O que é mieloma múltiplo: Conheça os sintomas, diagnóstico e possibilidades de tratamento

o que é mieloma múltiplo

Em primeiro lugar, o que é mieloma múltiplo é uma dúvida comum entre pacientes e familiares que buscam informações confiáveis sobre essa doença hematológica. 

A seguir, abordamos o que é o mieloma múltiplo, como a doença se desenvolve, quais são os principais sintomas, os exames utilizados para o diagnóstico e as possibilidades de tratamento disponíveis. Confira!

 

O que é mieloma múltiplo e como a doença se desenvolve

Acima de tudo, no mieloma múltiplo, as células doentes produzem uma proteína anormal, conhecida como proteína monoclonal ou proteína M. O acúmulo dessas células e proteínas pode provocar danos aos ossos, rins e sistema imunológico.

Principais características da doença:

  • Proliferação anormal de plasmócitos na medula óssea
  • Produção excessiva de anticorpos defeituosos
  • Redução da produção de células sanguíneas saudáveis
  • Maior risco de infecções e complicações ósseas

 

A doença afeta com mais frequência pessoas acima dos 60 anos, embora também possa ocorrer em faixas etárias mais jovens.

 

Sintomas iniciais do mieloma múltiplo

Os sintomas iniciais do mieloma múltiplo podem ser inespecíficos, o que dificulta o diagnóstico precoce. Em muitos casos, a doença é descoberta durante exames de rotina.

Entre os sinais mais comuns estão:

  • Dores ósseas persistentes, especialmente na coluna, costelas e quadril
  • Cansaço excessivo e fraqueza
  • Anemia
  • Infecções frequentes
  • Perda de peso não intencional
  • Sede excessiva e aumento do volume urinário

 

Esses sintomas de mieloma múltiplo estão relacionados à infiltração da medula óssea, à destruição óssea e às alterações metabólicas causadas pela doença.

 

Como é feito o diagnóstico do mieloma múltiplo

O diagnóstico do mieloma múltiplo envolve uma avaliação clínica detalhada, aliada a exames laboratoriais e de imagem. O objetivo é identificar a presença das células malignas, avaliar a extensão da doença e verificar possíveis danos aos órgãos.

 

O processo diagnóstico geralmente inclui:

  • Análise do histórico clínico e dos sintomas
  • Exames de sangue específicos
  • Avaliação da medula óssea
  • Exames de imagem para detectar lesões ósseas

 

A confirmação do diagnóstico permite definir o estágio da doença e planejar o tratamento mais adequado.

 

Exames necessários para identificar o mieloma múltiplo

Diversos exames são fundamentais para detectar e acompanhar o mieloma múltiplo. Eles ajudam a avaliar tanto a atividade da doença quanto suas possíveis complicações.

 

Exames laboratoriais

  • Hemograma completo, para avaliar anemia e alterações nas células sanguíneas
  • Dosagem de cálcio, creatinina e proteínas totais
  • Eletroforese de proteínas séricas e urinárias
  • Imunofixação para identificação da proteína monoclonal
  • Dosagem de cadeias leves livres no sangue

 

Tratamento com exame de medula óssea

  • Aspirado e biópsia de medula óssea para identificar o percentual de plasmócitos alterados

 

Exames de imagem

  • Radiografias 
  • Tomografia computadorizada
  • Ressonância magnética
  • PET-CT, em casos selecionados

 

Esses exames permitem detectar lesões ósseas, fraturas e áreas de comprometimento medular.

 

Estadiamento e avaliação da doença

Após o diagnóstico, é realizado o estadiamento do mieloma múltiplo, que avalia a gravidade e a extensão da doença. Esse processo considera fatores como:

 

  • Níveis da proteína monoclonal
  • Função renal
  • Presença de anemia
  • Grau de comprometimento ósseo

 

O estadiamento é essencial para definir a estratégia terapêutica e estimar o prognóstico.

 

Possibilidades de tratamento para o mieloma múltiplo

O tratamento do mieloma múltiplo evoluiu significativamente nos últimos anos, oferecendo opções cada vez mais eficazes e personalizadas. A escolha do tratamento depende da idade do paciente, do estágio da doença e das condições clínicas gerais.

 

As principais abordagens terapêuticas incluem:

  • Terapia medicamentosa
  • Quimioterapia
  • Medicamentos imunomoduladores
  • Inibidores de proteassoma
  • Anticorpos monoclonais

 

Essas medicações atuam no controle da proliferação das células doentes e na redução da proteína monoclonal.

 

Transplante de medula óssea

  • Indicado para pacientes elegíveis, geralmente mais jovens e com bom estado clínico
  • Utiliza as próprias células-tronco do paciente (transplante autólogo)
  • Pode prolongar o período de controle da doença

 

Tratamentos de suporte

  • Medicamentos para fortalecimento ósseo
  • Controle da dor
  • Tratamento de infecções
  • Suporte renal, quando necessário

 

O acompanhamento contínuo por uma equipe multidisciplinar é fundamental para ajustar o tratamento ao longo do tempo, monitorar efeitos colaterais e garantir melhor qualidade de vida ao paciente.

 

A importância do acompanhamento especializado

O mieloma múltiplo é uma doença complexa que exige acompanhamento regular em um instituto de oncologia especializado

 

O diagnóstico precoce, aliado ao acesso a terapias modernas e ao cuidado individualizado, contribui para melhores resultados clínicos e maior sobrevida.

 

👉Leia também: Como a hematologia ajuda a combater o câncer e salvar vidas

INGOH: Referência em tratamento para mieloma múltiplo

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Como funciona a terapia alvo no câncer: Saiba o que é, benefícios e avanços dessa abordagem

como funciona a terapia alvo no câncer

Como funciona a terapia alvo no câncer é uma das perguntas mais comuns entre pacientes e familiares que buscam tratamentos mais modernos e precisos. 

 

A terapia alvo representa uma revolução no cuidado oncológico, e neste artigo você entenderá o que é essa estratégia, como ela atua e quais são os avanços mais relevantes na área. Confira abaixo!

 

O que é terapia alvo no câncer

A terapia alvo (ou terapia direcionada) é uma modalidade de tratamento para câncer que interfere em moléculas específicas responsáveis pelo crescimento e pela sobrevivência das células tumorais. 

 

Ao contrário da quimioterapia tradicional — que atinge tanto células saudáveis quanto cancerígenas — o tratamento feito com terapia alvo atua sobre alterações genéticas ou proteínas presentes exclusivamente, ou em maior quantidade, nas células do câncer.

 

Principais características da terapia alvo

  • Foco em alterações genéticas e proteínas específicas
  • Menor impacto sobre células saudáveis
  • Possibilidade de uso isolado ou combinado com outros tratamentos
  • Indicação baseada em testes genômicos realizados no tumor

 

Como funciona a terapia alvo no câncer

O funcionamento da terapia alvo é baseado na identificação de características moleculares que impulsionam o crescimento do tumor. Uma vez identificadas, os medicamentos são desenvolvidos para bloquear essas vias de sinalização.

 

Mecanismos de ação mais comuns

  • Inibição de proteínas alteradas: algumas células cancerígenas dependem de proteínas mutadas para sobreviver. Os medicamentos bloqueiam essas proteínas, interrompendo o crescimento tumoral.
  • Bloqueio da angiogênese: certos tumores estimulam a formação de novos vasos sanguíneos para se alimentar. A terapia alvo pode impedir esse processo.
  • Interferência no ciclo celular: alguns agentes impedem a célula tumoral de se dividir, limitando sua proliferação.
  • Direcionamento de anticorpos monoclonais: os anticorpos reconhecem proteínas específicas na superfície das células cancerígenas e podem ativar o sistema imunológico ou entregar substâncias tóxicas diretamente ao tumor.

 

Exemplos de alvos comuns em diferentes tipos de câncer

  • HER2: tumores de mama e gástricos que superexpressam essa proteína
  • EGFR: comum em câncer de pulmão de células não pequenas
  • BRAF: presente em alguns melanomas e cânceres de tireoide
  • VEGF: associado ao crescimento vascular tumoral
  • CDK4/6: relacionado ao controle do ciclo celular, usado em câncer de mama

 

Quando a terapia alvo é indicada

A indicação da terapia alvo depende de uma análise detalhada do tumor, geralmente realizada por meio de testes genéticos ou moleculares (como sequenciamento de nova geração). Esses exames identificam mutações ou alterações específicas que tornam o tratamento eficaz.

 

Recomenda-se a terapia alvo para pacientes com:

  • Tumores sólidos com alterações moleculares conhecidas
  • Doenças metastáticas que respondem bem a terapias personalizadas
  • Resistência a quimioterapias convencionais
  • Cânceres com perfil genômico favorável para terapias direcionadas
  • Avanços recentes na terapia alvo

 

Principais avanços da terapia alvo

Medicamentos de terceira geração

Projetados para superar resistência adquirida, comum em câncer de pulmão e melanoma.

 

Terapias baseadas em fusões gênicas

Tratamentos desenvolvidos para alterações raras, como fusões NTRK, ampliando opções para tumores de difícil manejo.

 

Combinações terapêuticas

Uso conjunto de terapia alvo com imunoterapia, aumentando as taxas de resposta em diversos tipos de câncer.

 

Terapias personalizadas tumor-agnósticas

Medicamentos aprovados para qualquer tipo de câncer, desde que apresente uma alteração molecular específica.

 

Monitoramento por biópsia líquida

Exame de sangue capaz de detectar DNA tumoral circulante, permitindo ajustes no tratamento de forma menos invasiva.

 

Benefícios da terapia alvo para os pacientes

Além de ser uma abordagem mais precisa, a terapia alvo traz vantagens clínicas importantes:

  • Menor toxicidade em comparação à quimioterapia
  • Tratamento mais personalizado e eficaz
  • Possibilidade de administração via oral em muitos casos
  • Redução de efeitos colaterais como queda de cabelo e náuseas
  • Melhor qualidade de vida durante o tratamento

 

Limitações e desafios ainda existentes

Apesar dos avanços, há desafios que precisam ser enfrentados para ampliar o uso da terapia alvo:

  • Nem todos os tumores apresentam mutações rastreáveis
  • Alguns pacientes desenvolvem resistência após determinado tempo
  • Alto custo de testes genéticos e medicamentos
  • Necessidade de equipes especializadas em oncologia molecular

 

O futuro da terapia alvo na oncologia

O desenvolvimento contínuo de pesquisas genéticas e inteligência artificial na análise de tumores aponta para um futuro em que o tratamento será cada vez mais personalizado. A tendência é que terapias alvo sejam associadas de forma integrada a imunoterapia, vacinas terapêuticas e medicina de precisão, oferecendo resultados ainda mais promissores.

 

👉Leia também: Exames de rastreamento para câncer de pele: Descubra métodos de avaliação e a importância da prevenção

INGOH: Referência em terapia alvo para câncer

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Nota de Pesar – INGOH

nota de pesar

É com profundo pesar que o Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH) comunica o falecimento da Sra. Maria Celina Peixoto, paciente de nossa instituição, ocorrido após um trágico episódio que comoveu toda a sociedade.

Neste momento de imensa dor, nos unimos em oração e solidariedade à família, aos amigos e a todos que amavam Maria Celina. Que Deus, em Sua infinita misericórdia, conforte os corações enlutados, concedendo força, fé e serenidade para atravessar este período tão difícil. Sabemos que nenhuma palavra pode amenizar a dor de uma perda tão abrupta e injusta, mas desejamos que as boas lembranças e o amor compartilhado possam trazer conforto.

Rogamos para que a família encontre força e serenidade para atravessar este momento difícil.

Recebam nossas mais sinceras condolências.
Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia – INGOH

Como identificar o câncer de mama: Descubra os principais sinais e exames

como identificar o câncer de mama

Como identificar o câncer de mama é uma dúvida comum entre mulheres e homens que desejam entender melhor essa doença e aumentar suas chances de diagnóstico precoce. 

 

Neste artigo, abordamos os sinais do câncer de mama, os fatores de risco e métodos de detecção para aumentar as possibilidades de tratamento eficaz. Continue a leitura!

 

O que é o câncer de mama

O câncer de mama ocorre quando há um crescimento desordenado de células nos tecidos mamários, formando um tumor maligno capaz de invadir estruturas próximas ou mesmo se espalhar para outras partes do corpo. Ele pode surgir tanto em mulheres quanto em homens, embora seja muito mais comum no público feminino devido à maior influência hormonal e à presença de mais tecido mamário.

 

Existem diferentes tipos de câncer de mama, alguns crescem rapidamente, enquanto outros têm evolução mais lenta. Entre os mais comuns estão o carcinoma ductal (que se inicia nos ductos mamários) e o carcinoma lobular (que começa nos lóbulos). A identificação precoce é essencial para direcionar o tratamento adequado e aumentar as taxas de cura.

 

Como identificar os sinais do câncer de mama

Reconhecer os sinais do câncer de mama é um passo essencial para quem deseja saber como identificar o câncer de mama com mais segurança. 

 

Embora nem todo sintoma signifique câncer, é importante estar atento a qualquer mudança incomum na região mamária.

 

Os principais sinais incluem:

Nódulo ou caroço no seio

É o sintoma mais conhecido. Geralmente, apresenta textura endurecida, forma irregular e não causa dor, embora alguns nódulos doloridos também possam ser suspeitos.

 

Alterações na pele da mama

Modificações como pele enrugada, retraída, avermelhada ou com aparência semelhante a “casca de laranja” podem indicar alterações no tecido mamário.

 

Mudanças no mamilo

Incluem inversão súbita (quando o mamilo “entra”), sensibilidade incomum ou alterações no formato.

 

Secreção pelo mamilo

Principalmente quando é espontânea, transparente, com sangue ou ocorre apenas em uma das mamas.

 

Dor persistente

Embora raramente o câncer cause dor intensa, dores contínuas e localizadas devem ser investigadas.

 

Inchaço e assimetria

Aumento anormal de volume ou diferenças marcantes entre as mamas merecem atenção.

 

Ínguas na axila

Gânglios linfáticos aumentados podem indicar que o organismo está reagindo a um processo inflamatório ou tumoral.

 

Ao perceber qualquer uma dessas alterações, é essencial procurar atendimento médico o quanto antes. O autoexame não substitui exames profissionais, mas ajuda na percepção das mudanças.

 

Exames indicados para diagnóstico

O diagnóstico do câncer de mama é feito por meio de exames de imagem e laboratoriais. Cada um tem uma função específica, e a combinação deles permite uma avaliação completa.

 

Mamografia

É o principal exame de rastreamento e o mais eficaz para detectar alterações antes mesmo de serem palpáveis. Recomenda-se que mulheres entre 50 e 69 anos realizem o exame a cada dois anos, mas aquelas com maior risco devem iniciar mais cedo, conforme orientação médica.

 

Ultrassonografia das mamas

Complementa a mamografia, especialmente em mulheres jovens, gestantes ou com mamas densas. Ajuda a diferenciar nódulos sólidos de cistos.

 

Ressonância magnética das mamas

Utilizada em casos de alto risco, como mulheres com mutação genética ou histórico familiar significativo. É um exame mais sensível e detalhado.

 

Biópsia

Quando há suspeita, a confirmação é feita pela análise de uma amostra do tecido mamário. Existem diferentes tipos, como biópsia por agulha fina, por agulha grossa e cirúrgica.

 

A combinação desses exames permite identificar precocemente até mesmo tumores muito pequenos, aumentando as chances de cura.

 

Fatores de risco para o câncer de mama

Embora qualquer pessoa possa desenvolver a doença, alguns fatores aumentam o risco:

 

Idade

O risco cresce com o passar dos anos, sendo mais comum após os 40 anos.

 

Histórico familiar

Casos de câncer de mama ou ovário em parentes próximos elevam as chances. Mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 também influenciam.

 

Fatores hormonais

Primeira menstruação precoce, menopausa tardia e uso prolongado de hormônios podem aumentar o risco.

 

Estilo de vida

Sedentarismo, alimentação inadequada, consumo excessivo de álcool e tabagismo estão associados ao aumento de casos.

 

Excesso de peso

A obesidade, especialmente após a menopausa, está ligada a maior produção de estrogênio, hormônio relacionado ao desenvolvimento do câncer de mama.

 

Exposição à radiação

Histórico de tratamentos radioterápicos na região torácica pode elevar o risco futuramente.

 

Conhecer esses fatores ajuda na adoção de medidas preventivas e na busca por acompanhamento médico adequado.

 

Tratamentos disponíveis

Os tratamentos para o câncer de mama evoluíram significativamente nas últimas décadas e hoje são mais precisos, menos invasivos e mais eficazes. A escolha depende do tipo de tumor, estágio da doença, características genéticas e condições gerais da paciente.

 

Abaixo, listamos os principais tratamentos disponíveis:

Cirurgia

Pode incluir retirada parcial (lumpectomia) ou total da mama (mastectomia). Em muitos casos, técnicas de reconstrução imediata devolvem a harmonia estética.

 

Radioterapia

Utilizada após a cirurgia para eliminar células residuais, reduzindo o risco de recidiva.

 

Quimioterapia

Age de forma sistêmica, destruindo células cancerígenas que possam ter se espalhado. Pode ocorrer antes (neoadjuvante) ou depois da cirurgia (adjuvante).

 

Hormonioterapia

Indicado para tumores sensíveis aos hormônios, bloqueando a ação do estrogênio ou da progesterona.

 

Terapias alvo e imunoterapia

Tratamentos modernos que atacam diretamente as células tumorais ou fortalecem o sistema imunológico para combatê-las.

 

👉Leia também: Como funciona a radioterapia: Entenda o tratamento, seus tipos e os cuidados essenciais durante o processo

INGOH: Referência em exames para ajudar como identificar o câncer de mama

O INGOH vai além de um simples laboratório; é um espaço onde cada momento da sua jornada é tratado com atenção. Com tecnologia de ponta, equipe altamente qualificada e um ambiente acolhedor, o INGOH é referência em oncologia, sendo o melhor lugar para realizar exames para ajudar a identificar o câncer de mama.

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O que é um Cancer Center: Saiba como funciona e os benefícios

o que é um cancer center

O que é um cancer center é uma das principais dúvidas de pacientes e familiares que buscam o melhor cuidado após um diagnóstico de câncer.

 

Neste artigo, abordamos em detalhes o que caracteriza esse tipo de centro, como ele atua, quais especialidades reúne, seus benefícios e como escolher um centro de excelência. Continue a leitura!

 

O que é um Cancer Center?

Um Cancer Center é um serviço dedicado exclusivamente ao tratamento oncológico, organizando  todas as etapas necessárias para cuidar do paciente com câncer. A proposta é oferecer um cuidado integral, com equipes especializadas, tecnologia de ponta e estrutura voltada para diagnósticos precisos, terapias avançadas e suporte multiprofissional em todas as etapas do tratamento oncológico.

 

Um câncer center não é um prédio, mas sim um serviço integrado de cuidado à pessoa com câncer. Através desse modelo de cuidado, o paciente recebe atenção em todas as etapas: prevenção, diagnóstico, estadiamento, tratamento, seguimento e cuidados continuados.

 

Como funciona um Cancer Center?

O funcionamento de um Cancer Center é baseado em um modelo chamado linha de cuidado integrada, no qual o paciente percorre todas as etapas do tratamento com acompanhamento contínuo e comunicação direta entre os profissionais envolvidos. Veja como esse fluxo acontece:

  • Prevenção e promoção de saúde

Tudo começa com a prevenção. Buscamos sempre trazer o melhor para promoção de saúde para nossos pacientes em todos os níveis de complexidade. Com isso vem também os programas de rastreio de câncer e diagnóstico precoce, com o objetivo de rapidamente identificar alterações malignas e pré-malignas e proporcionar o melhor e mais rápido tratamento possível. 

  • Diagnóstico preciso e ágil

O processo começa com exames especializados: tomografia, radiografia, ressonância, PET-CT, biópsias e análises laboratoriais complexas. Nosso serviço próprio de anatomia patológica é integrado ao nosso corpo clínico e garante um resultado de alta precisão.

O local de realização de alguns exames dependerá da cobertura dos planos de saúde e oferta dos serviços em nível hospitalar ou ambulatorial, mas o mais importante é a integração de cuidado e a rápida comunicação entre os envolvidos.

  • Discussão multidisciplinar (tumor board)

Um grande diferencial do modelo Cancer Center é a reunião de especialistas de diversas áreas, sendo oncologistas, cirurgiões, radioterapeutas, hematologistas, patologistas e outros, para discutir cada caso individualmente. Essa abordagem estimula a discussão do caso através do olhar de diversas especialidades e proporciona um plano de cuidados mais eficiente e centrado no paciente.

  • Plano terapêutico

Com base no diagnóstico e nas características clínicas de cada paciente, a equipe define um plano que pode envolver:

  • Quimioterapia
  • Radioterapia
  • Cirurgia oncológica
  • Imunoterapia
  • Terapia alvo
  • Cuidados paliativos, quando aplicável

 

Cada plano de cuidados é centrado nas necessidades dos pacientes e nas características da doença à ser enfrentada. O resultado disso é um tratamento mais eficaz e com melhor perfil de efeitos colaterais e estratégias para reduzir possíveis complicações.

  • Suporte multiprofissional

Além do tratamento médico, o paciente pode precisar do apoio de outros profissionais como: 

  • Psicólogos
  • Nutricionistas
  • Fisioterapeutas em nível hospitalar ou domiciliar com homecare.
  • Enfermeiros especializados
  • Concierge para suporte administrativo.

 

Esse cuidado complementar melhora a qualidade de vida e auxilia no enfrentamento emocional e físico.

  • Acompanhamento pós-tratamento

Após o término da terapia oncológica, o cuidado do cancer center persiste. As consultas de seguimento e vigilância ainda serão frequentes e estaremos sempre atentos a qualquer sinal de recidiva, bem como de suporte para a reabilitação após o tratamento.

 

Quais especialidades um Cancer Center reúne?

Um centro oncológico completo integra o cuidado de especialistas e áreas de suporte, como:

  • Oncologia clínica
  • Cirurgia oncológica
  • Radioterapia
  • Hematologia
  • Oncologia pediátrica
  • Radiologia e diagnóstico por imagem
  • Medicina nuclear
  • Radiologia intervencionista 
  • Patologia e biologia molecular
  • Genética oncológica
  • Oncogeriatria
  • Psico-oncologia
  • Nutrição oncológica
  • Mastologistas
  • Dermatologistas
  • Urologistas
  • Fisioterapia e reabilitação
  • Cuidados paliativos
  • Neurocirurgiões oncológicos
  • Enfermagem oncológica especializada
  • Entre outras

 

A integração desses profissionais permite um cuidado realmente abrangente e coordenado.

 

Os benefícios do modelo Cancer Center para o paciente

O modelo Cancer Center traz uma série de vantagens que impactam diretamente o tratamento e o bem-estar do paciente:

Atendimento integrado

Todos os serviços são integrados, oferecendo um melhor tratamento oncológico.

 

Maior precisão e segurança

A revisão multidisciplinar aumenta a assertividade das decisões médicas.

 

Tratamento personalizado

Cada plano terapêutico considera o tipo de tumor, estágio da doença, histórico de saúde e necessidades do paciente.

 

Suporte emocional e físico

A presença de equipes multiprofissionais garante acolhimento, orientação e apoio contínuo.

 

Acompanhamento contínuo

O cuidado não termina com o fim da terapia; o seguimento adequado reduz riscos e melhora prognósticos.

 

Como escolher um centro de excelência em oncologia?

Na hora de escolher um Cancer Center, alguns critérios podem ajudar:

Avalie a qualificação da equipe

Procure centros oncológicos com médicos experientes, certificados e reconhecidos na área oncológica.

 

Procure por atuação multidisciplinar

A presença de tumor boards e protocolos clínicos atualizados é essencial.

 

Considere a humanização do atendimento

O câncer exige acolhimento emocional, comunicação clara e respeito às individualidades.

 

Pesquise reputação e referências

Avaliações de pacientes, recomendações médicas e acreditações ajudam na escolha.

 

Veja se o centro investe em inovação

Instituições envolvidas em atividades  científicas tendem a oferecer terapias mais atuais e eficazes.A atualização clínica é um pilar importante no processo de sempre oferecer o melhor tratamento oncológico.

 

👉Leia também: Como prevenir o câncer: Dicas práticas e fatores de risco comuns

Cancer Center INGOH e Hospital Jacob Facuri: Referência em tratamento oncológico humanizado

O INGOH e Hospital Jacob Facuri se uniram e criaram o primeiro Cancer Center do estado de Goiás para oferecer uma jornada oncológica completa ao paciente com câncer. Oferecem atendimento integrado para que toda a jornada seja tratada com atenção. Com tecnologia de ponta, equipe altamente qualificada, o INGOH e Hospital Jacob Facuri se tornaram referência em oncologia, oferecendo os melhores tratamentos oncológicos.

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O que é carga tabágica: Saiba como o cálculo pode ajudar na prevenção do câncer de pulmão

carga tabágica

A carga tabágica é um dos principais indicadores utilizados atualmente para avaliar o impacto do tabagismo na saúde e identificar pessoas com maior risco de desenvolver doenças graves, especialmente o câncer de pulmão. 

 

Neste artigo, abordamos como esse cálculo funciona, por que ele é tão importante e de que forma pode contribuir para a detecção precoce da doença. Continue a leitura!

 

O impacto do tabaco na saúde pulmonar

O tabaco está presente em diversos produtos que utilizam a nicotina como substância ativa: cigarros tradicionais, dispositivos eletrônicos, narguilé, cachimbo e charuto, entre outros. 

 

Independentemente da forma de consumo, não existe uma maneira segura de utilizar o tabaco. O tabagismo é considerado uma doença crônica e um dos principais fatores de risco para variadas enfermidades preveníveis, como tuberculose, infertilidade, diversos tipos de câncer, úlceras, problemas bucais e mortes prematuras.

 

Quando analisamos especificamente os danos ao sistema respiratório, o vício em tabaco pode provocar consequências diretas no funcionamento dos pulmões, tais como:

 

  • Aumento da produção de muco, levando à tosse persistente;
  • Envelhecimento precoce das estruturas pulmonares, reduzindo a capacidade de defesa contra infecções;
  • Destruição do tecido pulmonar, diminuindo a oxigenação adequada do organismo.

 

Tabagismo e câncer de pulmão: um risco real e crescente

O fumo ainda é o principal fator de risco para o câncer de pulmão. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 85% dos casos diagnosticados têm relação direta com o tabagismo. Outro dado alarmante é que este é o tipo de câncer que mais mata no Brasil, em grande parte devido ao diagnóstico tardio.

 

Os sintomas iniciais do câncer de pulmão que são tosse persistente, dores no peito e nas costas, rouquidão e falta de ar, costumam ser confundidos com infecções respiratórias comuns. Essa semelhança faz com que muitas pessoas procurem ajuda médica apenas quando a doença já se encontra em estágio avançado, reduzindo as chances de tratamento eficaz.

 

Diante desse cenário, surge uma pergunta essencial: é possível identificar precocemente os indivíduos com maior risco? A resposta é sim, e um dos instrumentos mais importantes para isso é o cálculo da carga tabágica.

 

O que é carga tabágica e por que ela importa?

A carga tabágica é um cálculo que quantifica a exposição total de uma pessoa ao tabaco ao longo da vida. O resultado, medido em anos-maço, é obtido multiplicando o número de cigarros fumados por dia pelo número de anos de tabagismo, e dividindo por 20 (quantidade de cigarros em um maço).

 

Por exemplo:

Uma pessoa que fumou um maço por dia durante 20 anos tem 20 anos-maço de carga tabágica.

 

Esse número representa, de forma objetiva, o acúmulo de danos potenciais ao pulmão. Valores iguais ou superiores a 20 anos-maço são considerados altos e associados a uma probabilidade muito maior de comprometimento pulmonar e desenvolvimento de câncer de pulmão.

 

Por que calcular a carga tabágica?

A principal razão é simples: quanto maior a carga tabágica, maior o risco de doenças pulmonares graves. A partir desse dado, o médico consegue:

  • Definir a necessidade de exames específicos para rastrear o câncer de pulmão;
  • Avaliar o impacto do tabagismo ao longo da vida do paciente;
  • Direcionar estratégias de cessação do tabagismo;
  • Indicar programas de rastreamento para prevenção e diagnóstico precoce.

 

Assim, a carga tabágica funciona como um sinal de alerta para o câncer de pulmão, auxiliando tanto pacientes quanto profissionais de saúde na tomada de decisões mais precisas e assertivas.

 

A importância do rastreamento precoce

A detecção precoce é uma das principais aliadas no tratamento do câncer de pulmão. Identificar nódulos ou alterações pulmonares em estágio inicial aumenta de forma significativa as chances de cura. Para isso, programas de rastreamento têm se mostrado ferramentas essenciais, sobretudo para pessoas com carga tabágica elevada.

 

O Check-Up do Pulmão INGOH: pioneirismo no estado de Goiás

O Check-up do Pulmão INGOH é o primeiro programa de rastreio para detecção precoce do câncer pulmonar no estado de Goiás. O programa utiliza tecnologias avançadas e é conduzido por uma equipe especializada, que acompanha todo o processo desde o rastreamento até a eventual condução rápida em casos de diagnóstico de câncer.

 

Entre os exames e recursos utilizados, estão:

  • Tomografia computadorizada de baixa dose (TCBD);
  • PET-CT;
  • Broncoscopia;
  • Biópsias percutâneas e cirúrgicas;
  • Monitoramento contínuo e acompanhamento especializado.

 

O objetivo é localizar nódulos pulmonares suspeitos em fases iniciais, quando as possibilidades de cura são muito maiores.

 

Quem deve calcular a carga tabágica?

Se você tem entre 50 e 80 anos e possui histórico de tabagismo, calcular a carga tabágica é essencial. Basta utilizar a calculadora disponível no INGOH para descobrir seu resultado.

  • Até 19 anos-maço: considere procurar ajuda profissional para parar de fumar. Esta ainda é a melhor forma de evitar o câncer de pulmão.
  • 20 anos-maço ou mais: você faz parte do grupo de maior risco e deve considerar ingressar no programa de rastreamento.

 

👉Leia também: Diferenças entre tumor maligno e benigno: entenda o diagnóstico e cuidados

INGOH: Referência em rastreamento e cuidado especializado para câncer de pulmão

O INGOH vai além de um simples laboratório; é um espaço onde cada momento da sua jornada é tratado com atenção. Com tecnologia de ponta, equipe altamente qualificada e um ambiente acolhedor, o INGOH é referência em oncologia, sendo o melhor lugar para realizar o tratamento de câncer de pulmão.

Se você busca um lugar onde tecnologia e cuidado humano se unem, entre em contato com o INGOH. Estamos aqui para te ajudar com mais acolhimento, inovação e confiança!

Exames de rastreamento para câncer de pele: Descubra métodos de avaliação e a importância da prevenção

exames de rastreamento para câncer de pele

Em primeiro lugar, o câncer de pele é o tipo de câncer mais comum no Brasil e no mundo. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), ele representa cerca de 33% de todos os diagnósticos oncológicos no país. Felizmente, quando detectado precocemente, as chances de cura são muito altas, especialmente nos casos de câncer de pele não melanoma. Por isso, os exames de rastreamento para câncer de pele desempenham um papel essencial na prevenção e no diagnóstico precoce.

 

Neste artigo, destacamos os principais métodos de avaliação para o câncer de pele, além de reforçar a importância de realizar o rastreamento regularmente, especialmente para pessoas de grupos de risco. Confira!

 

O que é o câncer de pele?

Em primeiro lugar, o câncer de pele é uma proliferação anormal e descontrolada das células da pele. Ele pode se manifestar de diferentes formas, sendo os três principais tipos:

  • Carcinoma basocelular: mais comum e menos agressivo;
  • Carcinoma espinocelular: mais invasivo que o basocelular, porém com alta taxa de cura se tratado precocemente;
  • Melanoma: o tipo mais agressivo, porém menos frequente. Pode causar metástases se não for diagnosticado rapidamente.

 

A principal causa do câncer de pele é a exposição excessiva aos raios ultravioleta (UV), seja pelo sol ou por fontes artificiais como câmaras de bronzeamento.

 

Quem deve fazer o rastreamento para câncer de pele?

Embora qualquer pessoa possa desenvolver câncer de pele, certos grupos apresentam risco mais elevado, e por isso devem realizar exames de rastreamento com maior frequência:

  • Pessoas com pele clara, cabelos claros ou ruivos e olhos claros;
  • Indivíduos com histórico de queimaduras solares intensas na infância;
  • Quem possui histórico familiar de câncer de pele;
  • Pessoas com muitas pintas ou manchas suspeitas;
  • Indivíduos imunossuprimidos (como transplantados ou pessoas com HIV);
  • Trabalhadores expostos ao sol por longos períodos;
  • Usuários de câmaras de bronzeamento artificial.

 

Para esses grupos, faz-se o rastreamento pelo menos uma vez ao ano, ou conforme orientação médica.

 

Métodos de avaliação para rastreamento do câncer de pele

O rastreamento do câncer de pele pode envolver diferentes abordagens clínicas e tecnológicas. Veja os principais métodos:

Exame clínico da pele

O exame clínico é realizado por um dermatologista ou oncologista, que avalia toda a extensão da pele em busca de lesões suspeitas, pintas irregulares, feridas que não cicatrizam ou qualquer alteração incomum.

 

Esse exame é simples, indolor e essencial como primeiro passo no rastreamento.

 

Dermatoscopia (ou dermoscopia)

A dermatoscopia é um exame que utiliza um aparelho chamado dermatoscópio, que amplia e ilumina as lesões da pele, permitindo uma análise mais detalhada das estruturas internas de pintas e manchas.

Além disso, é um método altamente eficaz na identificação precoce de melanomas e outras lesões malignas, reduzindo a necessidade de biópsias desnecessárias.

 

Mapeamento corporal (mapeamento digital de lesões)

Neste exame, captura-se imagens digitais de toda a pele do paciente. As pintas e manchas são monitoradas ao longo do tempo, possibilitando a identificação de qualquer alteração de forma, cor ou tamanho.

 

Indica-se especialmente para pessoas com múltiplas lesões pigmentadas ou histórico de melanoma.

 

Biópsia de pele

Do mesmo modo, quando o médico identifica uma lesão suspeita, realiza-se a biópsia, onde um pequeno fragmento da pele é retirado e enviado para análise laboratorial. Esse é o único método capaz de confirmar o diagnóstico de câncer de pele.

 

A importância da prevenção e do diagnóstico precoce

Acima de tudo, o câncer de pele, quando diagnosticado precocemente, tem altas taxas de cura, especialmente os carcinomas. No caso do melanoma, a detecção em estágios iniciais também é crucial para evitar metástases e complicações graves.

 

Além do rastreamento regular, é fundamental adotar medidas preventivas no dia a dia:

 

  • Usar protetor solar com FPS 30 ou superior, mesmo em dias nublados;
  • Reaplicar o protetor a cada 2 horas ou após entrar na água;
  • Evitar exposição solar entre 10h e 16h;
  • Usar chapéus, roupas com proteção UV e óculos escuros;
  • Evitar o uso de câmaras de bronzeamento artificial.

Quando procurar um especialista?

Você deve buscar um dermatologista ou oncologista sempre que notar:

 

  • Pintas ou manchas com bordas irregulares, cores variadas e crescimento rápido;
  • Feridas que não cicatrizam;
  • Coceira persistente ou sangramento em lesões;
  • Mudanças em lesões pré-existentes.

 

Quanto mais cedo faz-se o diagnóstico, mais eficaz será o tratamento. Portanto, não adie a consulta com um especialista ao perceber qualquer alteração.

INGOH: Especialista em exames e tratamentos oncológicos

O INGOH vai além de um simples laboratório; é um espaço onde cada momento da sua jornada é tratado com atenção. Com tecnologia de ponta, equipe altamente qualificada e um ambiente acolhedor, o INGOH é referência em oncologia, realizando exames de rastreamento para câncer de pele, além de outros exames e tratamentos.

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Como funciona a radioterapia: Entenda o tratamento, seus tipos e os cuidados essenciais durante o processo

como funciona a radioterapia

A pergunta “como funciona a radioterapia” é uma das mais comuns entre pacientes e familiares que enfrentam o diagnóstico de câncer. 

Neste artigo, abordamos o que é a radioterapia, como ela é realizada, os tipos existentes e os cuidados essenciais durante o tratamento. Continue a leitura!

 

O que é a radioterapia

Acima de tudo, a radioterapia é um tratamento que utiliza radiações de alta energia, como raios X, elétrons ou prótons, para danificar o DNA das células tumorais. Esse dano impede que elas se multipliquem e, com o tempo, leva à morte das células cancerosas. As células normais também podem ser afetadas, mas geralmente se recuperam mais rapidamente do que as células malignas.

 

Esse tratamento oncológico é planejado de forma personalizada para cada paciente, levando em consideração o tipo de câncer, o estágio da doença, a localização do tumor e o estado geral de saúde.

 

Como realiza-se a radioterapia

O processo de radioterapia começa com uma avaliação médica detalhada, feita por um radioterapeuta. Após a definição da estratégia de tratamento, o paciente passa por uma simulação, que é uma espécie de ensaio para determinar a melhor posição do corpo e a área exata que receberá a radiação.

 

Durante essa etapa, o paciente pode ser submetido a exames de imagem, como tomografia computadorizada, ressonância magnética ou PET-CT. Esses exames auxiliam na criação de um plano de tratamento personalizado. 

 

Cada sessão de radioterapia dura, em média, de 10 a 20 minutos. Posiciona-se o paciente na máquina, chamada acelerador linear, que emite a radiação. O procedimento é indolor e não invasivo, e o paciente pode retornar às suas atividades diárias logo após a sessão.

 

Tipos de radioterapia

Classifica-se a radioterapia de acordo com a forma como a radiação é aplicada:

 

Radioterapia externa (teleterapia)

É o tipo mais comum. Utiliza uma máquina que emite feixes de radiação direcionados à região do tumor. O paciente não sente dor durante a aplicação, e realiza-se o procedimento em ambiente ambulatorial.

 

Existem diversas técnicas dentro da radioterapia externa, como:

 

  • Radioterapia conformacional tridimensional (3D-CRT): molda o feixe de radiação conforme o formato do tumor.
  • Radioterapia de intensidade modulada (IMRT): permite ajustar a intensidade da radiação em diferentes áreas, protegendo melhor os tecidos saudáveis.
  • Radioterapia guiada por imagem (IGRT): utiliza imagens em tempo real para garantir ainda mais precisão.
  • Radiocirurgia estereotáxica (SRS/SBRT): indicada para tumores pequenos e bem localizados, aplicando altas doses em poucas sessões.

Braquiterapia (radioterapia interna)

Nesse tipo, coloca-se o material radioativo dentro ou muito próximo ao tumor, podendo ser temporário ou permanente. Usa-se frequentemente em casos de câncer de colo do útero, próstata e mama. Por atuar diretamente na região afetada, a braquiterapia reduz os danos aos tecidos vizinhos e permite doses mais concentradas.

 

Radioterapia sistêmica

Consiste na administração de substâncias radioativas por via oral ou intravenosa, que circulam pelo corpo e se concentram nas células cancerígenas. É um tipo de radioterapia menos comum, mas eficaz em casos específicos, como o câncer de tireoide tratado com iodo radioativo.

 

Cuidados durante o tratamento com radioterapia

Durante o tratamento, é essencial adotar alguns cuidados para minimizar os efeitos colaterais da radioterapia e manter a qualidade de vida. Embora a radioterapia seja segura e controlada, ela pode causar reações temporárias, como cansaço, irritação na pele na área irradiada, alterações no apetite e desconforto local.

 

Entre as principais recomendações estão:

 

  • Manter uma alimentação equilibrada: uma dieta rica em proteínas e vitaminas auxilia na recuperação dos tecidos e no fortalecimento do sistema imunológico.
  • Hidratar-se adequadamente: beber bastante água ajuda o corpo a eliminar toxinas e a manter o bem-estar geral.
  • Cuidar da pele irradiada: usar sabonetes neutros, evitar exposição solar direta e não aplicar cremes sem orientação médica.
  • Evitar o tabaco e o álcool: ambos podem prejudicar a recuperação e interferir na eficácia do tratamento.
  • Descansar e respeitar os limites do corpo: o repouso é fundamental para manter a energia e permitir que o organismo se recupere.
  • Comunicar qualquer sintoma à equipe médica: o acompanhamento próximo ajuda a controlar efeitos adversos e ajustar o tratamento, se necessário.

 

A importância do acompanhamento multiprofissional

A radioterapia é um tratamento complexo que envolve uma equipe especializada, composta por médicos radioterapeutas, físicos médicos, dosimetristas, técnicos e enfermeiros. 

 

Com o avanço da tecnologia, as técnicas de radioterapia tornaram-se cada vez mais seguras e eficazes, possibilitando resultados expressivos no controle e até na cura de diversos tipos de câncer. Entender como funciona a radioterapia é o primeiro passo para enfrentar o tratamento com mais confiança, informação e tranquilidade, sempre buscando uma clínica de oncologia de confiança.

 

👉Leia também: Como prevenir o câncer: Dicas práticas e fatores de risco comuns

INGOH: Referência em radioterapia e tratamentos oncológicos

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A importância da genotipagem de HPV para prevenção do câncer

genotipagem de HPV para prevenção do câncer

A genotipagem de HPV para prevenção do câncer é uma ferramenta essencial no combate ao desenvolvimento de diversos tipos de neoplasias, especialmente o câncer do colo do útero. 

Neste artigo, explicamos como a genotipagem está relacionada à oncologia e por que é um exame cada vez mais recomendado pelos médicos. Continue a leitura!

 

O que é o HPV e como ele está relacionado ao câncer?

O HPV (papilomavírus humano) é um vírus transmitido principalmente por via sexual, com mais de 200 tipos identificados. Desses, cerca de 40 infectam a região anogenital e, aproximadamente, 14 são classificados como tipos de alto risco oncogênico, ou seja, com potencial de causar câncer.

 

Principais tipos de câncer associados ao HPV

A infecção por HPV é extremamente comum, mas na maioria dos casos, o sistema imunológico consegue eliminá-la. No entanto, infecções persistentes por  tipos de alto risco podem levar à transformação maligna das células.

Abaixo, listamos os principais tipos de cânceres relacionados ao HPV:

  • Câncer do colo do útero (principalmente pelos tipos 16 e 18)
  • Câncer de orofaringe
  • Câncer de ânus
  • Câncer de vulva, vagina e pênis

 

O que é a genotipagem de HPV

O exame de genotipagem de HPV identifica com precisão quais tipos de vírus estão presentes no organismo. Essa informação é crucial para definir o risco de desenvolvimento de lesões precursoras e câncer.

 

Como é realizada:

  • Coleta de amostras por esfregaço do colo do útero (em mulheres)
  • Coleta de material da uretra ou região anal (em alguns casos específicos)
  • Análise laboratorial por PCR ou outras técnicas de amplificação de DNA

 

Benefícios da genotipagem de HPV para prevenção do câncer

A genotipagem de HPV para prevenção do câncer oferece uma série de vantagens tanto para pacientes quanto para profissionais de saúde que atuam em rastreamento oncológico.

Entre os principais benefícios da genotipagem de HPV, destacam-se:

Maior precisão do resultado

O teste identifica o material genético do vírus antes de surgirem alterações celulares visíveis no Papanicolau.

Detecção precoce de tipos de alto risco

Detectar a presença de HPV dos  tipos 16 ou 18, por exemplo, pode acelerar a adoção de condutas clínicas mais eficientes e direcionadas. 

Melhor estratificação de risco

A genotipagem permite classificar pacientes de acordo com seu risco oncológico, definindo quais  devem fazer acompanhamentos mais frequentes.

Redução de procedimentos desnecessários

Pacientes com tipos de baixo risco podem evitar exames invasivos ou repetitivos. 

Monitoramento eficaz da infecção

É possível acompanhar a persistência ou eliminação de um tipo específico de HPV ao longo do tempo.

Complemento ao exame de Papanicolau e colposcopia

A genotipagem fornece dados adicionais que, combinados com outros exames, aumentam a eficácia na prevenção do câncer do colo uterino.

 

Genotipagem como ferramenta para políticas públicas e vacinação

Além do benefício individual, a genotipagem de HPV tem impacto populacional. Laboratórios e instituições de saúde pública utilizam os dados de prevalência dos diferentes genótipos para:

  • Avaliar a efetividade das vacinas contra HPV
  • Ajustar campanhas de vacinação e rastreamento
  • Monitorar a circulação de genótipos não incluídos nas vacinas atuais
  • Definir estratégias regionais de prevenção ao câncer. 

 

Quem deve fazer a genotipagem de HPV

Embora o exame não seja indicado de forma rotineira para todos, há perfis de pacientes para os quais a genotipagem é altamente recomendada: 

  • Mulheres em idade fértil e com vida sexual ativa
  • Pacientes com histórico de lesões precursoras de câncer
  • Pessoas imunossuprimidas (como pessoas vivendo com HIV em casos específicos)  
  • Indivíduos com suspeita de reinfecção ou persistência do HPV
  • Parceiros(as) sexuais de pessoas diagnosticadas com tipos oncogênicos de HPV

 

A importância do laboratório especializado

A realização da genotipagem de HPV requer precisão técnica, controle de qualidade e profissionais treinados em biologia molecular e oncologia. 

 

Laboratórios especializados oferecem:

  • Equipamentos modernos com alta sensibilidade e especificidade
  • Protocolos padronizados para coleta e análise
  • Laudos claros que auxiliam diretamente na conduta médica
  • Acompanhamento contínuo de inovações diagnósticas

Realizar a genotipagem em um laboratório reconhecido garante resultados seguros, fundamentais para a prevenção eficaz do câncer.

Perguntas Frequentes (FAQ)

  1. Qual a diferença entre teste de HPV e genotipagem?

O teste de HPV identifica a presença do vírus no colo do útero, sem especificar o tipo. Já a genotipagem de HPV vai além: mostra quais subtipos do vírus estão presentes, especialmente os de alto risco, como HPV 16 e 18, que estão mais relacionados ao desenvolvimento do câncer de colo do útero.

  1. A genotipagem substitui o exame de Papanicolau?

Não. A genotipagem e o Papanicolau são exames complementares. O Papanicolau avalia alterações nas células do colo do útero, enquanto a genotipagem identifica se há vírus de alto risco. Juntos, permitem uma avaliação mais completa e segura.

  1. Planos de saúde cobrem a genotipagem de HPV?

A cobertura depende de cada operadora. Atualmente, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) não obriga os planos a oferecerem a genotipagem no rol mínimo de procedimentos. Porém, algumas operadoras podem disponibilizar o exame, e em casos específicos é possível solicitar análise de cobertura com relatório médico.

  1. Quem deve fazer a genotipagem de HPV?

A genotipagem de HPV é indicada principalmente para mulheres que tiveram resultado positivo no teste de HPV. O exame ajuda a identificar se a infecção envolve subtipos de alto risco, como HPV 16 e 18, orientando melhor a conduta médica e a necessidade de acompanhamento mais próximo.

INGOH: Tecnologia e cuidado na realização da genotipagem de HPV

O INGOH vai além de um laboratório; é um espaço onde cada momento da sua jornada é tratado com atenção. Com tecnologia de ponta, equipe altamente qualificada e um ambiente acolhedor, o INGOH é referência em exames laboratoriais e genotipagem de HPV.

 

Se você busca um lugar onde tecnologia e cuidado humano se unem, entre em contato com o INGOH. Estamos aqui para te ajudar com mais acolhimento, inovação e confiança!

Principais exames preventivos para câncer de mama: quais são, quando fazer e como funcionam

principais exames preventivos para câncer de mama

Em primeiro lugar, os principais exames preventivos para câncer de mama são ferramentas fundamentais na detecção precoce da doença, permitindo que o tratamento seja iniciado rapidamente e com maiores chances de sucesso. 

Neste artigo, abordamos de forma clara e informativa tudo o que você precisa saber sobre os exames de prevenção do câncer de mama. Confira abaixo!

 

A importância da prevenção e do diagnóstico precoce

Acima de tudo, o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres brasileiras, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Quando identificado nos estágios iniciais, as taxas de cura ultrapassam 90%. Por isso, investir em exames preventivos é essencial.

 

A detecção precoce possibilita tratamentos menos invasivos e maior preservação da mama, além de reduzir significativamente o risco de complicações.

Quais são os principais exames preventivos para câncer de mama?

A prevenção e o diagnóstico precoce dependem da combinação de diferentes tipos de exames. Cada um possui uma função específica, alguns ajudam a detectar alterações em estágios iniciais, enquanto outros servem para investigar achados suspeitos.

 

A seguir, listamos os principais exames preventivos para câncer de mama, quando devem ser feitos e como funcionam.

 

Exame clínico das mamas: o primeiro passo

Primeiramente, o exame clínico das mamas é realizado por um profissional de saúde, geralmente durante consultas ginecológicas ou de rotina. O médico faz a observação e a palpação das mamas e das axilas, buscando identificar alterações como nódulos, secreções ou mudanças na pele.

 

  • Quando fazer: recomenda-se fazer o exame clínico das mamas anualmente a partir dos 40 anos, ou antes, se houver histórico familiar da doença.
  • Como funciona: o exame é rápido, indolor e não requer preparo específico. Caso o profissional identifique alguma alteração, ele poderá solicitar exames de imagem complementares.

Mamografia: o exame mais indicado para rastreamento

A mamografia é considerada o principal exame de rastreamento para o câncer de mama, pois permite detectar tumores ainda em fase inicial, antes mesmo de serem palpáveis. Trata-se de um exame de imagem que utiliza baixas doses de raios X para captar imagens detalhadas das mamas.

 

  • Quando fazer: o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Mastologia recomendam que mulheres entre 50 e 69 anos façam a mamografia a cada dois anos. No entanto, mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou outros fatores de risco devem iniciar o exame aos 40 anos ou conforme orientação médica.

 

  • Como funciona: durante o exame, a mama é posicionada entre duas placas que a comprimem levemente para obter imagens mais precisas. Apesar do leve desconforto, o procedimento é rápido e seguro.

 

A mamografia digital e a tomossíntese (mamografia 3D) são tecnologias mais recentes que oferecem imagens de maior qualidade e precisão, especialmente em mamas densas.

 

Ultrassonografia mamária: exame complementar essencial

Do mesmo modo, a ultrassonografia mamária, também chamada de ultrassom de mamas, é um exame complementar à mamografia. Ela utiliza ondas sonoras para gerar imagens detalhadas das mamas, permitindo avaliar nódulos e cistos que nem sempre aparecem com clareza na mamografia.

 

  • Quando fazer: indica-se principalmente para mulheres jovens, com mamas densas, gestantes ou lactantes, e para investigar achados suspeitos em outros exames.

 

  • Como funciona: o exame é simples, não invasivo e indolor. Aplica-se um gel sobre a mama, e o transdutor (aparelho que emite as ondas sonoras) percorre toda a região, captando as imagens em tempo real.

 

O ultrassom das mamas é especialmente útil para diferenciar nódulos sólidos de cistos e para orientar biópsias mamárias quando necessário.

 

Autoexame das mamas: um ato de autoconhecimento

O autoexame das mamas não substitui os exames clínicos e de imagem, mas é uma prática importante de autoconhecimento. Ao realizar o autoexame regularmente, a mulher se familiariza com o aspecto e a textura das próprias mamas, podendo perceber alterações precocemente.

 

  • Quando fazer: deve ser realizado mensalmente, de preferência de 7 a 10 dias após o início da menstruação. Mulheres que já passaram pela menopausa podem escolher um dia fixo do mês.
  • Como funciona: Em frente ao espelho e em diferentes posições (em pé e deitada), a mulher observa as mamas e faz a palpação para identificar possíveis alterações como caroços, retrações, secreções ou mudanças na pele.

 

A importância do acompanhamento médico regular

Mesmo com os avanços tecnológicos, nenhum exame isolado é capaz de garantir o diagnóstico definitivo. Por isso, o acompanhamento regular com um médico mastologista ou ginecologista é essencial. O profissional avaliará o histórico pessoal e familiar, além de indicar os exames mais adequados para cada fase da vida.

 

Investir na prevenção e realizar os principais exames preventivos para câncer de mama é um ato de cuidado e amor próprio. 

 

👉Leia também: HPV e o câncer de colo de útero: Descubra a relação entre o vírus e a doença e saiba como se prevenir

INGOH: Referência em tratamentos oncológicos

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Sexagem fetal em gravidez de risco – Descubra se pode ser realizada e se tem contraindicações

sexagem fetal em gravidez de risco

Pode fazer sexagem fetal em gravidez de risco? Essa é uma dúvida comum entre muitas gestantes e famílias que estão passando por uma gestação considerada de risco. 

Neste artigo, respondemos às principais perguntas decorrentes desse tema. Continue a leitura!

 

O que é a sexagem fetal?

Antes de tudo, vale entender do que se trata o exame. A sexagem fetal é um teste laboratorial seguro não invasivo que identifica a presença do cromossomo Y no sangue da mãe. Em caso de detecção, o feto é do sexo masculino. Se não identifica-se, muito provavelmente é uma menina.

 

O exame de sexagem fetal pode ser feito a partir da 8ª semana de gestação e não apresenta riscos nem para a mãe, nem para o bebê. É rápido, indolor e tem uma taxa de acerto bastante alta quando feito no tempo certo e em laboratórios de confiança.

 

Apesar de ser mais procurado por quem está ansioso para saber o sexo do bebê, ele também tem aplicações clínicas — como em casos de doenças genéticas ligadas ao sexo, como a hemofilia.

 

Gravidez de risco: o que é e o que muda?

Uma gravidez de risco é aquela em que a gestante, o bebê ou ambos possuem maior chance de desenvolver complicações durante a gestação, no parto ou no pós-parto. Essa classificação pode surgir por diversos fatores, como:

 

  • Idade da mãe (muito jovem ou acima dos 35 anos);
  • Doenças pré-existentes ( diabetes, hipertensão, lúpus, entre outras);
  • Histórico de abortos ou partos prematuros;
  • Gravidez múltipla (gêmeos, trigêmeos ou mais);
  • Problemas detectados na formação do bebê.

 

Nesses casos, o pré-natal costuma ser mais rigoroso, com maior número de exames e consultas, sempre com o objetivo de garantir a saúde e segurança da mãe e do bebê.

 

Pode fazer sexagem fetal em gravidez de risco?

Sim. A sexagem fetal pode ser realizada em gravidez de risco, desde que o exame seja orientado pelo médico obstetra.

O exame em si não oferece risco, já que realiza-se por meio da coleta de sangue da mãe — um exame minimamente invasivo, sem uso de radiação ou qualquer interferência direta no bebê.

Porém, como trata-se de uma gestação que já exige cuidados adicionais, é sempre importante que qualquer exame, mesmo os simples, seja inserido dentro do acompanhamento médico e discutido com o obstetra que conhece o histórico da gestante e é responsável pelo pré-natal.

 

Existe alguma contraindicação?

A sexagem fetal, por ser um exame seguro e minimamente invasivo, não tem contraindicações específicas. No entanto, deve-se considerar-se:

 

  • Gestação muito recente: o exame só é confiável a partir da 8ª semana. Antes disso, há risco de resultados inconclusivos ou errados, pois a quantidade de DNA fetal circulando ainda pode ser muito baixa.
  • Gestação múltipla (gêmeos): nesses casos, o exame pode não ser conclusivo, especialmente se os bebês não compartilham o mesmo material genético (gêmeos bivitelinos).
  • Interpretação isolada: embora tenha alta precisão, a sexagem fetal não substitui exames de imagem, como o ultrassom morfológico, e não deve-se usar sozinha para decisões médicas mais complexas.

 

Importância de realizar o acompanhamento médico

Mesmo sendo um exame simples, a decisão de fazer a sexagem fetal em uma gravidez de risco deve ser feita em conjunto com o obstetra que acompanha a gestação. Cada caso é único e, em alguns contextos, o profissional pode orientar a melhor época para realização do exame ou mesmo sugerir outros exames complementares .

 

Além disso, indica-se o profissional para interpretar os resultados à luz de todo o quadro clínico da mãe e do bebê, para garantir que qualquer decisão seja tomada com base em informações confiáveis e seguras.

 

Perguntas frequentes sobre sexagem fetal em gravidez de risco

  1. A sexagem fetal é segura em gravidez de risco?

Sim. É um exame seguro, feito apenas com coleta de sangue da mãe, sem risco para o bebê.

  1. A partir de quantas semanas posso fazer a sexagem fetal?

O exame é confiável a partir da 8ª semana de gestação. Antes disso, há risco de resultados inconclusivos.

  1. Gestação de gêmeos pode fazer sexagem fetal?

Pode, mas em gestações gemelares o resultado pode não ser conclusivo ou preciso, especialmente quando os bebês não compartilham o mesmo DNA.

  1. Preciso de pedido médico para fazer sexagem fetal?

Não é obrigatório, mas em gravidez de risco sempre é recomendado conversar antes com o obstetra que acompanha seu pré-natal.

  1. O plano de saúde cobre a sexagem fetal?

Na maioria dos casos, não há cobertura pelos convênios, pois o exame é considerado opcional. Verifique com sua operadora.

  1. O resultado da sexagem fetal substitui o ultrassom?

Não. A sexagem fetal ajuda a identificar o sexo do bebê e pode ter valor clínico, mas não substitui exames de imagem do pré-natal.

 

INGOH: Tecnologia e cuidado na realização da sexagem fetal

O INGOH vai além de um simples laboratório; é um espaço onde cada momento da sua jornada é tratado com atenção. Com tecnologia de ponta, equipe altamente qualificada e um ambiente acolhedor, o INGOH é referência em exames laboratoriais e sexagem fetal. 

 

Se você busca um lugar onde tecnologia e cuidado humano se unem, entre em contato com o INGOH. Estamos aqui para te ajudar com mais acolhimento, inovação e confiança!

O que é câncer de pulmão: Descubra os sintomas, diagnóstico, fatores de risco e tratamento

o que é câncer de pulmão

Você sabe o que é câncer de pulmão? Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse tipo de câncer está entre os que mais causam mortes, tanto em homens quanto em mulheres no Brasil.

 

Neste artigo, abordamos o que é câncer de pulmão, seus sintomas mais comuns, como é feito o diagnóstico, os principais fatores de risco e as opções de tratamento disponíveis. Confira abaixo!

 

O que é o câncer de pulmão?

O câncer de pulmão é uma doença caracterizada pelo crescimento anormal e descontrolado de células nos pulmões. Ele pode se originar nos brônquios (vias aéreas), nos alvéolos (regiões onde ocorre a troca de oxigênio) ou em outras estruturas pulmonares.

 

Existem dois tipos principais de câncer de pulmão:

  • Câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC): representa cerca de 85% dos casos e inclui subtipos como adenocarcinoma, carcinoma de células escamosas e carcinoma de grandes células.
  • Câncer de pulmão de pequenas células (CPPC): mais agressivo e de crescimento rápido, costuma estar associado ao tabagismo.

Quais são os sintomas do câncer de pulmão?

Nos estágios iniciais, os sintomas de câncer de pulmão não são evidentes. Por isso, é comum que a doença seja diagnosticada em fases mais avançadas. No entanto, alguns sinais podem surgir e devem ser observados com atenção:

 

  • Tosse persistente (que não melhora com o tempo)
  • Dor no peito que piora ao respirar profundamente ou tossir
  • Falta de ar
  • Rouquidão
  • Tosse com sangue ou escarro com coloração anormal
  • Perda de peso inexplicada
  • Fadiga constante
  • Infecções pulmonares recorrentes (como pneumonia ou bronquite)

 

Se você apresenta algum desses sintomas, especialmente se for fumante ou ex-fumante, é importante procurar um médico para uma avaliação detalhada.

Como é feito o diagnóstico do câncer de pulmão?

O diagnóstico precoce de câncer de pulmão é essencial para o sucesso do tratamento. Quando há suspeita da doença, o médico pode solicitar uma série de exames, como:

  • Radiografia de tórax: exame inicial que pode indicar alterações nos pulmões.
  • Tomografia computadorizada: fornece imagens mais detalhadas e auxilia na identificação de nódulos ou massas.
  • Broncoscopia: permite visualizar diretamente os brônquios e coletar amostras de tecido.
  • Biópsia pulmonar: coleta de uma amostra do tecido pulmonar para análise laboratorial.
  • Exames de sangue e teste genético: ajudam na identificação de mutações genéticas e na escolha do tratamento mais adequado.

 

A definição do tipo e estágio do câncer é essencial para determinar a melhor estratégia terapêutica.

Quais são os fatores de risco?

Diversos fatores aumentam o risco de desenvolver câncer de pulmão. Entre os principais, destacam-se:

  • Tabagismo: é o principal fator de risco. Cerca de 85% dos casos estão relacionados ao consumo de cigarro.
  • Exposição ao fumo passivo: mesmo quem não fuma, mas convive com fumantes, pode estar em risco.
  • Exposição a substâncias tóxicas: como amianto, arsênio, radônio e outros agentes químicos presentes em ambientes de trabalho.
  • Histórico familiar: pessoas com parentes de primeiro grau que tiveram câncer de pulmão apresentam risco aumentado.
  • Poluição do ar: a exposição prolongada à poluição pode contribuir para o desenvolvimento da doença.
  • Doenças pulmonares pré-existentes: como DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) e fibrose pulmonar.

Quais são as opções de tratamento?

O tratamento do câncer de pulmão depende do tipo de câncer, do estágio da doença, da idade do paciente, do estado geral de saúde e da presença de mutações genéticas específicas. As principais opções incluem:

1. Cirurgia

Indicada principalmente nos estágios iniciais do câncer de pulmão de não pequenas células. Pode envolver a remoção de parte do pulmão (lobectomia) ou do pulmão inteiro (pneumonectomia).

2. Radioterapia

Utiliza radiações ionizantes para destruir as células cancerígenas. Pode ser usada como tratamento principal ou em combinação com cirurgia e/ou quimioterapia.

3. Quimioterapia

Uso de medicamentos que matam as células cancerosas. É frequentemente utilizada em estágios mais avançados ou quando o câncer se espalhou para outras partes do corpo.

4. Terapias-alvo

Medicamentos que atacam mutações genéticas específicas presentes nas células tumorais, com menos efeitos colaterais do que a quimioterapia convencional.

5. Imunoterapia

Estimula o sistema imunológico do paciente a reconhecer e combater as células tumorais. Tem mostrado resultados promissores em diversos casos.

INGOH: Referência em tratamentos oncológicos

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