobre diagnóstico, opções de tratamento, efeitos colaterais e o que esperar ao longo do cuidado.

Por que é importante tirar dúvidas antes de iniciar o tratamento oncológico?

Entender o próprio diagnóstico e as etapas do tratamento ajuda o paciente a participar das decisões sobre a própria saúde. Quando as dúvidas são esclarecidas, tende a haver menos ansiedade e mais confiança no processo, sem que isso substitua, em nenhum momento, a avaliação individual feita pelo médico.

Saber o que perguntar ao oncologista pode ajudar a:

  • Tomar decisões mais conscientes;
  • Reduzir inseguranças e medos;
  • Se preparar melhor para cada etapa;
  • Ter expectativas mais realistas sobre o tratamento.

O que perguntar ao oncologista sobre o diagnóstico?

Antes de falar sobre o tratamento, é importante entender bem o diagnóstico. Saber o tipo de câncer, o estágio da doença e se há indicação de outros exames ajuda o paciente a compreender as opções que serão discutidas na sequência.

Algumas perguntas importantes:

  • Qual é exatamente o tipo de câncer diagnosticado?
  • Em que estágio a doença se encontra? (o estadiamento indica a extensão da doença: se está localizada, infiltrada ou acomete algum outro órgão)
  • O quão agressivo é esse tumor?
  • Há necessidade de realizar outros exames?
  • Existem outros casos de câncer na família que devem ser investigados?
  • Preciso de algum teste ou painel genético para entender a doença ou definir o tratamento?

Quando há histórico familiar relevante, o oncologista pode indicar uma avaliação de risco hereditário. O INGOH oferece aconselhamento genético com especialista para esses casos. Não é um exame, mas uma consulta que ajuda a entender o risco individual e orientar a família.

Quais perguntas fazer sobre as opções de tratamento?

Existem diferentes tratamentos oncológicos, e cada um tem um objetivo específico. Entender por que um deles foi indicado para o seu caso ajuda a tomar decisões com mais segurança.

  • Quais são as opções de tratamento para o meu caso?
  • Qual é o objetivo do tratamento (cura, controle da doença, redução do tumor ou alívio de sintomas)?
  • Por que esse tratamento é recomendado?
  • É necessário combinar diferentes tratamentos?
  • Quais os riscos e benefícios esperados?

De forma simples, os tratamentos oncológicos sistêmicos mais comuns são: quimioterapia (medicamentos que agem contra células que se multiplicam rápido), imunoterapia (estimula o próprio sistema de defesa do corpo a agir contra o câncer), terapia-alvo (atua em alterações específicas encontradas no tumor) e hormonioterapia (bloqueia hormônios que alimentam alguns tipos de câncer).  Esses tratamentos são realizados no INGOH, com o acompanhamento multidisciplinar e de equipe médica especializada.

Alguns tumores também podem necessitar de outros tratamentos em diversas fases da doença, como cirurgia ou radioterapia. 

O que perguntar ao oncologista sobre efeitos colaterais?

Os efeitos colaterais são uma das maiores preocupações de quem inicia o tratamento contra o câncer. Saber quais podem aparecer, e como controlá-los, ajuda o paciente a se preparar e a procurar ajuda no momento certo.

  • Quais são os efeitos colaterais mais comuns desse tratamento?
  • Esses efeitos tendem a ser temporários ou podem ser permanentes?
  • Como posso reduzir ou controlar esses sintomas?
  • Em quais situações devo procurar ajuda médica?
  • Esse tratamento causa queda de cabelo? Há algo que pode ser feito para evitar isso?

Para pacientes em quimioterapia, por exemplo, o INGOH oferece a crioterapia capilar, técnica utilizada em ambiente especializado por uma equipe capacitada, que resfria o couro cabeludo durante a sessão e pode ajudar a reduzir a queda de cabelo em alguns casos. 

É importante ressaltar que o tratamento pode não ser indicado ou trazer benefício em alguns casos. Por isso, é fundamental consultar seu oncologista sobre a possibilidade. 

O que perguntar sobre rotina e qualidade de vida durante o tratamento?

O tratamento oncológico pode impactar diferentes aspectos da vida do paciente. Entender como a rotina poderá ser afetada ajuda a se organizar com mais tranquilidade.

  • Vou poder manter minhas atividades diárias?
  • Há restrições alimentares ou físicas?
  • Posso continuar trabalhando durante o tratamento?
  • Como o tratamento pode afetar minha disposição e energia?
  • Há suporte para controlar dor ou outros sintomas ao longo do tratamento?

O cuidado com a qualidade de vida faz parte do tratamento desde o início, e não apenas nas fases mais avançadas da doença. O INGOH oferece cuidado multidisciplinar com equipe médica, navegação, enfermagem, nutrição, psicologia e odontologia conforme suas necessidades durante o tratamento na instituição. 

O que perguntar sobre as expectativas em relação aos resultados do tratamento?

Entender o que esperar do tratamento ajuda a evitar frustrações e a manter uma visão realista do processo. Cada caso responde de uma forma, e o médico especialista pode explicar, com base no seu diagnóstico, o que é esperado e como será feito o acompanhamento.

  • Quais são as possibilidades de resposta ao tratamento no meu caso?
  • Como será feito o acompanhamento da evolução?
  • O que acontece se o tratamento não trouxer os resultados esperados?

 

O INGOH oferece atendimento multidisciplinar e cuidados continuados para pacientes elegíveis através do núcleo de cuidados paliativos. Com o objetivo de tratar qualidade de vida, controle de sintomas e planejamento de cuidados de forma integrada.

Quais são as limitações de tirar todas as dúvidas logo na primeira consulta?

Nem toda pergunta tem resposta definitiva no início do tratamento. Alguns resultados dependem de exames complementares, da avaliação de uma equipe multidisciplinar ou da resposta do organismo às primeiras sessões. Por isso, é normal e esperado que novas dúvidas surjam ao longo do caminho.

Os rumos do tratamento podem mudar a qualquer momento e a qualquer fase, e caso isso aconteça o seu médico sempre discutirá sobre isso, trazendo explicações e orientações nas consultas de acompanhamento e de seguimento.  

Por que anotar as perguntas e acompanhar as respostas ajuda no tratamento?

Durante a consulta, é comum esquecer informações importantes. Anotar previamente o que perguntar ao seu médico oncologista ou hematologista ajuda a não perder nenhum detalhe relevante ao longo do tratamento.

Levar um familiar ou acompanhante também pode ajudar, tanto para lembrar orientações médicas quanto para oferecer apoio emocional. No INGOH, o paciente também pode contar com o INGOH Navega, serviço de acompanhamento feito por um enfermeiro navegador e equipe multidisciplinar ao longo de todo o tratamento.

Informação e diálogo são aliados no tratamento

Buscar informação de qualidade e manter o diálogo aberto com o oncologista são atitudes que ajudam o paciente a se sentir mais participativo em cada etapa do cuidado.

Leia mais:

Como o INGOH pode apoiar você nesse momento?

O INGOH conta com equipe médica própria de oncologia clínica e estrutura de Cancer Center, incluindo centro de infusão para quimioterapia, imunoterapia, terapia-alvo e hormonioterapia. Ao longo do tratamento, o paciente pode contar com o acompanhamento do INGOH Navega.

Se você foi diagnosticado com câncer e está se preparando para a consulta com o oncologista, agende sua consulta pelo WhatsApp (62) 3226-0200.

Perguntas frequentes

Posso levar alguém comigo à consulta com o oncologista? Sim. Levar um familiar ou acompanhante pode ajudar a lembrar orientações e oferecer apoio emocional durante a consulta.

É normal ter muitas dúvidas antes de começar o tratamento? Sim, é uma reação comum diante de um diagnóstico de câncer. Anotar as perguntas com antecedência ajuda a não esquecer nenhum ponto importante.

Posso buscar uma segunda opinião médica antes de iniciar o tratamento? Sim. Buscar uma segunda opinião é um direito do paciente e pode ser feito a qualquer momento, sem prejudicar o acompanhamento com o oncologista responsável. Orientamos inclusive que o paciente sempre seja transparente com seu médico sobre o desejo de uma segunda opinião, para que o profissional forneça todas as orientações sobre esse processo.

O INGOH oferece acompanhamento durante todo o tratamento oncológico? Sim. Além das consultas e do centro de tratamento especializado, o INGOH conta com o INGOH Navega, serviço de acompanhamento feito por enfermeiro navegador e equipe multidisciplinar.

Colonoscopia como rastreio de câncer de intestino: quando fazer e por que é importante

colonoscopia como rastreio de câncer de intestino

A colonoscopia é um dos principais exames usados para detectar precocemente o câncer colorretal, um dos tipos de câncer mais frequentes no Brasil, além de ser a doença que mais mata adultos menores de 50 anos nos Estados Unidos. Neste artigo, você entende quando o exame é indicado, como funciona, seus benefícios e também suas limitações.

O que é a colonoscopia?

A colonoscopia é um exame que permite ver o interior do intestino grosso (cólon e reto) por meio de um tubo flexível com câmera na ponta. Durante o procedimento, o médico pode identificar pólipos e outras alterações, e já retirar essas lesões no mesmo momento, o que ajuda a prevenir o câncer.

Quando a colonoscopia é indicada?

A idade para começar o rastreio varia conforme o risco de cada pessoa. De forma geral:

  • Risco médio (sem histórico familiar, sem pólipos anteriores e sem doença inflamatória intestinal): sociedades como a SBCP (Sociedade Brasileira de Coloproctologia), a SBCO (Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica) e a ASCO recomendam início aos 45 anos, mesmo sem sintomas. O protocolo oficial do Ministério da Saúde e do INCA ainda indica 50 anos, mas o próprio INCA já declarou publicamente que estuda reduzir essa idade e está desenvolvendo diretrizes específicas para o país (SBCP/SBCO/ASCO e Ministério da Saúde/INCA).
  • Um parente de primeiro grau com câncer colorretal (pai, mãe, irmão ou filho): o rastreio deve começar aos 40 anos, ou 10 anos antes da idade em que esse parente foi diagnosticado, o que ocorrer primeiro (SBCP, American College of Gastroenterology).
  • Doença inflamatória intestinal (Crohn ou colite ulcerativa): o rastreio costuma começar cerca de 8 anos após o diagnóstico da doença, com acompanhamento mais frequente.
  • Síndromes hereditárias, como a síndrome de Lynch ou a polipose adenomatosa familiar: o rastreio pode ser indicado ainda mais cedo, possivelmente na adolescência, com avaliação individual do especialista.

A avaliação com um especialista é o que define, na prática, qual desses cenários se aplica a cada pessoa e qual o melhor momento para começar.

Por que a colonoscopia é importante na prevenção?

Muitos casos de câncer colorretal começam a partir de pólipos, pequenas lesões benignas que podem evoluir ao longo dos anos. Ao identificar e remover esses pólipos durante o exame, é possível reduzir o risco de a doença se desenvolver.

Entre os principais benefícios estão:

  • Detecção precoce de lesões
  • Remoção de pólipos e lesões pré-malignas durante o próprio exame
  • Contribuição para reduzir a incidência do câncer colorretal
  • Possibilidade de um tratamento com melhor resposta, quando a doença é identificada cedo

Quais são as limitações da colonoscopia?

A colonoscopia depende de um preparo intestinal adequado, e se o preparo não for bem feito, pode ser necessário repetir o exame. Em casos raros, algumas lesões pequenas podem não ser visualizadas. A decisão sobre o melhor exame para cada caso deve ser feita com o médico.

Quais sintomas merecem atenção?

A colonoscopia como rastreio costuma ser indicada mesmo sem sintomas, mas alguns sinais pedem avaliação médica imediata:

  • Sangue nas fezes
  • Fezes em fita
  • Mudança persistente no hábito intestinal (diarreia ou prisão de ventre)
  • Dor abdominal frequente
  • Perda de peso sem causa aparente
  • Anemia

Como é o preparo para o exame?

O preparo é essencial para garantir uma boa visualização durante o exame e costuma incluir:

  • Dieta específica nos dias anteriores
  • Uso de laxantes conforme orientação médica
  • Jejum antes do procedimento

O exame é seguro?

Sim, quando feito por profissionais capacitados e em ambiente adequado. O procedimento é realizado com sedação, para garantir conforto. Complicações, como sangramento ou perfuração intestinal, são raras e mais associadas aos casos em que há remoção de pólipos.

Qual a frequência ideal do exame?

Depende do resultado anterior e dos fatores de risco individuais. Em pessoas sem alterações, o exame costuma ser repetido a cada 5 a 10 anos. Em quem já teve pólipos ou tem histórico familiar, o intervalo pode ser menor, conforme orientação médica.

Perguntas frequentes

A colonoscopia dói?

O exame é feito com sedação, então o paciente não sente dor durante o procedimento.

Preciso fazer colonoscopia mesmo sem sintomas?

Sim, a partir da idade recomendada ou de acordo com o histórico familiar, o rastreio é indicado mesmo sem sintomas, já que o câncer colorretal costuma se desenvolver de forma silenciosa.

Quem tem histórico familiar precisa começar antes?

Sim. Ter parentes de primeiro grau com câncer colorretal geralmente antecipa a idade recomendada para o início do rastreio.

INGOH: cuidado especializado no rastreio do câncer de intestino

O INGOH conta com especialistas em coloproctologia e cirurgia do aparelho digestivo que avaliam cada caso de forma individual, considerando idade, histórico familiar e fatores de risco, para indicar o melhor momento de iniciar o rastreio. 

O que fazer agora?

Se você tem mais de 45 anos, ou histórico de câncer colorretal na família, converse com um especialista para entender qual é o momento certo de iniciar o seu rastreio. Agende sua consulta pelo WhatsApp (62) 3226-0200.

Entenda como funciona o tratamento de leucemia

tratamento de leucemia

A leucemia é um tipo de câncer que afeta as células do sangue e da medula óssea, exigindo uma abordagem médica altamente especializada. Diante desse cenário, compreender como funciona o tratamento de leucemia torna-se essencial para pacientes e familiares que buscam informação confiável e segurança no processo terapêutico.

 

Com os avanços da hematologia, hoje existem diferentes estratégias terapêuticas que variam conforme o perfil da doença. Dependendo do tipo de leucemia, do estágio e das condições do paciente, o objetivo inicial pode ser a remissão (quando os sinais da doença desaparecem) ou o controle clínico de longo prazo, focando na estabilidade e na qualidade de vida.

 

A escolha da abordagem ideal é estritamente personalizada, avaliando as características genéticas do tumor e a tolerância individual a cada tratamento.

Como é feito o tratamento de leucemia?

O tratamento de leucemia é definido a partir de uma análise detalhada do quadro clínico do paciente, do tipo de leucemia e suas características biológicas e  também  a fase da doença. Entre as principais abordagens terapêuticas, destacam-se a quimioterapia, terapia-alvo, imunoterapia e, em alguns casos, o transplante de medula óssea (TMO).

 

A quimioterapia continua sendo uma das bases do tratamento, atuando na eliminação das células cancerígenas. Já as terapias-alvo representam um avanço importante, pois atuam diretamente em alterações específicas das células doentes, reduzindo danos às células saudáveis.

 

A imunoterapia, por sua vez, estimula o próprio sistema imunológico a combater a doença com maior eficiência.

 

O acompanhamento com um hematologista é indispensável em todas as fases do tratamento de leucemia, garantindo ajustes terapêuticos conforme a resposta do organismo.

 

Quais os principais exames feitos durante o tratamento?

Durante o tratamento de leucemia, o monitoramento constante é essencial para avaliar a eficácia das terapias e alguns exames complementares podem ser necessários:

 

  • Hemograma completo para análise das células sanguíneas
  • Mielograma para avaliação da medula óssea
  • Biópsia de medula óssea
  • Exames laboratoriais bioquímicos 
  • Testes genéticos e moleculares
  • Exames de imagem complementares

 

Entenda como o INGOH auxilia no tratamento de leucemia

O suporte especializado impacta diretamente na qualidade do tratamento de leucemia:

 

  • Equipe médica altamente qualificada em hematologia e oncologia
  • Estrutura completa para diagnóstico e acompanhamento
  • Atendimento humanizado e acolhedor
  • Realização de exames laboratoriais, inclusive domiciliares

A importância do diagnóstico precoce e do tratamento no tempo certo

Iniciar o tratamento de leucemia com agilidade aumenta as chances de sucesso terapêutico:

 

  • Maior controle da progressão da doença
  • Aumento das taxas de remissão
  • Redução de complicações clínicas
  • Melhor resposta às terapias modernas
  • Controle e remissão da doença
  • Mais qualidade de vida ao paciente

 

Como o hematologista define o

tratamento da leucemia?

A hematologia é a especialidade responsável por diagnosticar e tratar doenças do sangue, incluindo a leucemia. A área da hematologia responsável pelo diagnóstico, tratamento e acompanhamento das neoplasias hematológicas é a onco-hematologia. 

 

Nesse contexto, o tratamento de leucemia é definido com base em protocolos clínicos atualizados, exames laboratoriais e avaliação individualizada do paciente.

 

O onco-hematologista analisa fatores como idade, estado geral de saúde, tipo de leucemia e presença de alterações genéticas. A partir disso, é elaborado um plano terapêutico personalizado, que pode ser ajustado ao longo do tempo conforme a resposta ao tratamento.

 

Esse acompanhamento contínuo permite intervenções mais precisas, que aumentam a eficácia do tratamento de leucemia, além de contribuírem para melhores prognósticos.

 

Leia mais:

 

INGOH: referência no tratamento de leucemia com cuidado humanizado

O INGOH se consolida como uma referência no tratamento de leucemia, unindo excelência técnica e cuidado humanizado. Com mais de 55 anos de atuação em Goiás, o instituto oferece uma estrutura completa para diagnóstico, acompanhamento e tratamento, garantindo segurança em todas as etapas da jornada do paciente.

 

Contamos com uma equipe médica ampla, formada por especialistas qualificados em hematologia e oncologia, além de unidades estrategicamente localizadas em Goiânia, Anápolis, Caldas Novas, Ceres e Senador Canedo. Esse modelo facilita o acesso ao tratamento e reforça o compromisso com a proximidade e o cuidado contínuo.

 

Para quem busca um atendimento diferenciado, com tecnologia, acolhimento e possibilidade de atendimento por convênios, o INGOH representa uma escolha segura. Entre em contato e descubra como iniciar o tratamento de leucemia com uma equipe preparada para cuidar de cada detalhe com excelência.

Tratamento do câncer de próstata: como é definido o melhor plano terapêutico

tratamento do câncer de próstata

O tratamento do câncer de próstata é definido a partir de uma avaliação individualizada que considera diversos fatores relacionados ao paciente e às características da doença. Cada caso é único, e por isso o planejamento terapêutico deve ser cuidadosamente elaborado por uma equipe médica especializada.

 

Neste artigo, abordamos como funciona o tratamento do câncer de próstata, quais fatores influenciam a escolha do tratamento e como os médicos determinam o plano mais adequado para cada paciente.

 

O que é o câncer de próstata

O câncer de próstata é um dos tipos de câncer mais comuns entre os homens. Ele se desenvolve na próstata, uma glândula do sistema reprodutor masculino responsável pela produção de parte do líquido seminal.

 

Na maioria dos casos, o tumor apresenta crescimento lento e pode permanecer localizado na próstata por um longo período. Nessas situações, dizemos que o câncer está restrito à próstata. Porém, em alguns casos, a doença pode evoluir de forma mais rápida e agressiva, exigindo acompanhamento e tratamento mais rápidos.

 

Por isso, compreender como funciona o tratamento do câncer de próstata é fundamental para entender as opções disponíveis e as estratégias utilizadas pelos médicos para controlar a doença.

 

Como o diagnóstico influencia o tratamento do câncer de próstata

Antes de definir o plano terapêutico, é necessário realizar uma avaliação completa do paciente e entender qual é a fase, ou estadiamento, da doença. O diagnóstico geralmente envolve exames clínicos, laboratoriais e de imagem que ajudam a entender as características do tumor.

 

Entre os exames mais utilizados estão:

  • Exame de PSA (antígeno prostático específico);
  • Toque retal;
  • Ultrassom de próstata;
  • Biópsia da próstata;
  • Ressonância magnética da próstata;
  • PET-PSMA;
  • Outros exames de imagem para avaliar possível disseminação da doença.

 

Essas informações ajudam os médicos a identificar o estágio do câncer e o grau de agressividade do tumor, que avalia-se frequentemente pelo score de Gleason (ISUP – International Society of Urological Pathology). Esses fatores são essenciais para determinar qual será a estratégia de tratamento mais indicada. 

 

Fatores considerados na escolha do tratamento

O planejamento do tratamento do câncer de próstata não depende apenas do diagnóstico do tumor. Diversos aspectos relacionados ao paciente também devem ser  levados em consideração para garantir que a abordagem seja segura e eficaz.

 

Entre os principais fatores avaliados estão:

  • Idade; 
  • Condições gerais de saúde;
  • Estágio do tumor;
  • Grau de agressividade das células cancerígenas;
  • Presença ou não de metástases.

 

Essa análise permite que a equipe médica construa um plano terapêutico personalizado, equilibrando eficácia do tratamento e qualidade de vida.

 

A escala de Gleason para o câncer de próstata 

A escala de Gleason é um sistema utilizado para avaliar o grau de agressividade do câncer de próstata a partir da análise das células tumorais na biópsia.

O patologista observa o padrão de crescimento das células e atribui duas notas, e depois soma-se para formar o escore final (por exemplo, 3+4=7). 

Quanto maior o valor, maior tende a ser a agressividade do tumor. Atualmente, também organiza-se essa classificação em grupos prognósticos (ISUP), que ajudam os médicos a definir o risco da doença e a escolher o tratamento mais adequado para cada paciente.

Como funciona a Escala de Gleason

O escore de Gleason é formado pela soma dos dois padrões histológicos mais frequentes observados na biópsia de próstata:

  • O primeiro número representa o padrão predominante (mais comum no tumor)
  • O segundo número representa o segundo padrão mais frequente.

Portanto, o resultado será registrado como Gleason X (A+B), em que A é o padrão mais comum e B é o padrão menos comum. 

Exemplo:

  • Gleason 6 (3+3) → baixo risco (tumor menos agressivo).
  • Gleason 7 (3+4 ou 4+3) → risco intermediário (4+3 é mais agressivo que 3+4).
  • Gleason 8 a 10 → alto risco (tumor mais agressivo).

 

Classificação de risco do câncer de próstata

A classificação de risco do câncer de próstata é uma forma de agrupar os pacientes de acordo com a probabilidade de progressão da doença, ajudando a definir o tratamento mais adequado. 

Essa estratificação considera principalmente o valor do PSA, o estadiamento do tumor e o escore de Gleason (ou grupo ISUP). 

De maneira geral, classifica-se os pacientes em baixo, intermediário ou alto risco. Essa divisão orienta decisões importantes, como optar por vigilância ativa, tratamento local (cirurgia ou radioterapia) ou terapias combinadas, sempre buscando equilibrar eficácia e qualidade de vida.

 

Principais opções de tratamento câncer de próstata

Existem diferentes abordagens que podem ser utilizadas no tratamento do câncer de próstata. A escolha depende das características do tumor e do perfil do paciente.

 

Entre as opções mais comuns estão:

 

Vigilância ativa

Em alguns casos, especialmente quando o tumor apresenta crescimento lento e está em estágio inicial, pode ser indicada a vigilância ativa. Nessa estratégia, o paciente é acompanhado regularmente por meio de exames e consultas médicas.

 

O objetivo é monitorar o comportamento do tumor e iniciar o tratamento do câncer de próstata apenas se houver sinais de progressão clínica, laboratorial ou radiológica da doença.

 

Cirurgia convencional

A cirurgia para retirada da próstata, conhecida como prostatectomia radical, é uma das opções mais utilizadas quando o câncer está localizado. O procedimento tem como objetivo remover completamente o tumor.

 

Dependendo do caso, o tratamento pode oferecer altas chances de controle ou cura da doença.

 

Cirurgia robótica 

A cirurgia robótica no câncer de próstata é uma técnica avançada utilizada para realizar a prostatectomia radical com o auxílio de um sistema robótico controlado pelo cirurgião. 

Esse método permite movimentos mais precisos, visão ampliada em alta definição e maior delicadeza na preservação de estruturas importantes, como nervos responsáveis pela continência urinária e função sexual.

Como resultado, a cirurgia robótica pode estar associada a menor sangramento, recuperação mais rápida e melhores desfechos funcionais, quando realizada por equipe experiente e bem treinada.

 

Radioterapia

A radioterapia utiliza radiação para destruir células cancerígenas. Ela pode ser indicada como tratamento principal ou complementar após a cirurgia.

 

A radioterapia  também pode ser utilizada quando o paciente não pode realizar cirurgia ou quando o tumor apresenta características específicas.

 

Terapia hormonal

A terapia hormonal atua reduzindo os níveis de testosterona no organismo, hormônio que pode estimular o crescimento das células do câncer de próstata.

 

Esse tipo de tratamento do câncer de próstata costuma ser indicado em casos mais avançados ou quando a doença é metastática, ou seja, se espalhou para outras regiões do corpo.

 

Terapias sistêmicas

Em situações específicas, pode utilizar medicamentos para tratamento sistêmico da doença, tais como quimioterapia, terapia-alvo e novas terapias hormonais. Essas terapias são frequentemente indicadas quando o tumor apresenta comportamento mais agressivo.

 

A escolha dessa estratégia depende da avaliação detalhada realizada pela equipe médica.

 

A importância de uma equipe multidisciplinar

O planejamento do tratamento do câncer de próstata geralmente envolve diferentes profissionais de saúde. Essa abordagem multidisciplinar permite analisar o caso sob diversas perspectivas, garantindo uma decisão terapêutica mais completa.

 

Entre os especialistas que podem participar do processo, estão:

  • Oncologista clínico;
  • Urologista ou uro-oncologista;
  • Radioterapeuta;
  • Radiologista;
  • Patologista.

 

Essa colaboração contribui para definir o melhor caminho terapêutico, considerando não apenas a eficácia do tratamento, mas também o impacto na qualidade de vida do paciente.

 

A personalização do tratamento faz diferença

Nos últimos anos, os avanços da medicina têm permitido que o tratamento do câncer de próstata seja cada vez mais personalizado. Isso significa que as decisões terapêuticas são baseadas em informações detalhadas sobre o tumor e sobre o paciente.

 

Em alguns casos, testes genéticos podem identificar alterações como mutações em genes (por exemplo, BRCA), que ajudam a direcionar terapias mais específicas. Além disso, exames de imagem mais avançados e novas opções terapêuticas contribuem para estratégias mais precisas.

 

👉Leia também: Faça o Teste a Saúde da sua Próstata

INGOH: Tratamento de câncer de próstata humanizado

O INGOH é mais do que um centro oncológico: é um espaço dedicado ao cuidado integral do paciente, onde cada etapa da jornada é acompanhada com atenção, tecnologia e acolhimento.

 

Com equipe altamente qualificada e foco em medicina personalizada, o instituto oferece acompanhamento completo para pacientes que precisam iniciar ou avaliar o tratamento do câncer de próstata, utilizando recursos diagnósticos modernos e estratégias terapêuticas individualizadas. Somos referência em câncer de próstata em Goiânia.

 

Se você busca orientação especializada, entre em contato com o INGOH. Estamos aqui para te ajudar com mais acolhimento, inovação e confiança!

 

Revisão: Dr. Paulo Razia | CRM-GO 28.422 | Gerente médico do INGOH | 

Quando procurar um oncologista: sinais e sintomas que merecem atenção

quando procurar um oncologista

Quando procurar um oncologista é uma dúvida comum para muitas pessoas que começam a perceber mudanças incomuns no corpo ou sintomas persistentes. Embora nem todo sinal signifique algo grave, entender os momentos certos para buscar avaliação especializada pode fazer uma grande diferença na detecção precoce de doenças.

Neste artigo, abordamos quando procurar um oncologista, quais sintomas merecem atenção, quais fatores de risco devem ser considerados e por que a avaliação médica no momento adequado é fundamental para a saúde.

 

O que faz um oncologista?

O oncologista é o médico especializado no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de diferentes tipos de câncer. Esse profissional possui conhecimento específico para investigar sintomas suspeitos, solicitar exames adequados e orientar o paciente em cada etapa do cuidado.

Além do tratamento, o oncologista também atua na prevenção e no diagnóstico. Por isso, compreender quando procurar um oncologista não significa apenas buscar ajuda quando há suspeita de câncer, mas também quando existem fatores de risco ou sinais persistentes que precisam ser investigados.

Muitas vezes, o primeiro contato do paciente ocorre após encaminhamento de outro médico, como clínico geral, ginecologista, mastologista, cirurgião geral, cirurgião oncológico ou gastroenterologista. No entanto, em alguns casos, a própria pessoa pode buscar diretamente esse especialista ao notar sintomas incomuns.

 

Quando procurar um oncologista diante de sintomas persistentes

Alguns sintomas podem indicar alterações importantes no organismo. Embora não representem necessariamente câncer, quando são persistentes ou sem causa aparente, precisam de avaliação médica.

Entre os principais sinais de alerta estão:

  • Perda de peso inexplicada sem mudança na alimentação ou rotina;
  • Cansaço extremo e constante sem motivo aparente;
  • Dor persistente que não melhora com o tempo;
  • Presença de nódulos ou caroços em qualquer parte do corpo;
  • Sangramentos anormais, como nas fezes, urina ou fora do período menstrual;
  • Feridas que não cicatrizam por várias semanas.

 

Nessas situações, entender quando procurar um médico oncologista pode ajudar a acelerar o diagnóstico e permitir uma investigação mais detalhada.

É importante lembrar que sintomas persistentes nunca devem ser ignorados. Mesmo que tenham causas benignas, a avaliação médica garante mais segurança e tranquilidade.

 

Alterações no corpo que podem indicar a necessidade de avaliação

Além dos sintomas mais conhecidos, algumas mudanças no organismo também podem ser sinais de alerta. Muitas vezes, essas alterações aparecem de forma gradual, o que faz com que sejam ignoradas por longos períodos.

Alguns exemplos incluem:

  • Mudanças em pintas ou sinais na pele;
  • Dificuldade persistente para engolir;
  • Tosse ou rouquidão que duram várias semanas;
  • Alterações no funcionamento do intestino ou da bexiga;
  • Presença de nódulos ou caroços nas mamas, axilas ou em outras regiões do corpo;
  • aparecimento de ínguas ou linfonodos;
  • Icterícia ou pele amarelada associada a alterações abdominais;
  • Sensação constante de estufamento abdominal.

 

Quando essas alterações permanecem por semanas ou se tornam mais intensas, pode ser o momento de avaliar quando procurar um oncologista para uma investigação adequada.

 

Fatores de risco que exigem maior atenção

Mesmo sem sintomas, algumas pessoas precisam estar mais atentas à própria saúde por apresentarem fatores de risco associados ao desenvolvimento de câncer.

Entre os principais fatores estão:

  • Histórico familiar de câncer;
  • Tabagismo;
  • Consumo frequente de álcool;
  • Obesidade e sedentarismo;
  • Exposição excessiva ao sol sem proteção;
  • Contato com substâncias químicas ou carcinogênicas.

 

A importância do diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento de diversos tipos de câncer. Quando identificado em estágios iniciais, muitas doenças apresentam maiores chances de controle e cura.

Por isso, compreender quando procurar um oncologista pode impactar diretamente os resultados do tratamento. Quanto antes uma alteração é investigada, maiores são as possibilidades de intervenção eficaz.

Além disso, a avaliação especializada permite:

  • Identificar alterações ainda no início;
  • Solicitar exames específicos de forma direcionada;
  • Iniciar tratamentos adequados com mais rapidez;
  • Acompanhar fatores de risco de forma preventiva.

 

Essa abordagem contribui para um cuidado mais completo e individualizado.

 

Exames que podem ser solicitados pelo oncologista

Durante a consulta, o oncologista avalia o histórico do paciente, os sintomas apresentados e possíveis fatores de risco. A partir dessa análise, podem ser indicados exames para investigação mais detalhada.

Entre os exames mais comuns estão:

  • Exames de sangue específicos;
  • Tomografia computadorizada;
  • Ressonância magnética;
  • Ultrassonografia;
  • Biópsia de tecidos suspeitos;
  • Exames de rastreamento, como mamografia ou colonoscopia.

 

Esses exames ajudam a confirmar ou descartar diagnósticos e são fundamentais para definir a melhor abordagem de cuidado.

Por isso, reconhecer quando procurar um oncologista permite iniciar essa investigação no momento adequado, evitando atrasos no diagnóstico.

 

A atenção aos sinais do corpo faz diferença

Muitas pessoas convivem por meses com sintomas que poderiam ser investigados mais cedo. Isso acontece porque alguns sinais parecem comuns ou são facilmente associados a outras condições de saúde.

No entanto, observar o próprio corpo e entender quando procurar um oncologista é uma atitude importante para manter a saúde em dia. Alterações persistentes, sintomas incomuns ou histórico familiar de câncer são motivos suficientes para buscar orientação médica.

A avaliação de um especialista não significa necessariamente que existe uma doença grave, mas garante que qualquer alteração seja analisada com cuidado e atenção. Em muitos casos, essa investigação precoce permite identificar problemas em fases iniciais, quando as opções de tratamento são mais amplas e eficazes.

 

Qual a diferença entre oncologista clínico e cirúrgico?

O oncologista clínico é o médico responsável pelo acompanhamento de pacientes e tratamento sistêmico do câncer, utilizando terapias como quimioterapia, imunoterapia, hormonioterapia, terapia-alvo e outras medicações, estando presente em toda a jornada do paciente: a suspeita, diagnóstico,  acompanhamento, tratamento e seguimento clínico. Já o cirurgião oncológico (ou oncologista cirúrgico) é o especialista responsável pelo tratamento cirúrgico do câncer, realizando biópsias, ressecções tumorais e procedimentos complexos para remover tumores com segurança e seguindo princípios específicos e as melhores técnicas da cirurgia oncológica. 

Ambos atuam de forma integrada, em conjunto com radioterapeutas, patologistas e outros especialistas, para oferecer o tratamento mais adequado e individualizado a cada paciente.

 

👉Leia também: O que é um Cancer Center: Saiba como funciona e os benefícios

INGOH: Referência no tratamento oncológico

Saber quando procurar um oncologista pode fazer toda a diferença para investigar sintomas com segurança e receber a orientação adequada. O INGOH é mais que um centro oncológico; é um espaço onde cada momento da sua jornada é tratado com atenção.

Com tecnologia de ponta, equipe altamente qualificada e foco em medicina personalizada, o INGOH oferece uma abordagem completa para quem precisa entender melhor alterações no organismo ou investigar sintomas suspeitos.

Se você está em dúvida sobre quando procurar um oncologista ou percebeu sinais que merecem investigação, buscar orientação médica pode trazer mais segurança e tranquilidade. Entre em contato com o INGOH. Estamos aqui para te ajudar com mais acolhimento, inovação e confiança!

O que é a Sexagem Fetal e as dúvidas mais comuns: Descubra tudo sobre esse exame tão especial.

O que é a sexagem fetal

Após a descoberta de uma gravidez, uma das curiosidades que surgem nessa fase mágica é: “Será que é menino ou menina?” e o exame de sexagem fetal contém a resposta para essa pergunta.


Muitas perguntas rodeiam esse exame tão especial, e neste artigo iremos esclarecer todas as suas dúvidas. Continue a leitura!

O que é a sexagem fetal?

O exame de sexagem fetal é um exame de sangue simples, que permite descobrir o sexo do bebê a partir da oitava semana de gestação. Ele detecta fragmentos do DNA fetal presentes no sangue da mãe e identifica a presença ou ausência do cromossomo Y, que é característico do sexo masculino.

 

Se o exame detectar o cromossomo Y, significa que a gestante está esperando um menino. Se não detectar, é uma menina. É como desvendar um segredo antes mesmo de o bebê começar a chutar.

E sabe o que é mais encantador? Esse exame não requer jejum e não coloca em risco a saúde da mamãe ou do bebê.

As dúvidas mais comuns sobre a Sexagem Fetal

Agora que você já sabe o que é a sexagem fetal, vamos conversar sobre as dúvidas que mais rondam o coração das mamães e papais:

 

  1. É confiável?

Sim, a sexagem fetal é muito confiável, com uma taxa de acerto que pode chegar a 99%. No entanto, a confiabilidade está ligada à idade gestacional e à técnica do laboratório. É essencial realizar o exame a partir da oitava semana de gestação para evitar erros.

  1. É um exame obrigatório?

Não, ele não é obrigatório. A sexagem fetal é um exame opcional, indicado para quem deseja descobrir o sexo do bebê antes do ultrassom morfológico, que costuma revelar essa informação por volta da 16ª semana.

  1. Preciso de receita médica?

Não, você não precisa de receita médica para realizar a sexagem fetal, porém não é realizado por convênios, apenas particular. Para fazer o exame, basta ir a um laboratório especializado pela manhã e nós cuidamos do resto.

  1. E se forem gêmeos?

Ah, as gestações gemelares trazem um toque extra de emoção! No caso de gêmeos, o exame consegue identificar se há pelo menos um bebê do sexo masculino. No entanto, ele não diferencia o sexo de cada um separadamente.

  1. E se der errado?

Embora a chance de erro seja muito baixa, ela existe. Por isso, recomenda-se a realização do ultrassom para confirmar o sexo do bebê. 

Resultados inconclusivos também podem ocorrer em casos onde a quantidade de fração fetal fica abaixo dos limites de detecção deste ensaio.  Em casos inconclusivos, solicita-se uma nova amostra, sendo recomendado aguardar pelo menos 15 dias para a nova coleta.

 

O laboratório INGOH solicita o preenchimento de formulário, pois algumas situações podem afetar na interpretação do exame, como por exemplo o uso contínuo de anticoagulantes à base de Heparina, como o Clexane e enoxaparina, que podem agir inibindo a reação.

 

  1. Por que fazer a sexagem fetal?

Os motivos variam: alguns pais querem matar a curiosidade, outros desejam começar a planejar o enxoval, e há aqueles que querem se conectar ainda mais com o bebê. Não importa a razão, o importante é que a decisão esteja alinhada com os desejos da família.

 

Um exame que traz fortes emoções

A sexagem fetal é mais do que um simples exame. É um momento de profunda conexão, de fechar os olhos e imaginar o rostinho do bebê, de sonhar com os nomes e vislumbrar os passos que virão no futuro. Descobrir o sexo do bebê é como abrir um presente antes do tempo: aquele instante cheio de emoção, mas que ainda guarda o laço da surpresa, do mistério que só o coração entende.

Esse exame proporciona algo muito especial de forma prática, confiável e delicada, ajudando os futuros pais a mergulharem em uma nova fase da gestação com mais planejamento, carinho e tranquilidade.

 

No entanto, o mais bonito de tudo isso é lembrar que, independentemente do resultado, o que realmente importa é a saúde e o amor que já transborda. Menino ou menina, o bebê será a peça perfeita que completa o quebra-cabeça da sua vida.

 

INGOH: Especialista em sexagem fetal e exames laboratoriais

O laboratório INGOH é mais do que um centro de diagnóstico; é um espaço que entende e valoriza cada momento especial da sua jornada, como a descoberta do sexo do seu bebê por meio da sexagem fetal. Com tecnologia de ponta, profissionais especializados e um ambiente acolhedor, o INGOH se destaca como referência em análises laboratoriais, garantindo precisão e confiança em cada exame.

 

Entre em contato e descubra como o INGOH pode fazer a diferença na sua vida, conectando tecnologia, acolhimento e confiança para tornar cada etapa da sua gestação ainda mais especial.

Exames genéticos na oncologia: Como funcionam, quando são indicados e por que importam

exames genéticos na oncologia

Os exames genéticos na oncologia estão mudando a forma como o câncer é diagnosticado e tratado. Em vez de olhar apenas para o órgão afetado, esses exames analisam o DNA — do paciente e/ou do próprio tumor — para entender como ou porque o câncer surgiu e quais podem ser as melhores opções de tratamentos em alguns casos.

Neste artigo você vai entender, em linguagem simples, o que são esses exames, quando eles são indicados e qual é o papel de um acompanhamento especializado nesse processo.

O que são exames genéticos na oncologia?

Os exames genéticos na oncologia são exames laboratoriais que analisam o DNA e o RNA em busca de alterações genéticas ligadas ao câncer. Essas alterações podem aparecer de duas formas: dentro das células do tumor (chamadas de somáticas, que surgem ao longo da vida) ou em todas as células do corpo (chamadas de germinativas, que podem ser herdadas de pai ou mãe).

Na prática, esses exames ajudam a responder perguntas como: existe um risco hereditário na família? O corpo do paciente processa bem determinado tratamento? Qual é o perfil deste tumor específico e quais tratamentos podem ser mais eficazes contra ele?

Qual a diferença entre exames genéticos germinativos e somáticos?

Essa é a distinção mais importante para entender o tema.

Exames germinativos analisam o DNA que está presente em todas as células do corpo e servem para identificar predisposição hereditária ao câncer. Um exemplo conhecido são as mutações nos genes BRCA1 e BRCA2: quando alteradas, elas aumentam o risco de cânceres como o de mama, ovário, próstata e pâncreas. Como essas mutações estão nas células reprodutivas, podem ser passadas de pais para filhos.

Exames somáticos analisam o material genético retirado diretamente do tumor. Essas alterações surgiram na formação do câncer, não estão nas células saudáveis e não são herdadas. Elas ajudam a definir o quão agressivo é o tumor, quais tratamentos podem ter mais chance de funcionar e se há risco de resistência a determinados medicamentos.

Entender essa diferença é o que orienta tanto o tratamento quanto a conversa com a família sobre riscos.

Como funcionam os exames genéticos na prática?

O processo dos exames genéticos na oncologia começa com a coleta de uma amostra, que pode ser tecido do tumor (obtido em biópsia ou cirurgia), sangue ou saliva, dependendo do tipo de exame.

Depois da coleta, o material é analisado por tecnologias avançadas de leitura do DNA. A mais usada hoje é o sequenciamento de nova geração (NGS), capaz de examinar centenas de genes de uma só vez com grande precisão.

O passo final é o mais importante: um especialista interpreta os resultados considerando o histórico do paciente, o tipo de câncer e as opções de tratamento disponíveis. Um exame genético só tem valor quando lido dentro do contexto clínico de cada pessoa.

Quando os exames genéticos são indicados?

A indicação dos exames genéticos na oncologia depende de uma avaliação médica individual, mas alguns sinais costumam pesar nessa decisão:

  • Características do próprio tumor, como o tipo, o surgimento em idade jovem, tumores raros ou que aparecem em ambos os lados de um órgão (como as duas mamas).
  • Histórico familiar, como vários familiares com câncer, casos em idades jovens ou vários tumores em pessoas da mesma família.

Os exames podem ser recomendados em diferentes momentos: para investigar risco hereditário, para escolher a terapia mais adequada ou para prever como o paciente vai responder a certos medicamentos.

O papel dos exames genéticos na medicina personalizada

A oncologia de precisão busca adaptar o tratamento às características de cada paciente e de cada tumor. A lógica muda: em vez de tratar apenas “o câncer de mama”, por exemplo, passa-se a tratar as alterações específicas daquele tumor em particular.

Na prática, isso permite identificar alvos para terapias dirigidas, avaliar o risco de o câncer voltar (ajudando a decidir a necessidade de quimioterapia) e reconhecer marcadores moleculares que orientam tratamentos mais modernos. É a diferença entre um tratamento padronizado e um tratamento pensado para o perfil molecular de cada pessoa.

Quais os benefícios dos exames genéticos

Quando bem indicados e interpretados,  os exames genéticos na oncologia trazem vantagens concretas:

  • Diagnóstico mais precoce e identificação de riscos na família;
  • Medidas preventivas quando existe risco hereditário;
  • Tratamentos mais eficazes e, muitas vezes, com menos efeitos colaterais;
  • Previsão melhor de como o paciente vai responder à terapia;
  • Ajuste de doses de medicamentos ao perfil de cada pessoa;
  • Acompanhamento mais preciso ao longo do tratamento.

Quais são as limitações e desafios? 

É importante ter expectativas realistas. Nem toda alteração encontrada tem, hoje, um tratamento específico disponível, e a interpretação dos resultados exige conhecimento técnico especializado. Outros pontos de atenção:

  • O acesso aos exames ainda varia bastante entre as regiões do Brasil;
  • A maioria dos testes genéticos não é coberta pelos planos de saúde, e a cobertura pelo SUS é restrita;
  • Alguns resultados apontam variantes de significado indeterminado (VUS) (explicadas a seguir), que precisam de acompanhamento.

Mesmo com esses desafios, o uso dos exames genéticos na oncologia tem crescido porque o valor que agregam ao cuidado é cada vez mais claro.

O que é uma variante de significado incerto (VUS)?

Às vezes o exame encontra uma alteração genética cujo efeito ainda não é conhecido pela ciência. É a chamada VUS (variante de significado incerto): não dá para afirmar se ela aumenta o risco de câncer ou se é apenas uma variação sem importância.

Por isso, uma VUS não deve ser usada sozinha para tomar decisões médicas. O caminho correto é o acompanhamento por um especialista, que revisa periodicamente as bases de dados científicas — porque, com o tempo, algumas dessas variantes acabam sendo reclassificadas. Esse acompanhamento contínuo é essencial e é um dos motivos pelos quais o suporte especializado faz tanta diferença.

O futuro da oncologia e da genética

A genética está ajudando a transformar o câncer, aos poucos, de uma doença temida em uma condição cada vez mais gerenciável. Entre as tendências que devem marcar os próximos anos estão exames de sangue para detecção precoce, o monitoramento do tumor em tempo real pela biópsia líquida, terapias que miram a mutação e não apenas o órgão afetado, e o uso de inteligência artificial para cruzar dados genéticos com o histórico de cada paciente.

Aconselhamento genético: o lado humano por trás dos exames

Diante de tantos termos e possibilidades, surge a pergunta mais importante: quem ajuda o paciente a entender tudo isso?

Esse é o papel do aconselhamento genético — o elo humano que traduz dados complexos em decisões práticas para o paciente e sua família. Um profissional com formação em oncogenética atua em dois momentos:

Antes do exame, avalia o histórico pessoal e familiar, ajuda a definir se aquele é o momento e a pessoa certos para testar, e explica o que cada resultado pode significar.

Depois do exame, interpreta o resultado, esclarece o que ele muda no tratamento e no acompanhamento da família, e apoia o paciente a lidar com os achados — inclusive quando o resultado é inconclusivo.

É justamente esse acompanhamento que evita decisões precipitadas e dá sentido a um exame genético.

👉Leia também: O que é um Cancer Center: Saiba como funciona e os benefícios

Conte com o acompanhamento especializado do INGOH

No INGOH, você encontra uma médica com formação específica em predisposição hereditária ao câncer para orientar essa jornada — do entendimento sobre quando um exame genético faz sentido até a interpretação dos resultados e o cuidado com toda a família.

Se você tem histórico de câncer na família ou recebeu a indicação de investigar seu risco genético, o aconselhamento genético é o primeiro passo para decidir com segurança.

Agende sua consulta pelo WhatsApp (62) 3226-0200 e converse com quem entende do assunto.

Conteúdo redigido pelo INGOH com a assessoria de Dra. Deidimar Cássia Batista Abreu — Mastologista (CRM-GO 5822 / RQE 1461), com pós-graduação em Aconselhamento em Predisposição Hereditária ao Câncer pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

Perguntas frequentes

Exame genético detecta câncer?

Nem sempre de forma direta. Alguns exames identificam o risco aumentado de desenvolver câncer (predisposição hereditária), enquanto outros analisam um tumor já existente para orientar o tratamento. Por isso a indicação deve ser sempre individualizada por um especialista.

Quem deve procurar aconselhamento genético?

Pessoas com vários casos de câncer na família, diagnósticos em idade jovem, múltiplos tumores, tumores raros ou já com uma indicação médica para investigar risco hereditário são as que mais se beneficiam.

Plano de saúde cobre exame genético?

A maioria dos testes genéticos ainda não têm cobertura obrigatória pelos planos, e a cobertura pelo SUS é restrita. Isso varia e deve ser confirmado caso a caso — outro motivo para contar com orientação especializada antes de fazer o exame.