Sexagem fetal no primeiro trimestre: tudo o que você precisa saber!

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sexagem fetal no primeiro trimestre

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Com o avanço da medicina laboratorial, a sexagem fetal no primeiro trimestre da gestação tornou-se uma opção segura, rápida e eficaz para antecipar a uma das maiores curiosidades dos futuros pais: qual é o sexo do bebê?
Neste artigo, explicamos o que é esse exame, como ele funciona, quais são seus principais benefícios e quando é indicado. Aproveite a leitura!

 

O que é a sexagem fetal?

A sexagem fetal é um exame laboratorial de biologia molecular, feito a partir de uma amostra de sangue da mãe, que permite identificar o sexo do bebê logo nas primeiras semanas de gravidez.

 

Mas como isso é possível? A análise se baseia na detecção do cromossomo Y, exclusivo do sexo masculino. Se identifica-se o cromossomo na amostra, o bebê é do sexo masculino. Caso ele não esteja presente, presume-se que seja uma menina, já que mulheres possuem apenas cromossomos X.

 

Como funciona o exame de sexagem fetal?

O procedimento é simples, rápido e seguro. Funciona da seguinte forma:

  • Coleta do sangue: é feita por meio de uma amostra de sangue venoso da gestante, de forma semelhante a outros exames laboratoriais. Para a precisão do resultado, é importante realizar a coleta por uma profissional mulher.
  • Isolamento do DNA fetal: o laboratório realiza uma separação minuciosa entre o DNA fetal e materno presente na amostra de sangue.
  • Análise genética: os profissionais buscam a presença do cromossomo Y. Se detecta-se, significa que o bebê é um menino. Se não identifica-se, a resposta é que se trata de uma menina.

 

Quando indica-se o exame de sexagem fetal?

O exame pode ser realizado a partir da 8ª semana de gestação, com maior acurácia a partir da 10ª semana, chegando a 99% em condições ideais. Indica-se especialmente para gestantes que desejam descobrir precocemente o sexo fetal por motivos emocionais, sociais ou médicos.

No entanto, o teste não é recomendado em algumas situações:

  • Gestação gemelar (especialmente pela possibilidade de bebês com sexos distintos);
  • Gestantes que receberam transfusões sanguíneas recentes, transplantes ou terapias celulares, o que pode interferir na análise do DNA;
  • Presença de anormalidades cromossômicas maternas que dificultam a interpretação dos resultados.

 Não é necessário ser repetido, pois seu objetivo é exclusivamente determinar o sexo do bebê

É essencial que a gestante esteja em acompanhamento pré-natal regular, e que realiza-se o exame em laboratório de confiança, com tecnologia apropriada para esse tipo de análise.

 

Quais são os principais benefícios da sexagem fetal?

O exame de sexagem fetal oferece diversas vantagens, tanto do ponto de vista emocional quanto prático. A seguir, listamos os principais benefícios da sexagem fetal:

Descoberta precoce do sexo do bebê 

Ao contrário do ultrassom morfológico, que geralmente permite identificar o sexo por volta da 18ª ou 20ª semana, indica-se esse exame logo no início da gestação, proporcionando uma resposta muito antes.

Planejamento emocional e prático

Muitos pais se sentem mais preparados emocionalmente ao saberem o sexo do bebê. Isso ajuda na escolha do nome, na montagem do enxoval, na decoração do quarto e até na forma como se conectam com o bebê.

Auxílio no acompanhamento médico

Em algumas situações clínicas, como no caso de doenças genéticas ligadas ao sexo, saber se o bebê é menino ou menina desde cedo pode ser fundamental para orientar o acompanhamento médico, como no caso da hemofilia, que atinge predominantemente meninos.

Procedimento seguro e minimamente invasivo

Diferentemente de outros exames genéticos, como a biópsia de vilo corial ou a amniocentese, a sexagem fetal não oferece riscos à mãe nem ao bebê, pois não há qualquer interferência direta no útero ou no líquido amniótico.

 

Faz-se a sexagem fetal pelo SUS ou pelos planos de saúde?

Atualmente, a sexagem fetal tem caráter opcional e não é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Na maioria dos casos, também não se cobre pelos planos de saúde, salvo em situações clínicas específicas sob justificativa médica. Por isso, considera-se um exame particular.

 

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