flebotomia terapêutica

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Sangria terapêutica

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Primordialmente, a sangria terapêutica, também chamada de flebotomia terapêutica, é um procedimento médico utilizado no controle de algumas doenças hematológicas, especialmente aquelas relacionadas ao excesso de ferro ou ao aumento de células vermelhas no sangue.

Neste artigo, explicamos em mais detalhes o que é sangria, em quais casos ela é indicada, como é feita, e quais são os principais cuidados após o procedimento. Boa leitura!

 

O que é sangria terapêutica?

Em primeiro lugar, a sangria, ao longo da história, foi usada com diferentes propósitos, muitos deles sem comprovação científica. Hoje, acima de tudo, na medicina moderna, o que é sangria terapêutica está bem definido: trata-se da retirada controlada de sangue com fins terapêuticos.

Sobretudo, na prática clínica, a sangria terapêutica é utilizada para reduzir o volume sanguíneo ou o excesso de ferro no organismo. Ela é indicada em situações específicas, e não deve ser confundida com a doação de sangue.

 

Indicações da flebotomia terapêutica

Como resultado, a flebotomia terapêutica é indicada para o controle de doenças em que o excesso de células vermelhas ou ferro no sangue pode gerar complicações. Entre as principais indicações, destacam-se:

Hemocromatose Hereditária

Doença genética caracterizada pelo acúmulo excessivo de ferro nos tecidos do corpo. A sangria terapêutica ajuda a reduzir os estoques de ferro e prevenir danos a órgãos como fígado, coração e pâncreas.

Policitemia Vera

Transtorno da medula óssea que causa o aumento anormal de glóbulos vermelhos. A sangria reduz a viscosidade do sangue e melhora a circulação, reduzindo o risco de tromboses.

Eritrocitose Secundária

Condição causada por doenças pulmonares crônicas, tumores ou exposição prolongada a grandes altitudes. A sangria terapêutica ajuda a manter o equilíbrio sanguíneo e prevenir sintomas, como dores de cabeça, fadiga e tonturas.

 

Como é feita a sangria terapêutica

Antecipadamente, a flebotomia terapêutica é um procedimento simples, geralmente ambulatorial, que se assemelha à doação de sangue.

O processo envolve a retirada de uma quantidade de sangue (geralmente entre 350 ml e 500 ml) por meio de uma punção venosa.

Além disso, a frequência da sangria varia de acordo com a condição clínica do paciente e pode ser:

  • Diária (em casos específicos e agudos)
  • Semanal
  • Quinzenal
  • Mensal
  • Esporádica, conforme a evolução clínica

 

O médico responsável, geralmente um pneumologista, nefrologista ou hematologista-hemoterapeuta, define a frequência, o volume e o tempo de tratamento com base em exames laboratoriais, sintomas, além do histórico de reações anteriores.

 

Possíveis reações e efeitos colaterais

Apesar de ser segura, a sangria terapêutica pode provocar efeitos colaterais leves e temporários, principalmente nos primeiros procedimentos.

As reações mais comuns incluem:

  • Palidez
  • Sudorese
  • Tontura
  • Náusea
  • Desmaio (síncope vasovagal)

 

Esses efeitos estão frequentemente ligados à redução rápida do volume de sangue circulante ou ao desconforto emocional do paciente. A equipe de saúde está preparada para lidar com esses episódios e orientar o paciente de forma adequada.

 

Cuidados após sangria terapêutica

Acima de tudo, os cuidados após sangria terapêutica são essenciais para a recuperação e o bem-estar do paciente. Veja as principais recomendações:

Hidratação Adequada

Após a sangria, é importante beber bastante água para auxiliar na recuperação do volume sanguíneo e evitar a desidratação. 

 

Alimentação Leve

Fazer uma refeição leve após o procedimento ajuda a equilibrar o organismo. Além disso, pacientes com hemocromatose devem evitar alimentos ricos em ferro, como carnes vermelhas, feijão e espinafre, conforme orientação médica.

 

Repouso e Evitar Esforços

Nos primeiros momentos após o procedimento, recomenda-se evitar atividades físicas intensas, exposição ao sol, dirigir por longos períodos ou levantar peso.

 

Observar Sintomas

De antemão, se surgirem sintomas como fraqueza prolongada, tontura persistente, sangramento no local da punção ou qualquer sinal incomum, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente.

 

Contraindicações da sangria terapêutica

Sobretudo, nem todos os pacientes podem se submeter à sangria terapêutica. Entre as contraindicações estão:

 

  • Anemia não diagnosticada ou não tratada
  • Hipotensão arterial severa
  • Doenças cardíacas graves
  • Distúrbios de coagulação

 

Acima de tudo, a avaliação médica completa é indispensável antes de iniciar o tratamento. Exames laboratoriais, histórico clínico e tolerância individual são fundamentais para garantir a segurança do paciente.

 

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