Sertaneja doa plasma convalescente no INGOH

Sertaneja doa plasma convalescente no INGOH – Curada da COVID-19, Maraísa busca forma de ajudar outras pessoas que apresentam quadro grave da doença

Na tarde desta quinta-feira (1º), a cantora Maraísa, que compõe dupla com sua irmã Maiara, doou plasma convalescente no Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH), após se curar da COVID-19 e passar pelos exames convencionais do processo. A sertaneja apresentou um quadro assintomático da doença e revelou que soube apenas via exame sorológico, que havia contraído a patologia. Depois disso, buscou uma forma de ajudar pessoas que estejam em estado grave por conta do novo Coronavírus.

Para a doação de plasma convalescente, o interessado deve estar há 14 dias sem sintomas e entrar em contato com o INGOH portando dados pessoais e resultado de exame inicial que testou positivo para a Covid-19. Será agendada uma entrevista para triagem, quando também o Instituto fará a coleta de um segundo exame para detectar a presença do vírus, bem como uma amostra sanguínea para verificar a existência de anticorpos no organismo. A partir desses resultados, se houver ausência de carga viral e dosagem significativa de anticorpos, a doação é agendada.

Durante a doação, Maraísa gravou um vídeo e convidou outras pessoas a fazerem o mesmo e afirmou: é tão rápido, tão simples e é uma forma de ajudarmos outras pessoas. Confira a mensagem completa no vídeo abaixo.

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Assim como à Maraísa, o INGOH estende os agradecimentos a todos os doadores voluntários de plasma convalescente que ajudam a instituição a salvar vidas em 14 hospitais no estado de Goiás. Obrigado!

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Setembro Dourado – mês de conscientização sobre câncer infantojuvenil

Setembro Dourado

Setembro Dourado – mês de conscientização sobre câncer infantojuvenil – Ainda sem fator de risco identificado ou forma cientificamente comprovada de prevenção, principal arma contra essa neoplasia é o diagnóstico precoce

Aproxima-se o fim da campanha Setembro Dourado, mas o alerta de pais, responsáveis e profissionais da saúde deve ser constante. Para conscientizar a população, inclusive a comunidade médica, sobre o câncer infantojuvenil, é essencial divulgar esse assunto, visto que ainda não há formas de prevenção ou fator de risco cientificamente comprovados para evitar a doença. Dessa maneira, a principal forma de tratamento e, consequentemente, de cura é o diagnóstico precoce.

Setembro Dourado – mês de conscientização sobre câncer infantojuvenil

“Tem poucas medidas de prevenção, pois não se pode falar para uma criança parar de fumar, por exemplo. Então, para o controle de câncer em crianças e adolescentes, não se busca a prevenção em termos de hábitos de vida, então, é necessário fazer o diagnóstico precoce. Por isso, a campanha não busca aproximar-se somente das famílias, e sim da classe médica também”, alerta a oncopediatra do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH), Renatta Volu.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), para o Brasil, são previstos quase 8.500 casos, em 2020, com número de óbitos superior a 2.500. “Precisamos falar sobre o assunto para que as pessoas saibam que o câncer também pode acometer crianças e adolescentes, que tem tratamento e que conseguimos reduzir a mortalidade se diagnosticarmos precocemente”, pontua a médica.

Setembro Dourado – mês de conscientização sobre câncer infantojuvenil

Volu reforça que os sintomas para os cânceres infantojuvenis podem se confundir com outras doenças comuns nessa faixa etária, como viroses. “Por isso é essencial o acompanhamento médico para identificar logo no início que a febre está presente por conta de uma leucemia, e não de uma gripe. Pode parecer redundante, mas a chave para esse tratamento é o diagnóstico precoce. Precisamos reforçar essa medida”, indica a profissional.

Segundo o INCA, o câncer representa a primeira causa de morte por doença entre as crianças e adolescentes brasileiros de 1 a 19 anos. Hoje, o instituto aponta estatística de 80% de cura para esse público, desde que tenha diagnóstico precoce. Por isso, é importante ficar alerta a alguns sintomas, como: palidez, hematomas, sangramento, dor óssea, caroços ou inchaços abdominais, perda de peso inexplicada, febre persistente, falta de ar e alterações oculares.

Setembro Dourado – mês de conscientização sobre câncer infantojuvenil

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Vamos falar sobre câncer ginecológico?

Vamos falar sobre câncer ginecológico? – Câncer de colo do útero e ovário figuram entre as principais causas de óbito em mulheres.
Outros órgãos do sistema ginecológico também são afetados

Setembro é o mês destinado à conscientização sobre câncer ginecológico, que pode afetar útero, vagina, vulva, ovários e colo uterino. Somente os dois últimos, de acordo com a estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA), serão responsáveis por mais de 23.000 novos casos e 10.000 mortes, em 2020, no Brasil. Para falar sobre esse assunto, a oncologista do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH, Ana Cláudia Lima, concedeu entrevista para a TV Anhanguera, nesta quinta-feira (24).

Segundo a médica, de todos os tumores que acometem as mulheres, o câncer de colo uterino ocupa a segunda posição em incidência nos estados do Centro-Oeste, Norte e Nordeste e é um tumor prevenível. Mais de 90% dos casos estão relacionados à infecção pelo Papiloma Virus Humano, popularmente conhecido por HPV. A infecção pelo HPV pode ser responsável pelo desenvolvimento de verrugas genitais, inflamações ou lesões precursoras do câncer que ao longo de até 10 anos podem se tornar invasivas e causar sintomas como corrimento, sangramento vaginal e cólicas.

“A melhor forma de prevenir a infecção pelo HPV é a vacinação, que está disponível na rede pública e também em serviços suplementares”, reforça Lima. Devem ser vacinados meninas, entre 9 e 14 anos, e meninos de 11 a 14 anos; pacientes transplantados e portadores de HIV, também. A vacina atua na prevenção de quatro tipos de HPV, sendo os que causam verrugas genitais aqueles responsáveis por até 70% dos canceres de colo uterino. “Como a vacina não protege 100% dos casos de infecção por HPV, é importante também fazer acompanhamento regular com o ginecologista e o exame Papanicolau de 25 a 65 anos (idealmente a partir da primeira relação sexual)”, orienta.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e sociedades médicas da área estimam que, com a vacinação efetiva das crianças e a cobertura mais ampla do Papanicolau, haverá redução de 60% na incidência de câncer de colo uterino na próxima geração. “60% a menos de câncer somente pelo fato de prevenir a doença”, salienta a oncologista.

Um outro tipo de câncer ginecológico é o de endométrio, aponta a a camada mais interna do útero e o principal sintoma é sangramento vaginal, após a menopausa, além de dor pélvica e durante a relação sexual. A oncologista aponta que fatores como obesidade, diabetes, histórico familiar, idade avançada, história de infertilidade ou o fato de nunca ter engravidado e a própria exposição por longo prazo ao estrogênio para tratamento da menopausa podem contribuir para o surgimento deste câncer. “Neste caso, combater fatores de risco, reduz as chances de desenvolvimento da doença. Estudos apontam que mulheres que se exercitam diariamente diminuem o risco pela metade, se comparadas ao grupo que é sedentário”, observa Lima.

De acordo com a médica, o câncer de ovário é o câncer feminino mais letal. Ela reforça que não existem exames de rastreamento estabelecidos e em geral os tumores são assintomáticos em sua fase inicial. “Cerca de 70% dos casos são detectados em mulheres acima dos 50 anos e em estágios mais avançados”, esclarece a médica. A profissional reforça, ainda, que os sintomas nessa fase podem ser vagos e mal definidos, como cólicas, aumento do volume abdominal, desconforto urinário e dor na relação sexual.

Cerca de uma a cada cinco mulheres com câncer de ovário apresentam tumores de origem hereditária e o aconselhamento genético é fundamental para acompanhar mais de perto essas famílias. Infelizmente, o acesso a esses testes genéticos ainda é limitado no Brasil, não são disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), mas é regulamentado pelos planos de saúde. “A boa notícia é que o tratamento do câncer de ovário tem avançado e novas medicações e combinações de medicamentos têm sido estudadas para aumentar o tempo e qualidade de vida para essas pacientes portadoras de câncer de ovário”, esclarece.

O tratamento dos tumores ginecológicos depende do tipo tumoral, localização e também do estágio apresentado, além da condição clínica da paciente no momento do diagnóstico. “É necessário em tratamento individualizado e uma equipe multidisciplinar que oriente cada passo da terapia a ser realizada. De forma geral, as pacientes podem precisar de cirurgia, radioterapia, quimioterapia e em alguns casos terapias alvo e anticorpos monoclonais”, reforça Ana Cláudia, quem também alerta para o fato de que pesquisas com imunoterapia estarem sendo realizadas para alguns destes tumores.

Para finalizar, a médica define: é importante ressaltar que a consulta regular com o ginecologista é extremamente importante para realização e exames periódicos e detecção precoce da doença. Ter hábitos de vida saudável e realizar atividades físicas também são essenciais para esta prevenção.

Confira a entrevista completa:

https://www.youtube.com/watch?v=Bl0Lnlm9mY8&feature=youtu.be

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Carinho e humanização para comemorar o Dia do Sorvete

Carinho e humanização para comemorar o Dia do Sorvete

Dia do Sorvete

Carinho e humanização para comemorar o Dia do Sorvete – Data celebrada em 23 de setembro leva alegria e muito sabor para os pacientes da quimioterapia do INGOH

Celebrado em 23 de setembro, o Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH) comemorou o Dia do Sorvete junto com os pacientes da Quimioterapia. Com o objetivo de humanizar mais a assistência oferecida, a ação buscou entregar sabor e alegria a quem estava em tratamento na unidade. A iniciativa foi acompanhada pelo Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (SCIRAS), médicos assistentes e psicóloga e conseguiu agradar pacientes e colaboradores.

Ise Fernandes de Macedo, em tratamento desde 2018 no INGOH, conta o que achou da iniciativa. “Tomei sorvete e amei! Eu só quero agradecer por essa surpresa. Quando se fala de câncer, algumas pessoas acham que estamos morrendo e nos tratam de forma melancólica. Com ações assim, a gente sente vida em cada etapa!”. Outra paciente, Alessandra Francisca dos Santos, revela que gostou da ação por um motivo, em especial: quebra o estigma de hospital, os mitos da doença. Para ela, “trazer a alegria do mundo externo aqui para dentro ajuda, inclusive, a passar o tempo mais rápido, pois deixa o tratamento mais leve. Foi maravilhoso!”.

Carinho e humanização para comemorar o Dia do Sorvete

A psicóloga do ambulatório de Quimioterapia do INGOH, Carla Póvoa, reforça que é importante olhar para a pessoa e não apenas para a doença. Por isso, “humanizar a assistência vai além de oferecer um espaço físico adequado para o paciente. Nesse sentido, ações que quebram o gelo na rotina de tratamento desse paciente podem trazer acolhimento, alívio do estresse e de ansiedade podendo também, construir memórias positivas em relação ao lugar que realiza o tratamento, sendo um espaço para compartilhar experiências entre eles”, reforça a profissional. Confira algumas fotos desse momento delicioso:

Carinho e humanização para comemorar o Dia do Sorvete

Carinho e humanização para comemorar o Dia do Sorvete

Carinho e humanização para comemorar o Dia do Sorvete

Carinho e humanização para comemorar o Dia do Sorvete

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Correio do Afeto – ação humaniza processo de doação de sangue

Correio do Afeto – ação humaniza processo de doação de sangue

Ação humanizada de Doação de Sangue

Correio do Afeto – ação humaniza processo de doação de sangue – Para celebrar o Dia Mundial da Gratidão, pacientes que necessitam de sangue durante tratamento escrevem cartinhas de agradecimento para doadores. Recados emocionam destinatários

Correio do Afeto – ação humaniza processo de doação de sangue

O Dia Mundial da Gratidão, celebrado nesta segunda-feira (21), tem sido comemorado no Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH) e de um jeito muito carinhoso. Alguns doadores de sangue estão sendo surpreendidos com cartinhas de agradecimento, escritas por pacientes assistidos na unidade de saúde e que necessitam de sangue durante o tratamento. A ação foi pensada para humanizar ainda mais a assistência, ato que faz parte da rotina do INGOH. Importante ressaltar que o sigilo entre doador e receptor foi mantido, pois os pacientes fizeram uso de sangue doado em outra ocasião.

Estreitar o elo existente entre doador e receptor é uma forma de demonstrar na prática a importância da doação de sangue. Pensando nisso, o INGOH idealizou o Correio do Afeto, iniciativa que possibilita aproximar as duas partes desse processo. Os recadinhos emocionaram os destinatários, que seguravam nas mãos uma prova do quanto a atitude voluntária da doação de sangue é essencial para salvar a vida de alguém.

“Amor e caridade são a essência da vida”. Norteado por essa frase, o policial militar Gilmar de Barros Vieira doa plaquetas no INGOH desde o início da década de 2000 e, nesse tempo, já completou 240 doações. “A gente tem que fazer algo pelo próximo e doar é uma forma de ajudar a quem precisa. Aproveitando o Dia Mundial da Gratidão, eu sou muito grato por poder estar aqui fazendo essa doação. É com muita alegria que venho e com muito orgulho que sou doador!”, enfatiza Vieira.

Correio do Afeto – ação humaniza processo de doação de sangue

Leandro de Paula Carrijo, consultor de vendas, também é doador de longa data no INGOH. Ele fez a sua primeira doação em 1999 e afirma que “é um gesto que não me custa nada e pode ajudar muita gente. Se eu posso salvar vidas e não me causa mal algum, por que não o faria?!”, completa Carrijo. Ele também foi surpreendido por um recadinho emocionado. Esse, inclusive, foi escrito pela enfermeira Joyce Camargo, que é lotada no setor de Quimioterapia do INGOH. Para a profissional “a atuação dos doadores reflete diretamente no nosso trabalho. Eles são essenciais para nos ajudar a salvar vidas aqui”, relata.

Correio do Afeto – ação humaniza processo de doação de sangue

Na outra ponta, Sofia Marques, de 5 anos, faz acompanhamento para controle de anemia falciforme, no INGOH, cujo tratamento precisa de transfusão sanguínea. Além do Correio do Afeto oficial, ela fez questão de produzir uma linda pintura: uma menina rodeada por corações. “Fiz esse desenho porque eu quero espalhar amor no mundo e agradecer por tudo”, conta a pequena.

Correio do Afeto – ação humaniza processo de doação de sangue

Geilson Costa doa sangue, em Goiânia, há 4 anos, e conta que nunca recebeu uma cartinha assim. Ele foi surpreendido com o agradecimento de uma paciente que preferiu se identificar por Delfina. No Correio do Afeto ela escreveu: foi uma doação como a sua que ajudou a salvar a vida do meu neto, por isso, sou eternamente grata. Costa fez questão de agradecer o recado e completou que “doar sangue é a forma mais genuína de amor e carinho para com o próximo, pois você não escolhe quem vai receber, não sabe cor, sexo, religião, nada… você só sabe que vai ajudar a salvar a vida de alguém. Quem ama de verdade, pode doar sangue, pois é a melhor forma de demonstrar o seu amor”.

Correio do Afeto – ação humaniza processo de doação de sangue

Para finalizar, Carrijo, que já tem quase 150 doações no INGOH, fez questão de fazer uma convocação: convido outras pessoas a virem doar também. Não dói. Não incomoda. E salva a vida de muita gente. Venham doar sangue! Esse apelo também foi acompanhado pela mensagem de Geilson Costa. Ele corroborou a chamada de Carrijo e completou “doe sangue você também!”.

Correio do Afeto – ação humaniza processo de doação de sangue

Assessoria de Imprensa | INGOH

Veja também: Como a doação de plaquetas salva vidas

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Crises de fibromialgia podem aumentar durante período de pandemia

Crises de fibromialgia podem aumentar durante período de pandemia

Crises de fibromialgia podem aumentar durante período de pandemia – Estresse e fatores emocionais colaboram para desencadear quadro de dor crônica. Tratamento medicamentoso deve estar associado a hábitos de vida saudável

A pandemia causada pelo novo Coronavírus mudou drasticamente a rotina de todas as pessoas do mundo, seja de forma direta ou indiretamente. O período, rodeado por incertezas, também carrega dúvida, medo, estresse e insegurança por lidar com o desconhecido. Todos sofrem com a vulnerabilidade diante de um inimigo invisível: os colaboradores da Saúde que se desgastam mais durante o plantão e as demais profissões, ainda que não estejam na linha de frente do combate ao vírus, tiveram suas atividades alteradas e, algumas, até suspensas nessa fase.

Esse cenário é prejudicial para os pacientes que sofrem de fibromialgia, síndrome caracterizada por dor crônica que acomete o corpo inteiro e pode durar até três meses. Associado a esse sintoma, fatores como fadiga, cansaço, falta de energia e sensação de edema e inchaço nos pés são frequentemente relatados pelas pessoas diagnosticadas. Esse quadro se agrava com estresse, tensão e preocupação, sensações enfrentadas por leigos e especialistas durante a pandemia de Covid-19.

A Ciência ainda desconhece a causa específica da doença, mas se sabe que fator genético, traumas, infecções por vírus, doenças autoimunes, ansiedade e depressão estão ligados a ela. Por isso, “é extremamente importante que o paciente receba um tratamento global. Temos de entender que não existe um remédio milagroso que vai tirar toda a dor de forma imediata. Quem sofre com fibromialgia, além de tratar os sintomas, deve também tratar as causas. Medicamento auxilia, mas não resolve sozinho”, pontua Kleiner Vasconcelos Pinheiro, médico e diretor do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH).

Estudos revelam que cerca de 2,5% da população brasileira sofrem com a doença, que também está associada a alterações gastrointestinais (intestino preso ou diarreia, flatulências e má digestão), má qualidade do sono, ansiedade e depressão. Diante disso, “trabalhamos em cima de causas tratáveis e buscamos melhorar o estilo de vida do paciente. Fatores emocionais são tratados, assim como qualidade do sono e da alimentação, saúde intestinal, deficiências nutricionais e hormonais”, explica o médico. Com vivência em uma abordagem mais funcional e integrativa, Pinheiro ressalta que a atividade física também é um importante aliado no tratamento desse paciente.

Crises de fibromialgia podem aumentar durante período de pandemia

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Veja também: COVID-19 X Doença Crônica

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Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas

Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas – Doença tem alta taxa de cura, mas informações ainda são pouco difundidas na população. Hematologista ressalta importância de diagnóstico precoce

Você sabe o que é Linfoma? Esse é um tipo de câncer que afeta o sistema linfático do organismo, que é composto por órgãos (linfonodos e gânglios) e tecidos que produzem as células responsáveis pela imunidade e vasos que conduzem essas células para o corpo. O sistema linfático tem a função de drenar o excesso de líquido das células para devolver os nutrientes necessários ao sangue e, assim, manter o equilíbrio corporal. A doença pode ser classificada como Linfoma de Hodgkin ou Linfoma não-Hodgkin, a depender do tipo de linfócito afetado. Linfócitos, por sua vez, são células do sistema imunológico, responsáveis por defender o corpo contra agentes invasores desconhecidos.

De acordo com a hematologista do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH), Renata Zanzoni, a doença tem boas chances de cura, mas o diagnóstico inicial é importante para o sucesso assistencial. “Estamos falando de uma doença potencialmente curável, com ótimas opções terapêuticas para serem utilizadas e uma boa taxa de remissão com os protocolos utilizados já em primeira linha de tratamento. Para isso, o diagnóstico precoce é essencial, pois é a partir dele que se define a terapia mais indicada”, ressalta a médica.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que mais de 15 mil casos de Linfoma sejam diagnosticados no Brasil, em 2020, entre Hodgkin ou não-Hodgkin, com aproximadamente 5 mil óbitos ocasionados pela doença. Com o objetivo de reverter o quadro, o tratamento varia de acordo com a doença diagnosticada e pode contar com poliquimioterapia, radioterapia e imunoterapia. Para se ter uma ideia, o Linfoma não-Hodgkin tem cerca de 40 subtipos, por isso, o acompanhamento de um médico especialista é fundamental.

Entre os sintomas iniciais do Linfoma constam aumento dos linfonodos, popularmente conhecidos por íngua, do pescoço, das axilas e/ou virilha; suor noturno excessivo, febre, coceira na pele e perda de peso acentuada, sem causa aparente. “Nem todo inchaço ganglionar é câncer, mas ele indica que algo está em desequilíbrio no corpo, então, deve ser investigado”, alerta Zanzoni. Para diagnóstico adequado, inicialmente, biopsia e análise patológica são recomendadas.

Algumas substâncias químicas estão relacionadas à ocorrência do Linfoma. Diante disso, segundo o INCA, estudos como o Health Agricultury Health demonstram que trabalhadores rurais têm maior risco de desenvolver Linfoma não-Hodgkin, possivelmente pela exposição a agrotóxicos, solventes, diesel, poeiras e outros. No Linfoma de Hodgkin, o principal fator de risco está associado ao sistema imune comprometido, como portadores do vírus HIV e pacientes que fazem uso de imunossupressores – remédios indicados após realização de transplantes, para evitar a rejeição do órgão.

O Linfoma de Hodgkin e não-Hodgkin, portanto, são doenças de origens distintas e, consequentemente, se diferenciam em patologias distintas. Por isso, para maior esclarecimento da população, celebra-se o Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas, em 15 de setembro, com o objetivo de levar mais informações ao público em geral e, assim, mais vidas serem salvas. Para isso, o acompanhamento médico é fundamental, mesmo em tempos de pandemia.

Assessoria de Imprensa | INGOH

TV Anhanguera mostra ação Correio do Afeto do INGOH

TV Anhanguera mostra ação Correio do Afeto do INGOH

TV Anhanguera mostra ação Correio do Afeto do INGOH – Pacientes que necessitam de sangue durante tratamento escrevem cartinhas de agradecimento para doadores. Recados emocionam destinatários

No dia 26 de agosto, os doadores de sangue do INGOH foram surpreendidos com cartinhas de agradecimento. Elas foram escritas por pacientes assistidos na unidade de saúde e necessitam de sangue durante o tratamento. A ação foi divulgada pela TV Anhanguera, conforme exibe o vídeo abaixo, por mesclar a relevância pública do assunto e a humanização da assistência, práticas que fazem parte da rotina do INGOH.  Importante ressaltar que o sigilo entre doador e receptor foi mantido, pois os pacientes fizeram uso de sangue doado em outra ocasião.

Estreitar o elo existente entre doador e receptor é uma forma de demonstrar na prática a importância da doação de sangue. Pensando nisso, o INGOH idealizou o Correio do Afeto, prática que possibilita aproximar as duas partes desse processo. Os recadinhos emocionaram os destinatários, que seguravam nas mãos uma prova do quanto a atitude voluntária da doação de sangue é essencial para salvar a vida de alguém.

“Quero agradecer pelo recadinho. Fiquei muito emocionado! Eu sou doador de plaquetas aqui no INGOH há 10 anos, desde que meu filho precisou da doação de alguém. Depois disso, nunca mais parei”, conta Leandro Barbosa. Ele, em mais um dia convencional de doação, foi surpreendido com um recado emocionado de uma paciente que preferiu se identificar apenas por Cristiane. “Quanto mais doador no mundo, mais amor distribuído!”, enfatiza Barbosa.

Na outra ponta, Sofia Marques, de 5 anos, faz acompanhamento para controle de anemia falciforme, no INGOH, cujo tratamento precisa de transfusão sanguínea. Além do Correio do Afeto oficial, ela fez questão de produzir uma linda pintura: uma menina rodeada por corações. “Fiz esse desenho porque eu quero espalhar amor no mundo e agradecer por tudo”, conta a pequena. Renato Costa, que estava na unidade doando plasma de convalescente ficou emocionado ao receber os recados de Sofia. “Eu nunca imaginei uma surpresa dessas! Torço para que a Sofia e tantas outras pessoas que precisam de sangue sejam curadas e desejo, também, que a população tome consciência do quanto é importante a doação”, observa Costa.

Confira o vídeo na íntegra e se emocione com esses depoimentos:

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Assessoria de Imprensa | INGOH

Vacinação em pacientes oncológicos

Vacinação em pacientes oncológicos – Carteira de imunização atualizada é essencial para o tratamento, mas cada caso deve ser avaliado de forma individual pelo médico assistente. Pesquisa israelense mostra índice menor de mortalidade em adultos com câncer, após vacinação contra a influenza 

É fato que a vacinação é uma das ferramentas mais importantes para proteção individual e coletiva de uma comunidade, pois, quanto mais pessoas vacinadas, menores as chances de uma doença infectocontagiosa se propagar. Quando, no entanto, o público a ser vacinado está diante de um tratamento oncológico, alguns cuidados devem ser observados. É de suma importância que o médico assistencial avalie cada caso individualmente, pois manter a carteira de vacinação em dia, pode auxiliar, inclusive, no decorrer do plano terapêutico, pois impede o aparecimento de outras patologias.

“Para o paciente com câncer, a imunização evita complicações que podem prejudicar o tratamento e, assim, contribui diretamente para salvar a sua vida. Por isso, o ideal é que o cartão de vacinação seja atualizado, antes de iniciar as sessões de quimioterapia, porque sua resposta imunológica será mais eficaz”, orienta a infectologista Marianna Tassara, responsável técnica pelo serviço de vacinas do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH).

Tassara observa que existem dois grandes grupos de vacina: um com o vírus inativado e outro com o vírus vivo, o qual não é recomendado para pacientes em curso de quimioterapia. A médica ressalva que essas vacinas não devem ser aplicadas, pois trata-se de um enfermo cujo sistema imunológico já está comprometido. Então, “nesse período de imunossupressão, ele pode sofrer complicações em decorrência de receber uma carga viral, ainda que atenuada, por estar com a imunidade afetada”, salienta a infectologista.

Entre as imunizações que devem ser evitadas destacam-se a de sarampo, rubéola, caxumba, febre amarela, varicela, dengue, rotavírus, paralisia infantil, entre outras. Nesses casos, as pessoas que mantêm contato com o paciente é que devem se vacinar, para contribuir com a não disseminação das doenças.

Outras vacinas, porém, podem ser administradas durante o tratamento oncológico – avaliando sempre o risco benefício de cada uma delas, por isso, é essencial o acompanhamento do médico assistente. “Normalmente, as vacinas inativadas podem ser administradas durante o período de quimioterapia, mas não terão a mesma eficácia, por conta da resposta imunológica. Por isso, o ideal é que o cartão vacinal seja atualizado antes de iniciar o tratamento ou após o término, depois de quatro ou cinco meses”, esclarece Tassara.

Pesquisa aponta menor índice de mortalidade

 

Um estudo israelense publicado pela plataforma Cochrane Library, em 2018, analisou a eficácia de vacinas contra influenza em pacientes adultos com câncer imunossuprimido. Entre os anos de 2006 e 2017, os autores pesquisaram o banco de dados de literaturas biomédicas e de áreas afins nos portais da Cochrane, Medline, Embase e Lilacs, além de estudos apresentados em anais internacionais de conferências de doenças infecciosas, de hematologia e de oncologia. Somaram a isso, informações disponibilizadas em sites dos fabricantes de vacina contra a influenza e estudos em andamento, ainda não publicados sobre o assunto clínico.

Os autores Bitterman, Eliakim-Raz, Vinograd, Zalmanovici, Leibovici e Paul (2018) consideraram seis estudos aplicados às metodologias de ensaios clínicos randomizados, estudos de coorte prospectivos e retrospectivos e estudos de caso-controle. A partir deles, foram acompanhados 2275 pacientes com malignidades sólidas (tratadas com quimioterapia), com câncer hematológico, com câncer pós-autólogo (até seis meses após o transplante) ou com transplante alogênico de células-tronco hematopoiéticas.

A conclusão dos cientistas é de que “os dados observacionais sugerem menor mortalidade e resultados relacionados à infecção com vacinação contra influenza”, descrevem. Os resultados ressaltam que a força de comprovação ainda é limitada pelo pequeno número de estudos disponíveis, embora a evidência mostre que “os benefícios superam os riscos potenciais ao vacinar adultos com câncer contra a gripe”, reforçam. Para conferir o estudo na íntegra, clique aqui.

 

Agosto Branco: campanha para conscientização sobre câncer de pulmão

Agosto Branco: campanha para conscientização sobre câncer de pulmão

Instituto Nacional do Câncer prevê mais de 30 mil novos casos para 2020

Agosto Branco: campanha para conscientização sobre câncer de pulmão – Instituto Nacional do Câncer prevê mais de 30 mil novos casos para 2020, no Brasil. Em 2017, doença foi responsável por 27.931 mortes e tabagismo é o principal fator de risco

De todos os tipos de cânceres diagnosticados no Brasil, a patologia de pulmão corresponde a 13% deles. Essa informação é do Instituto Nacional do Câncer (INCA), que também divulgou a estimativa de 30.200 casos para o ano vigente, sendo 17.760 em homens e 12.440 em mulheres. Em Goiás, a cada 100 mil habitantes, estima-se que apareçam 510 casos em cidadãos goianos e 430, em goianas. O acompanhamento médico auxilia na descoberta precoce e, consequentemente, no tratamento.

O cirurgião torácico do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH), André Luiz Carneiro, alerta que o tabagismo é o principal fator de risco que contribui para o surgimento da doença. “O câncer de pulmão é, portanto, muitas vezes evitável, pois há a estimativa de que o consumo de derivados de tabaco esteja associado a 85% dos casos diagnosticados no País”, observa. Por esse motivo, o câncer de pulmão se tornou uma das principais causas de morte evitável, no fim do século XX, segundo o INCA.

Carneiro reforça que a doença manifesta sintomas já em fase avançada, por isso, “é essencial que pessoas fumantes, ativas ou passivas, façam um acompanhamento anual com cirurgião torácico ou pneumologista”. O profissional recomenda uma tomografia computadorizada da região do tórax, por ano, a ser apreciada pelas especialidades citadas anteriormente, por terem mais conhecimento em avaliação de nódulo pulmonar. Assim, a descoberta em fase inicial, contribui para maior sucesso do tratamento, que pode ser cirúrgico, quimioterápico e/ou radioterápico.

Em estágio avançado, o câncer de pulmão provoca falta de ar, dor torácica, perda de peso e tosse. E a probabilidade de metástase ocorre em órgãos como o próprio pulmão (por poder atingir uma parte não afetada, anteriormente), cérebro, ossos e fígado. Apesar do cigarro e seus derivados serem os principais causadores de câncer pulmonar, “a poluição também é um fator preocupante, pois há pesquisas que nos mostram que a cada 2 horas respirando um ar poluído, equivale ao consumo de um cigarro”, observa.

Apesar de efetivas campanhas para inibir o consumo do tabaco, dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgados em julho de 2019, revelam que quase 10% da população brasileira acima dos 18 anos é fumante. “No consultório, assisto pessoas de meia idade que não conseguiram parar de fumar pelo vício alimentado há décadas. Mas, mesmo sabendo dos malefícios, os jovens começam a fumar para se sentirem enturmados. É preciso reforçar que a cada hora de uso do narguilé corresponde a fumar 100 cigarros. Será que vale à pena mesmo procurar uma doença tão séria com as próprias mãos?!”, indaga o médico.

Agosto Branco: campanha para conscientização sobre câncer de pulmão

Assessoria de Comunicação | INGOH

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Vacina também é coisa de gente grande

Vacina também é coisa de gente grande – Com mais atenção na fase infantil, assunto acaba sendo esquecido na vida adulta. Muitas vacinas precisam de reforço depois da primeira dose para garantir imunização

Já dizia o dito popular de que “é melhor prevenir do que remediar”. Para contribuir com isso, as vacinas têm um importante papel, pois são uma das medidas mais eficazes para evitar o aparecimento e a proliferação de diversos tipos de doença. Assim, para segurança individual e coletiva da comunidade, é de extrema importância que o maior número de pessoas possível seja imunizado contra agentes patológicos. E isso não é um assunto que merece atenção somente na fase infantil; adultos precisam ficar atentos para a administração de vacinas que evitam doenças graves e contagiosas.

O Ministério da Saúde orienta que pessoas entre 20 e 59 anos sejam vacinadas contra Hepatite B, Febra Amarela e Tríplice viral, que previne sarampo, caxumba e rubéola. Além delas, também
devem ser ministradas nessa faixa etária a Dupla adulto para o combate da difteria e do tétano e a Pneumocócica 23 Valente para evitar pneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pela bactéria Pneumococo. Conferir o cartão de vacinas junto ao programa de vacinação é o primeiro passo para manter a saúde segura.

Além das vacinas oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) expande o alerta para outras doenças que podem ser evitadas com imunização disponível na rede suplementar. Tríplice bacteriana, que além de difteria e tétano combate a coqueluche; Hepatite A, Varicela, Influenza, Meningocócicas Conjugadas, Herpes Zóster e Dengue podem ser manipuladas em cidadãos de 20 a 59 anos. Além delas, também é recomendável a vacina contra o HPV, cuja doença está diretamente ligada ao aparecimento de casos evitáveis de câncer de garganta e de colo uterino, doença esta que é uma das principais causas de morte por câncer no Brasil, entre as mulheres.

Vale ressaltar que algumas vacinas podem ser indicadas para pessoas com comorbidades ou para grupos especiais. Pacientes imunodeprimidos, mulheres grávidas, viajantes e profissionais da saúde, por exemplo, têm um calendário vacinal específico e individualizado. Por isso, o calendário vacinal e a indicação devem ser avaliados de forma singular, sendo assim, essencial procurar atendimento em um serviço especializado para maior segurança do paciente.

Vacina também é coisa de gente grande

Veja também: Vacinação em pacientes oncológico

Assessoria de Comunicação | INGOH

 

Histórias de força

Histórias de força – Seja individual ou em grupo, situações de superação e amor ao próximo fazem parte da rotina do Banco de Sangue do INGOH, onde a equipe está sempre a postos para auxiliar e compartilhar esses momentos com seus personagens

O Banco de Sangue do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH), naturalmente, é um setor que coleciona diversas histórias bonitas. E, durante esse tempo de pandemia provocada pelo novo Coronavírus, esses episódios têm se intensificado ainda mais. Durante a mesma semana, entre os dias 20 e 24 de julho, os colaboradores presenciaram duas belas histórias. A primeira é protagonizada por Bruno Inácio, um empresário que tem trauma de agulha e mesmo assim quis doar plasma convalescente; enquanto a outra, mostra a força feminina na política e também na causa social.

Após se curar da Covid-19 e ter consciência de que poderia ajudar outras pessoas em estado grave, Bruno procurou o Banco de Sangue do INGOH para doar plasma convalescente. “Eu tenho muito medo de agulha e não me envergonho de revelar essa fragilidade. Apesar disso e de enfrentar uma crise de ansiedade durante o processo de coleta, fui muito bem acolhido e cuidado aqui. Só consegui me acalmar e finalizar a doação por causa dessas ‘anjas’ que me assistiram!”, compartilha. As ‘anjas’ a quem Bruno se refere são a técnica Deborah Gonçalves e as enfermeiras Nayara Akamatsu e Lorena Alves.

Como gratidão pelo amparo e pela felicidade em ter enfrentado um medo que já o acompanha há algum tempo, Bruno presenteou a equipe com uma deliciosa torta sabor dois amores, que mescla brigadeiro de chocolate com brigadeiro de leite em pó. “É o mínimo, depois do que elas fizeram por mim. Semana que vem estarei aqui para doar novamente, podem me esperar!”, celebra Bruno.

Ainda no sentido de demonstrar força, mas, dessa vez ligada ao poder da união, um grupo de mulheres se mobilizou para ajudar o próximo, ainda que em tempos de pandemia. Elas, que integram o partido Avante, em Goiânia, decidiram se unir para doar sangue no INGOH e levaram mais de 20 pessoas para a unidade, ao longo da referida semana. Na sexta-feira (24), representadas na figura da cientista política Ludmila Rosa, as mulheres demonstraram o poder da união feminina.

“Foi muito bacana a receptividade que o INGOH teve conosco! Nós estamos à disposição para auxiliar, principalmente porque, em ações como essa, conseguimos transmitir a mensagem de solidariedade para com o próximo e também a força da mulher”, relata Ludmila. Assim como Bruno Inácio e Ludmila Rosa, o INGOH reforça que segue de braços abertos para receber pessoas que queiram fazer o bem e, para isso, trabalha incansavelmente para entregar um atendimento acolhedor e seguro para todos.

Assessoria de Comunicação | INGOH

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