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Janeiro Roxo: unindo forças contra a hanseníase

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Compromisso do INGOH na Missão de Conscientização e Tratamento

Conhecida antigamente como lepra, a hanseníase é uma doença crônica causada pela bactéria Mycobacterium leprae. Ela afeta principalmente a pele e os nervos periféricos, mas pode comprometer outros órgãos também. A transmissão ocorre através do contato prolongado e próximo com uma pessoa infectada e não tratada. A disseminação é mais comum em ambientes superlotados e insalubres.

Dia 26 de janeiro é o ‘Dia Mundial Contra a Hanseníase’. Por isso, o mês ganhou uma cor especial, a roxa, para alertar e conscientizar a sociedade sobre o combate à doença.

“A hanseníase, apesar de curável, muitas vezes é mal compreendida e cercada de estigmas. Como profissional da dermatologia, quero ressaltar que a detecção precoce é fundamental. Manchas na pele, alterações de sensibilidade e dormência são sinais que merecem atenção e investigação”, ressalta a dermatologista do INGOH, Dra. Marilene Chaves Silvestre (foto).

Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2022, mais de 17 mil novos casos de hanseníase foram diagnosticados no Brasil. Devido à alta quantidade de registros anuais, a doença ainda é considerada um problema de saúde pública.

A dermatologista reforça que “estamos empenhados em oferecer cuidados especializados, diagnóstico preciso e terapia eficaz para pacientes com hanseníase. Além disso, buscamos desmistificar a doença, promovendo a conscientização sobre os sintomas, prevenção e a importância do tratamento correto que leva a cura da hanseníase.”

O INGOH , busca não apenas diagnosticar e desmistificar a hanseníase, mas também contribuir ativamente para a criação de uma sociedade mais informada, compreensiva e comprometida com o controle dessa doença. Estamos aqui para cuidar e transformar vidas.