INGOH promove treinamento contra Covid-19

Treinamento contra COVID-19

INGOH promove treinamento contra Covid-19

Educação continuada na empresa auxilia na proteção de pacientes e colaboradores

A atuação direta do Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (SCIRAS) tem mostrado bons resultados no combate ao novo Coronavírus no Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH). Na última sexta-feira (24), o setor realizou mais um treinamento para os colaboradores da unidade, com foco na proteção individual e fluxos para atendimento ao paciente, o que consequentemente reflete na qualidade e na segurança do atendimento entregue pelos profissionais às pessoas que frequentam o INGOH.

“Colaboradores que entendem o processo de assistência como um todo e compreendem que sua atuação individual reflete no resultado coletivo é essencial. A partir dessa consciência, conseguimos um ambiente de trabalho seguro e, consequentemente, entregamos um atendimento de qualidade aos nossos pacientes”, pontua a enfermeira coordenadora do SCIRAS, Elia Karolina Gobbi. Essa proximidade constante entre departamento técnico e funcionários de assistência e de áreas administrativas tem gerado resultados positivos e significativos na empresa.

Gobbi relata que o primeiro plano de contingência do INGOH foi publicado no dia 14 de fevereiro, quando também foram iniciados os treinamentos junto à equipe. “Essas medidas contribuíram para que o time do INGOH já estivesse treinado, antes mesmo da Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar, em 11 de março, que o mundo vivia uma pandemia provocada pelo novo Coronavírus”, observa a enfermeira.

Além do treinamento contínuo, o INGOH adotou uma série de medidas para contribuir com a segurança dos pacientes que necessitam dos serviços entregues pela unidade. Entre elas, a instituição adquiriu uma plataforma de consulta virtual para atender colaboradores que estão com suspeita e acompanhar a evolução do quadro. Dessa forma, todos os casos são assistidos por um médico do INGOH, via telemedicina, o que garante mais comodidade ao colaborador e um ambiente mais seguro aos pacientes.

Assessoria de Comunicação | INGOH

Julho Verde – campanha alerta para o câncer de cabeça e pescoço

Campanha Alerta para o Câncer de Cabeça e Pescoço

Julho Verde – campanha alerta para o câncer de cabeça e pescoço

Mais de 20 mil novos casos são previstos para 2020 e diagnóstico precoce trabalha com chance superior a 90% de cura. Lesões acometem região da face e mexem com a identidade do ser humano

Câncer de cabeça e pescoço é uma denominação dada para os tumores que acometem boca, língua, palato mole e duro, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe, esôfago, tireoide ou seios paranasais. O câncer de cabeça e pescoço pode afetar funções que interferem na qualidade de vida do paciente. Quando postergado o tratamento, respiração, fala, paladar, olfato e deglutição podem ser prejudicados, além de causar deformidades em áreas que fazem referência à identidade do indivíduo, como a face.

As informações são do cirurgião de cabeça e pescoço do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH), Teylor Gerhardt, que concedeu entrevista à TV Anhanguera, na manhã desta quinta-feira (23). O profissional alertou para o fato de que, se diagnosticado em estágio inicial, a equipe trabalha com um prognóstico de cura superior a 90%.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 22.840 novos casos de câncer de cabeça e pescoço para 2020, sendo 690 em Goiás. Entre os principais sintomas estão disfonia (rouquidão), disfagia (dificuldade para deglutir), emagrecimento, dor de ouvido, linfonodos (caroços) na parte lateral ou anterior do pescoço, dor ao deglutir, feridas que não cicatrizam em 15 dias e placas vermelhas ou esbranquiçadas na língua. Enquanto os fatores de risco que mais potencializam o surgimento das lesões são tabagismo (inclusive Narguilé), etilismo e o vírus HPV.

Em homens, os cânceres de esôfago, cavidade oral e laringe figuram entre as principais causas de morte, no Brasil, conforme localização primária do tumor. De acordo com o INCA, em 2018, esses diagnósticos somaram 15.589 óbitos, sendo 6.756, 4.974 e 3.859, respectivamente. Portanto, “é essencial que a população receba mais informações sobre diagnóstico, sintomas e tratamentos para que possamos auxiliar o maior número de pessoas possível, com tratamento cirúrgico menos agressivo e, consequentemente, ofertando mais qualidade de vida aos enfermos”, alerta Gerhardt.

Confira entrevista completa:

https://www.youtube.com/watch?v=Be_hVC4OYbc&feature=youtu.be

Assessoria de Comunicação | INGOH

Certificação ISO 9001:2015

INGOH - Certificação ISO 9001:2015Certificação ISO 9001:2015 – O Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH) está em constante busca para aprimorar seus processos assistenciais e, com isso, levar o que há de melhor e mais seguro a todos os usuários da unidade. Essa atenção estende-se também aos colaboradores que fazem o INGOH funcionar. Por isso, a instituição buscou acreditação do sistema ISO 9001:2015, selo que tem o intuito de otimizar e promover maior agilidade no desenvolvimento de produtos e serviços. Com empenho e esforço mútuo, a conquista da certificação internacional foi alcançada no segundo semestre de 2018, via auditoria da Fundação Vanzolini.

O Sistema de Gestão de Qualidade ISO garante boas práticas nos processos e no atendimento aos usuários. Dessa forma, por atestar a excelência assistencial de uma empresa, a acreditação ISO 9001:2015 torna-se um diferencial competitivo de mercado, que pode ser levado em consideração no momento de escolha do cliente. Por isso, orgulhosamente, o INGOH informa que a Fundação Vanzolini comprovou que o Sistema de Gestão da instituição cumpre os requisitos da norma NBR ISO 9001:2015.

Abaixo, as áreas contempladas pela certificação:

Anatomia Patológica: recepção, triagem, microscopia, área técnica, imuno-histoquímica, congelação e diagnóstico.

Ambulatório de Quimioterapia: recepção, atendimento ambulatorial oncológico e hematológico.

Centro Médico: recepção, consulta aos pacientes.

Banco de Sangue: recepção, entrevista clínica, fracionamento, distribuição, transfusão externa e ambulatorial, doação de plaquetas por aférese, doação de sangue total, plasmaférese terapêutica.

Laboratório de Análises Clínicas: processos pré-analíticos, analíticos e pós analíticos, bem como os processos de apoio.

INGOH – Certificação ISO 9001:2015

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Assessoria de Comunicação | INGOH

INGOH comemora Dia Mundial da Pizza

INGOH comemora Dia Mundial da Pizza

Dia Mundial da Pizza

INGOH comemora Dia Mundial da Pizza – Nesta sexta-feira (10), os doadores de sangue e de plasma convalescente foram agraciados com essa gostusura. Ateliê Pizza e Na Lenha Forneria forneceram 40 pedaços para a celebração

É fato que a pizza é um dos alimentos mais amados do mundo. Em 2020, o Dia Mundial da Pizza, que por si só já é uma data que merece celebração, recebeu um plus especial por coincidir com uma sexta-feira. Então, para um “sextou” ainda mais gostoso, o INGOH vai fornecer pizza para os doadores de sangue e de plasma convalescente que agendaram atendimento na unidade. As redondinhas foram doadas à empresa pelos parceiros Ateliê Pizza, Café e Arte e Na Lenha Forneria Delivery.

A iniciativa tem o objetivo de trazer datas comemorativas para dentro da instituição e, com isso, humanizar ainda mais o ambiente. O Banco de Sangue foi escolhido como uma forma de agradecer a todos os doadores voluntários que ajudam o INGOH a salvar milhares de vida, todos os meses, em Goiás. A jornalista Laura Santos Braga foi surpreendida com a ação, e aprovou a iniciativa. “Doar sangue sempre dá um quentinho no coração e hoje foi melhor ainda. Pude fazer uma boa ação e ainda recebi uma pizza tão saborosa assim”, observa a profissional.

Em decorrência da pandemia provocada pelo novo Coronavírus, o Banco de Sangue está trabalhando em regime exclusivo de agendamento para as doações. Nayara Akamatsu, enfermeira do departamento, ressaltou que ações como essas levam acolhimento aos doadores. “Temos a preocupação de recebê-los da melhor forma possível. Aconchego e carinho podem ser entregues em pequenos gestos; mudar o lanche e celebrar uma data comemorativa para compartilhar isso com as pessoas que dividem empatia e solidariedade conosco é maravilhoso!”, externa.

O intuito solidário também moveu Joselita Martins Pereira, proprietária da Ateliê Pizza. “Nós somos uma casa de amor e nossa missão é dar voz aos que têm algo a dizer. A Ateliê Pizza, Café e Arte é um lugar de aconchego e boas experiências, idealizada por um casal que acredita na força da solidariedade como ferramenta de fomento. Por isso, a nossa história não diz respeito somente à pizza, e sim, ao sentimento que move e renova a vida: o amor!”. Pereira também contou com o apoio da Na Lenha Forneria para a ação.

As pizzas foram entregues na unidade, cujo preparo foi finalizado na copa do Banco de Sangue, com colaboradora local já treinada para a função, afim de reduzir chances de contaminação e trânsito de alimentos dentro da unidade de saúde. O fluxo da ação foi validado pelos setores técnicos do INGOH.

“INGOH comemora o Dia Mundial da Pizza com saborosas opções, celebrando a data e promovendo momentos de descontração entre os colaboradores.”

Assessoria de Comunicação | INGOH

O amor pela Oncologia

Oncologia

O amor pela Oncologia – Quase sempre, a Oncologia é estigmatizada como uma profissão desgastante e pejorativa. Sempre associada a situações ruins e notícias trágicas. O que, às vezes, passa despercebido é o quanto nós, oncologistas, somos privilegiados. Como oncologistas, podemos ajudar na cura de uma doença grave, quando possível; e, principalmente, prolongar, com qualidade, a vida de pessoas com diagnóstico de câncer. Assim, contribuímos para que um pai veja a formatura de um filho, que uma mãe esteja presente no casamento da filha ou celebrar a vida com seus entes queridos.

Por isso, hoje, 9 de julho, Dia do Oncologista, estendo os meus parabéns e o meu carinho para todos oncologistas de Goiás. Apesar de linda, não é uma profissão fácil. Nós entramos na vida das pessoas numa fase muito difícil e decisiva. Escolhi Oncologia assim que me formei, em 2006,
e iniciei a Residência em Clínica Médica. Enquanto a maioria dos meus colegas tinha pavor dos pacientes oncológicos e eu vi que, de alguma forma, poderia ajudá-los. E esse sentimento de retribuição e carinho que recebemos dos nossos pacientes e seus familiares, é inenarrável!

A Oncologia ou Cancerologia é uma especialidade médica desafiadora, que pede muito tempo de estudo para se dedicar à atualização e ao tratamento das neoplasias. Para se tornar oncologista clínico, o médico, após seis anos de graduação, necessita de mais cinco anos para Residência Médica. Esta especialidade subdivide-se entre oncologia adulta e pediátrica. Ao concluir essas etapas, o médico oncologista se ocupa da abordagem geral, do cuidado do paciente e da prescrição de tratamentos sistêmicos, como a quimioterapia, a imunoterapia, a terapia biológica e a hormonioterapia. O oncologista também é indicado para orientar quanto aos exames e medidas de prevenção do câncer.

O acompanhamento do paciente com o especialista se estende além do tratamento sistêmico. Pacientes oncológicos necessitam de seguimento para toda a vida, seja para acompanhamento periódico, após tratamento curativo – por conta dos riscos de recidiva e do surgimento de complicações relacionadas aos tratamentos – ou para os cuidados paliativos, naqueles casos em que a cura já não é mais possível.

O oncologista não trabalha isolado. Além de participar de uma equipe multidisciplinar, o paciente tem papel fundamental nas tomadas de decisão. Nenhuma conduta é tomada baseada em uma única parte assistencial. O paciente participa e define todo o tratamento junto com o seu médico. Por isso, a informação é a chave de ouro para a adoção de um plano terapêutico mais efetivo. Justamente por isso, é essencial falarmos sobre o câncer, sobre novos tratamentos e nos manter sempre atualizados. E sei que meus colegas fazem isso com maestria! Por isso, feliz dia a todos nós!

Veja também: Robótica na oncologia intestinal uma nova era na cirurgia

Ana Cláudia Lima – Oncologista do INGOH

Texto publicado no site A Redação, em 9 de julho de 2020

Diagnóstico para câncer de mama cai durante pandemia

Diagnóstico para câncer de mama cai durante pandemia

Diagnóstico para câncer de mama cai durante pandemia – Dados da Sociedade Brasileira de Mastologia mostram redução de 70% no número de cirurgias. Interromper ou adiar tratamento pode prejudicar sucesso da terapia

Os estudos para tratamento do câncer são contínuos e sempre há novas descobertas para serem inseridas no plano terapêutico. Apesar de ainda ser uma doença que assusta, o sucesso na luta contra o câncer é crescente. Para isso, todos os serviços oncológicos do mundo têm uma condição em comum: o câncer não espera, por isso, o diagnóstico precoce é essencial para possibilitar o aumento das chances de cura. Essa condição, no entanto, vem sendo prejudicada durante o período da pandemia causada pelo novo Coronavírus.

Após sugestão de pauta enviada pela Assessoria de Comunicação do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia, o mastologista da instituição Frank Braga concedeu entrevista para alertar a população goiana sobre a importância de dar continuidade ao tratamento oncológico. Braga, que também é o atual presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) regional Goiás, falou com a TV Anhanguera e com o Jornal O HOJE. Alexandre Marchiori, membro do corpo clínico do INGOH e vice-presidente da SBM no estado, também atendeu a imprensa e foi entrevistado pela Rádio Brasil Central. Além de um tema extremamente importante, a mídia reflete a excelência dos mastologistas do INGOH.

 

Estatísticas

Apenas para 2020, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) estima o aparecimento de 65 mil novos casos de câncer de mama no País. Independente da pandemia, esses casos vão existir. O médico mastologista Frank Braga, membro do corpo clínico do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH) e atual presidente da SBM regional Goiás, faz o alerta: é importante orientarmos às mulheres de que elas não podem interromper o seu tratamento ou a busca por diagnóstico precoce.

Apesar disso, a SBM observou uma redução de até 70% do número de cirurgias relacionadas ao câncer de mama, seja no SUS ou na saúde suplementar. “Com isso, teremos um número de diagnóstico represado e quando essa situação se resolver, o sistema de saúde não terá condições de atender todas essas mulheres em quimioterapia, cirurgias ou radioterapias. Principalmente nesse momento, se esses pacientes não terem acesso às suas consultas, terão impacto direto na sobrevida, ou seja, faremos diagnósticos mais tardios e menores serão as chances de cura”, ressalta Braga.

É essencial falar sobre câncer de mama durante o ano todo, não apenas quando em alusão à Campanha Outubro Rosa. Para se ter uma ideia, no INGOH, em 2019, de todos os diagnósticos oncológicos realizados na unidade, quase 40% corresponderam aos casos de mama. “Pensando que a melhor forma de tratamento é o diagnóstico precoce, é essencial que as pessoas procurem os serviços de saúde para avaliação, se observarem algo diferente em suas mamas. E, principalmente, quem já tiver iniciado o tratamento, não interrompa!”, aconselha o mastologista.

Assessoria de Comunicação | INGOH

 

Médico também doa plasma convalescente

Plasma Convalescente

Médico também doa plasma convalescente – Doação auxilia no tratamento de doentes acometidos pela COVID-19 que estão em estado crítico. Terapia experimental tem mostrado importantes resultados no mundo todo

“Meu conhecimento técnico permite que eu tenha consciência do quanto isso pode ser importante para alguém”. Com esse pensamento, Juliana Jaime, endocrinologista do corpo técnico do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH), agendou sua doação de plasma convalescente na instituição, após se curar da Covid-19. A transferência de anticorpos, que são parte do sistema imunológico do ser humano, tem auxiliado no tratamento de pacientes acometidos pelo novo Coronavírus e internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), que estejam em estado crítico da doença.

Para a doação de plasma convalescente, o interessado deve estar há 14 dias sem sintomas e entrar em contato com o INGOH portando dados pessoais e resultado de exame inicial que testou positivo para a Covid-19. Será agendada uma entrevista para triagem, quando também o Instituto fará a coleta de um segundo exame para detectar a presença do vírus, bem como uma amostra sanguínea para verificar a existência de anticorpos no organismo. A partir desses resultados, se houver ausência de carga viral e dosagem significativa de anticorpos, a doação é agendada.

Seguindo esse processo, o médico oftalmologista Roberto Limongi também doou plasma convalescente no INGOH, após contaminação pelo novo Coronavírus. “Fui a um congresso, em São Paulo, e soube que vários participantes foram diagnosticados com Covid-19. Logo depois, tive dores fortíssimas no corpo e febre alta. Passado algum tempo, fiz exames para saber como estavam os meus anticorpos e, para minha surpresa, estavam bem altos. Então, decidi doar plasma, pois assim, posso ajudar pacientes de UTI e faço questão de divulgar essa iniciativa, para que outras pessoas saibam que existe essa possibilidade”, revela.

No INGOH, os exames de RT-PCR (coleta de secreção nasal) e Sorologia (amostra de sangue que detecta a presença de anticorpos) são realizados de forma gratuita aos pacientes convalescentes interessados em doar plasma, desde que apresentem um teste com o primeiro resultado positivo. A técnica de transferência de anticorpos é experimental, mas tem mostrado resultados animadores em pacientes do mundo todo.

Para Juliana Jaime, “poder doar plasma convalescente para salvar outras pessoas é até uma forma de gratidão por ter apresentado somente sintomas leves. Eu sou profissional da saúde e, assim, ainda consigo ajudar os meus colegas a oferecer tratamentos mais eficazes aos pacientes que necessitam”. Assim como Jaime, os doadores interessados também podem agendar atendimento no Banco de Sangue do INGOH, pelos telefones (62) 3226-0207 e (62) 99678-6888. “Não dói, não deixa qualquer tipo de sequela, ajudamos outras pessoas e é um processo seguro”, ressalta a médica.

Veja também: Transferência de Anticorpos que auxilia no tratamento da COVID-19

Assessoria de Comunicação | INGOH

INGOH celebra festejos juninos com amendoim e pipoca para colaboradores

Festejos juninos da INGOH

INGOH celebra festejos juninos com amendoim e pipoca para colaboradores – Ação foi pensada para acalorar o clima da empresa e, ao mesmo tempo, garantir segurança para os colaboradores. As comidas típicas foram doadas por uma dona de casa como símbolo de admiração e gratidão pelo trabalho dos profissionais de saúde

As mudanças impostas pela pandemia do novo Coronavírus chegaram também às festas juninas. Sem condições sanitárias para celebrar os festejos com os colaboradores em um lindo arraiá, o Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH) propôs uma comemoração simbólica, mas muito saborosa. Para evitar aglomerações e não deixar que essa deliciosa época do ano passasse sem celebração, os profissionais da instituição receberam amendoim achocolatado e pipoca, nesta sexta-feira (26).

“Nesse momento atípico, não podemos receber ou dar um abraço nos amigos de trabalho; o uso de máscara dificulta perceber o sorriso do colega e estamos ainda mais concentrados em seguir protocolos de segurança. Então, entregar ao colaborador um mimo que leve a mensagem do quanto ele é importante para a empresa é uma forma de transmitir o abraço do INGOH a todos eles”, afirma a Gerente de Recursos Humanos e Segurança, Saúde e Meio Ambiente da unidade, Renata Miranda.

INGOH celebra festejos juninos com amendoim e pipoca para colaboradores

Os amendoins e os milhos de pipoca foram doados pela dona de casa Glécia Zenha. Ela fez questão de preparar os doces e decorar os saquinhos, pois seria uma forma de contribuir para o bem-estar dos profissionais da saúde. “Sei que essa é uma fase ainda mais desgastante para eles. Como não posso ajudá-los no trabalho, levo aconchego com o que eu sei e gosto de fazer. Assim, consigo entregar meu carinho e a minha admiração a todos eles”, conta Zenha.

A ação foi pensada com enfoque na segurança de todos os colaboradores e “com um sorriso bem largo dizermos: em meio a todo esse furacão que estamos vivendo, continuamos tendo a certeza de que nosso bem maior são vocês!”, finaliza Miranda.

“INGOH celebra os festejos juninos com amendoim e pipoca, proporcionando momentos de alegria e integração para seus colaboradores.”

Assessoria de Comunicação | INGOH

Veja também: Dia do Cinema Brasileiro

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Decisão do STF permite doação de sangue por homens homossexuais

Decisão do STF permite doação de sangue por homens homossexuais

Decisão do STF permite doação de sangue por homens homossexuais – De acordo com a Corte, restringir doação de grupo social é inconstitucional. Para o relator do voto, condutas de risco devem sobrepor-se à orientação sexual

No dia de celebração ao Orgulho LGBTI, comemorado em 28 de junho, o Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH) compartilha a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), cuja decisão torna inconstitucional a restrição de doação de sangue por homens homossexuais, mulheres trans ou travestis. De acordo com o relator do voto, ministro Edson Fachin, não se pode entregar um tratamento desigual, com base em critérios que ofendam a dignidade da pessoa humana, a um cidadão que queira doar sangue.

Fachin acrescentou que os bancos de sangue devem selecionar doadores pautando-se em condutas de risco e não pela orientação sexual, sob configuração de “discriminação injustificável e inconstitucional”. Nesse sentido, os bancos de sangue ficam proibidos de excluir um doador, apenas, pela declaração de homossexualidade, durante o processo de triagem. Tal conduta era adotada, devido a uma portaria do Ministério da Saúde, de 2014, e de uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, de 2016.

O processo de doação de sangue é simples, rápido e praticamente indolor. Todos os doadores voluntários de sangue passam por entrevista de triagem e, quando aptos, podem salvar até quatro vidas com o sangue doado. Antes da transfusão, todas as bolsas de sangue coletadas no País, desde 2013, são submetidas ao teste NAT (Teste de Ácido Nucléico) que, entre outros vetores e doenças, detecta a presença de HIV, HCV e HBV, vírus responsáveis pela transmissão da Aids, hepatite C e hepatite B, respectivamente.

O Banco de Sangue do INGOH funciona de segunda à sexta-feira, das 7h30 às 13h30 e, atualmente, tem trabalhado em regime exclusivo de agendamento das doações, em razão da pandemia provocada pelo novo Coronavírus. Os interessados em doar sangue podem entrar em contato com a unidade por meio do número de WhatsApp (62) 99678-6888.

Decisão do STF permite doação de sangue por homens homossexuais

Assessoria de Comunicação | INGOH

Veja também: Curiosidades sobre grupos sanguíneos

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Plasma convalescente – transferência de anticorpos que auxilia no tratamento da Covid-19

Plasma convalescente – transferência de anticorpos que auxilia no tratamento da Covid-19 – Hemocomponente pode ser doado por quem testou positivo para a doença causada pelo novo Coronavírus e processo pode ser repetido até quatro vezes em dois meses. Pacientes graves podem ser beneficiados

Na manhã desta quarta-feira (24), a doutora Mireille Guimarães, hematologista do Instituto Goiano de Oncologia e Hematologia (INGOH), concedeu entrevista ao Jornal Bom Dia Goiás, da TV Anhanguera – filiada Globo, para explicar sobre o uso do plasma convalescente no tratamento contra a Covid-19. O hemocomponente tem sido utilizado como tratamento experimental para pacientes acometidos pela síndrome respiratória causada pelo novo Coronavírus. Considerando evidências atuais da literatura médica, a transferência de anticorpos presentes no sangue de pessoas já curadas, auxilia no combate do vírus ativo.

A médica alerta para o fato de que as vítimas da Covid-19 podem apresentar complicações respiratórias graves com necessidade de suporte de oxigênio. “Nesse momento, nós temos poucas armas para o tratamento da Covid-19 e os pacientes mais graves, como aqueles internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e dependentes de respiração mecânica, têm sido beneficiados com essa terapia”, pontua a médica. “Apesar de ainda ser uma técnica experimental no mundo inteiro, os resultados têm sido muito bons!”, observa.

Homens e mulheres, acima dos 18 anos, que tiveram testagem positiva para o novo Coronavírus e estejam sem sintomas há, pelo menos, 14 dias podem fazer a doação de plasma. “Em um processo semelhante ao de coleta de plaquetas, uma máquina retira o plasma do sangue e devolve todos os demais componentes para o doador. Esse processo possibilita que um único doador possa doar plasma até quatro vezes em um período de dois meses. A partir disso, conseguimos fornecer o anticorpo, que é um dos sistemas de defesa do organismo, para ajudar o paciente grave a lutar contra a Covid-19”, salienta Guimarães.

Em conjunto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o Ministério da Saúde (MS) determinou que a coleta de plasma convalescente para Covid-19 seja feita, exclusivamente, por serviços de hemoterapia regularizados junto à Vigilância Sanitária. A iniciativa se mostra de suma importância na luta contra o novo Coronavírus e foi endossada pela Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).

Pensando na segurança dos doadores e para não estimular a transmissão do novo Coronavírus, o INGOH está trabalhando com doações pré-agendadas. Os interessados em doar plasma convalescente devem entrar em contato com a instituição pelos números (62) 3226-0200 ou (62) 99678-6888.

Confira entrevista completa.

Assessoria de Comunicação | INGOH

Plasma convalescente – transferência de anticorpos que auxilia no tratamento da Covid-19

Dia do Cinema Brasileiro – filme e pipoca mudam a rotina na Quimioterapia

Dia do Cinema Brasileiro – filme e pipoca mudam a rotina na Quimioterapia

Dia do Cinema Brasileiro – filme e pipoca mudam a rotina na Quimioterapia – Ação tem o objetivo de humanizar ainda mais o atendimento entregue pelo INGOH. Ao longo do dia todo, pacientes e acompanhantes foram contemplados

Dia do Cinema Brasileiro – filme e pipoca mudam a rotina na Quimioterapia – A arte é essencial para o ser humano. Por meio dela, pode-se extravasar sentimentos ou aliviar sensações. Hoje (19), é celebrado o Dia do Cinema Brasileiro e, no contexto atual, com as salas de cinema fechadas, o INGOH desenvolveu uma ação para celebrar a data junto a pacientes e acompanhantes da quimioterapia: o INGOH virou uma sala de cinema. Em cartaz nas telinhas, filmes nacionais; poltronas confortáveis e o adorável sabor de pipoca para os expectadores. A ação teve acompanhamento e liberação da equipe técnica e atenção redobrada do setor de limpeza para manter o ambiente sempre higienizado.

A paciente Letycia Salles, iniciou tratamento no INGOH, em fevereiro do presente ano, e ficou surpresa com a alteração na rotina hospitalar. “Adorei a iniciativa, achei super bacana e criativa. Como já temos o peso todo da quimioterapia e dos medicamentos, esse tipo de ação deixa o clima leve e descontraído”, revela. Depois de assistir a um filme e saborear a pipoca, Letícia compartilhou um desejo: podem fazer mais vezes! E, com certeza, esse pedido será atendido, pois, para o INGOH, todo e qualquer atendimento na instituição deve ultrapassar as técnicas científicas e conter, sobretudo, humanização, carinho e afeto.

Dia do Cinema Brasileiro – filme e pipoca mudam a rotina na Quimioterapia

Acolher bem, principalmente quem está passando por um momento delicado, estreita a relação médico-paciente e, consequentemente, com a equipe assistencial. Pesquisas apontam que fortalecer o vínculo existente entre usuários e colaboradores auxilia no sustento do plano terapêutico. Além de ações que alteram a rotina, assim como o Dia do Cinema Brasileiro, o atendimento humanizado também é entregue diariamente, por meio de ética profissional, tratamento individualizado e cuidado realizado com empatia e sensibilidade. Por isso, a sessão de filmes nacionais veio para somar ao que já é oferecido, rotineiramente, pelo INGOH aos pacientes que usam os serviços da instituição.

A coordenadora de Qualidade do INGOH, Juliana Correa, reforça que iniciativas como essa demonstram que a unidade busca a interação completa com o paciente. “Com ações simples, já conseguimos demonstrar que nos importamos plenamente com o paciente. Além do tratamento médico, zelar pelo bem-estar de quem entrega parte de sua vida a nós é fundamental também”, observa.

Dia do Cinema Brasileiro – filme e pipoca mudam a rotina na Quimioterapia

Assessoria de Comunicação | INGOH

Veja também: Dia Internacional da Amizade: Importância de amigo no tratamento oncológico

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O que é doença falciforme? Descubra causas, sintomas e tratamentos

Doença Falciforme

A doença falciforme é uma condição hereditária que afeta os glóbulos vermelhos do sangue, tornando-os rígidos e com formato de foice. Esses glóbulos deformados dificultam a circulação do sangue, prejudicando a oxigenação dos tecidos e provocando diversos sintomas e complicações.

Neste artigo, explicamos em detalhes o que é doença falciforme, seus tipos, sintomas, tratamentos e a expectativa de vida de uma pessoa com essa condição. Confira!

O que causa a doença falciforme?

A doença falciforme é causada por uma mutação genética que afeta a produção da hemoglobina, proteína responsável por transportar oxigênio no sangue. Em vez de produzir hemoglobina A (HbA), pessoas com a doença produzem hemoglobina S (HbS), que pode se cristalizar dentro dos glóbulos vermelhos, alterando sua forma.

Quando uma pessoa herda dois genes de HbS (um de cada progenitor), ela desenvolve anemia falciforme grave, a forma mais comum e severa da doença. Essa condição é chamada de Hemoglobina SS. Outros tipos de anemia falciforme incluem combinações de HbS com outros genes, como HbC ou talassemia beta (Sβ), que podem resultar em quadros mais leves.

 

Quais são os principais sintomas da doença falciforme?

Sinais mais comuns

Os sintomas geralmente surgem na infância e incluem:

  • Cansaço e palidez
  • Icterícia (olhos amarelados)
  • Crises de dor intensa (crises vaso-oclusivas)
  • Infecções frequentes
  • Inchaço nas mãos e pés (dactilite)

 

As dores ocorrem devido à obstrução dos vasos sanguíneos pelas hemácias falciformes, prejudicando a oxigenação dos tecidos.

 

Complicações Graves

Entre as complicações mais comuns da anemia falciforme grave, estão:

  • Acidente vascular cerebral (AVC)
  • Síndrome torácica aguda
  • Infecções graves, como pneumonia e meningite
  • Cálculos biliares
  • Asplenia funcional (perda da função do baço)

 

Diagnóstico da doença falciforme

O diagnóstico é feito com o Teste do Pezinho e confirmado por exames como:

  • Eletroforese de hemoglobina, que identifica os tipos de hemoglobina presentes no sangue
  • Hemograma completo
  • Provas de hemólise (reticulócitos, bilirrubinas, DHL)

 

Esses exames determinam a presença da hemoglobina S e ajudam a classificar os tipos de anemia falciforme.

 

Como é o tratamento da doença falciforme?

Manejo de sintomas e crises

O tratamento da anemia falciforme é multidisciplinar e visa reduzir as complicações. Ele pode incluir:

  • Analgésicos para controle das dores
  • Hidratação venosa
  • Oxigenoterapia
  • Transfusões de sangue em crises ou cirurgias

 

Medicamentos

A Hidroxiureia é um dos medicamentos mais eficazes. Ela aumenta a produção de hemoglobina fetal (HbF), que reduz a formação de HbS e diminui as crises dolorosas e o risco de complicações.

 

Suplementação e prevenção

Ácido fólico é usado para manter a produção de células sanguíneas. Já antibióticos profiláticos e vacinas especiais são indicados para prevenir infecções, especialmente em crianças com asplenia funcional.

 

Complicações frequentes da doença falciforme

Asplenia Funcional

A asplenia funcional ocorre devido a infartos no baço causados pelas células falciformes. Sem a função adequada do baço, o paciente perde parte da capacidade de combater infecções, especialmente por bactérias encapsuladas. Por isso, o acompanhamento com pediatra e hematologista é essencial desde os primeiros meses de vida.

 

AVC e Síndrome Torácica Aguda

O AVC pode ocorrer ainda na infância e é uma das causas mais graves de morbidade na doença. A síndrome torácica aguda é outra complicação severa, caracterizada por dor no peito, febre, dificuldade para respirar e queda na oxigenação do sangue.

 

Expectativa de vida de uma pessoa com anemia falciforme

Antigamente, a expectativa de vida de uma pessoa com anemia falciforme era drasticamente reduzida, chegando a ser 25 a 30 anos menor do que a média da população. 

Hoje, com diagnóstico precoce, vacinação, uso de antibióticos, acompanhamento regular e terapias como a hidroxiureia, muitos pacientes chegam à idade adulta e têm qualidade de vida significativamente melhor.

O transplante de células-tronco hematopoéticas (TCTH) é atualmente a única opção curativa, indicada em casos graves e com doador compatível.

 

Cuidados importantes e qualidade de vida

Pessoas com anemia falciforme devem:

  • Evitar desidratação e exposição ao frio.
  • Manter a vacinação em dia.
  • Procurar atendimento médico ao primeiro sinal de febre ou dor intensa.
  • Realizar exames de rotina, como o Doppler Transcraniano, que identifica risco aumentado de AVC.

 

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